Sexta-feira, Fevereiro 17

Prefácio

A CRIAÇÃO DE TEORIAS
Leis são formas de expressar o comportamento (a interdependência) dos entes supostos por uma teoria. As leis de Newton, por exemplo, servem para caracterizar a interação entre corpos usando os conceitos de massa e força.
Aquele que contesta lei básica da física com sucesso, isto é, com lógica e com fatos irrefutáveis, e cria uma nova teoria, que não fracassa nas situações de fracasso e de sucesso da anterior. É aceito.

A CONTESTAÇÃO DA FÍSICA DE ARISTÓTELES GERA A DE GALILEU
Aristóteles punha como causa da velocidade a força. Na ausência de força um corpo estaria em repouso.
Se sujeito a uma força maior, um corpo apresentaria maior velocidade.
Mas Galileu observou que o peso dos corpos não afetava o tempo de queda dos mesmos. E deste fato contestou o princípio de que: “corpos sujeitos a uma força maior apresentariam uma maior velocidade”.
Para explicar tal contradição Galileu criou o conceito de inércia. Resistência dos corpos a alterarem seus movimentos.
Os pesos diferentes teriam inércias diferentes. Mesmo sofrendo maior força os mais pesados ganhariam a mesma velocidade em queda, por apresentarem proporcionalmente maior inércia.
Uma nova física surge. A força deixa de ser causa da velocidade e passa a ser da aceleração.
O repouso ou a não alteração da velocidade ocorre quanto não há força resultante atuando no corpo. Surge o conceito de força resultante. Aquela que poderia substituir todas as outras que atuam no corpo. Uma idéia vetorial de força.
Outros cientistas fazem a física iniciada por Galileu atingir enorme sucesso.

A CONTESTAÇÃO DA FÍSICA DE GALILEU GERA A DE EINSTEIN
Galileu punha a inércia como propriedade intrínseca da matéria. Se um corpo perdesse parte, sua inércia reduziria.
Se um corpo ganhasse matéria, sua inércia aumentaria. A massa (medida da inércia) servia para medir a quantidade de matéria.
Mas Einstein constatou a existência de um limite máximo para a velocidade de entes físicos. A velocidade c. E deste fato contestou o princípio de que: “a massa pudesse ser a medida da quantidade de matéria”.
Para explicar tal contradição Einstein criou o conceito de inércia dependente da velocidade.
A resistência dos corpos a alterarem seus movimentos cresce com a velocidade deles. Quantidades iguais de matéria em diferentes velocidades teriam inércias diferentes. Se um corpo atingisse a velocidade c teria massa infinita.
No eletromagnetismo, ao se utilizar as transformações de Galileu (processo de tradução das descrições físicas de um referencial para outro), as leis físicas dependem do referencial. Nesta forma de tradução, para um referencial em que duas cargas movem pode ocorrer entre elas interação magnética e para outro, em que pelo menos uma delas estiver parada, elas não interagem magneticamente.
Utilizando as transformações de Lorentz (Outro processo de tradução das descrições físicas de um referencial para outro) as leis do eletromagnetismo independem do referencial.
Mas para a validade das transformações de Lorentz é necessário considerar a velocidade da luz como máxima e absoluta, ou seja, não dependente do referencial. E daí aceitar que, no lugar da velocidade relativa da luz, o espaço e o tempo dependam do referencial. Sejam relativos. Einstein preferiu esta alternativa. As transformações de Lorentz fizeram mudar a física, embora para velocidades baixas em relação à velocidade da luz tal mudança seja insignificante.
Surge o conceito de tempo e espaço relativos.
Outros cientistas contribuem para o desenvolvimento da física defendida por Einstein e a leva a enorme sucesso.
Novos conceitos surgiram. Incoerentes com os criados por Galileu e seus seguidores. Além da teoria da relatividade restrita, para os referenciais não acelerados, surgiu a relatividade generalizada, onde os referenciais não precisam ser inerciais para a validade das leis físicas.

OUTRA CONTESTAÇÃO DA FÍSICA DE GALILEU GERA A DE PLANCK
O desenvolvimento da física de Galileu levou a outra contradição:
Nesta física, também chamada clássica, a energia era uma grandeza continua. Um sistema, por exemplo: um átomo, poderia receber ou ceder energia em qualquer quantidade e sua energia também poderia variar desta forma.
Mas Planck constatou a existência de pacotes de energia na interação entre átomos. Um átomo não emitia nem absorvia frações destes pacotes. Só assim as equações da radiação (transferência de energia através de ondas eletromagnéticas), de corpos negros batiam com a experiência.
E deste fato contestou, para os átomos, “o princípio da forma sempre contínua da energia ser alterada em um sistema”.
Usando a idéia de Planck, Einstein explicou o efeito fotoelétrico, ajudando no desenvolvimento da física de Planck, e firmando o conceito de fóton. Energia em pacotes; onde a energia de um fóton é proporcional à sua freqüência e a interação entre os átomos se faz com emissão ou absorção de fótons.
A interação entre os átomos através dos fótons permitiu, a vários cientistas, uma monumental criação, um avanço extraordinário na forma de ver a natureza; nomeada como física quântica.
Novos conceitos surgiram. Incoerentes com os da física clássica e com as teorias da relatividade.

A FÍSICA MODERNA
Na teoria quântica a causalidade é probabilística e nas outras físicas determinística.
A causalidade nas teorias da relatividade depende dos referenciais e nas outras físicas não.
Para a relatividade generalizada a causa da aceleração é a estrutura espaço-temporal e nas outras físicas a causa da aceleração é a força.
Temos físicas diferentes (com elementos e lógicas distintas). Estas constituem a chamada física moderna.

A CONTESTAÇÃO DA FÍSICA MODERNA LEVA A TEORIA DOS UNIFÓTONS
O desenvolvimento da física moderna levou a uma contradição:
Um dos pilares da física moderna é a conservação da energia.
A física moderna considera a luz constituída por fótons. Entes de natureza quântica, que não são nem ondas, nem partículas; mas que se apresentam nos dois aspectos; quando observados com aparatos para observar ondas são como ondas e não como partículas, e quando observados com aparatos para observar partículas são como partículas e não como ondas.
Mas a luz proveniente de regiões muito distantes da Terra apresenta uma freqüência menor. A explicação deste fato é o efeito Doppler para a luz. Como quanto mais distante um astro estiver da Terra em maior velocidade ele afasta-se de nós, então os muito distantes apresentam velocidade de afastamento grande o suficiente para observarmos o efeito Doppler para a luz nos enviada por estes. Assim, o efeito Doppler para a luz reduzindo a freqüência dos fótons reduziria a energia destes sem a transferi-la. Contrariando o princípio físico da conservação da energia. Um absurdo inaceitável.
Para explicar tal contradição, eu considero um erro pensar a luz como constituída por fótons. A luz é apenas onda. Sua energia, de forma diferente da dos fótons, não depende de sua freqüência e sim, como ocorre com toda onda, de sua amplitude.
A estabilidade das estruturas elementares, inclusive as atômicas, é alterada pela passagem das ondas eletromagnéticas (luz); o que as faz absorver ou emitir fótons. A razão de tudo isto será esclarecida ao tratarmos da teoria dos unifótons. Onde fótons são conjuntos de unifótons de certa freqüência.
O efeito Doppler para a luz não afeta a energia dos fótons. Altera sim que fótons serão absorvidos ou emitidos. Assim, não temos o problema com a conservação da energia.
A natureza quântica das partículas materiais (entre elas os fótons) não é interpretável, leva ao erro da não conservação da energia, e é dispensável. A visão proporcionada pela teoria dos unifótons interpreta o comportamento da natureza e não leva ao referido erro.
Faremos uma breve explicação deste assunto aqui, mas o mesmo será tratado com mais cuidado no desenvolvimento da teoria dos unifótons.
Há, continuamente, uma troca de elétrons, de fótons e de outras partículas entre átomos. Tais partículas “elementares” em movimento fora dos átomos geram ondas básicas. Estas podem alterar as trocas de partículas “elementares” entre os átomos de matéria atingida por elas.
Assim é como se tais átomos, por efeito das ondas básicas, recebessem (ou perdessem) essas partículas. As absorvessem ou emitissem.
Desta forma, uma onda básica condiciona absorção de partículas em um material. Funciona como partícula.
E uma partícula emitida por um átomo condiciona apenas a absorção de uma outra por outro átomo, de tal forma a aparentar ser a mesma. Daí a onda associada a uma partícula emitida apresentar às vezes como partícula.
A onda devida à emissão de uma partícula só pode provocar a absorção de uma outra partícula por outro átomo.
Uma partícula (um elétron fora de um átomo, por exemplo) gera uma onda, por apresentar oscilação intrínseca. Uma partícula fora de um átomo é fonte de onda básica; logo é como se fosse uma onda. Assim como uma região de uma onda perturba sua vizinhança provocando a propagação da mesma, uma partícula –por oscilar- provoca onda em sua vizinhança.
Uma onda eletromagnética ao atingir uma antena produz corrente elétrica.
Um fóton em movimento gera uma onda (luz) esta ao atingir uma chapa fotográfica a faz absorver fótons.
Se uma partícula é absorvida por um átomo ela deixa de criar sua onda. Observa-se, por esta forma, apenas o aspecto de partícula.
Para observar a onda, a partícula não pode ser absorvida por um átomo. Observa-se, por esta forma, apenas o aspecto de onda.
Por isto, ao se observar o aspecto de onda não se pode observar o de partícula e vice-versa.
A teoria dos unifótons além de reformular a forma de pensar da teoria quântica interpreta os princípios das outras físicas, ou seja, mostra porque estas funcionam. Ou seja, unifica a física em uma visão única; em uma teoria verdadeiramente geral. De uma maneira rápida; vejamos como isto se dá.
Postulo a existência dos unifótons. Partículas que constituem tudo. Ondas que propagam nos entes que constituem tudo, se propagam em tudo, em todos os meios, que é o caso das ondas eletromagnéticas.
Os observadores também são constituídos por unifótons. Os observadores não podem ter velocidade superior à dos unifótons que os constituem, pois é absurdo supor o constituído em velocidade maior que os constituintes. Assim, o constituído deixaria suas partes para trás e deixaria de ser.
Os unifótons têm, como veremos no corpo da teoria, velocidades escalares que dependem de suas dimensões e da densidade deles. Mas suas velocidades escalares independem da velocidade dos entes que constituem.
A velocidade do observador não determina a velocidade dos unifótons e nem a das ondas que movem nestes, pois estas têm suas velocidades determinadas pelas velocidades dos unifótons. E movem neles e não em um meio específico, conforme certa forma de ver; que prevaleceu durante décadas, em um passado não muito remoto.
A velocidade escalar dos unifótons não depende dos entes constituídos e por isto a direção que o observador (ente constituído por unifótons) se move não afeta a velocidade da luz. Daí considerarmos a velocidade da luz como absoluta e a máxima possível.
O tempo absoluto só vale para objetos próximos e em baixa velocidade em relação à velocidade da luz, pois neste caso a limitação na velocidade das comunicações é desprezível. Os unifótons (entes que apresentam a velocidade c) são as fontes básicas de todas as alterações e efeitos que podem existir. O que podemos observar é o tempo relativo, conforme Einstein e muitos experimentos.
A existência de um meio no qual a luz se propague não faz sentido, pois ela se propaga nos entes que constituem todos os meios. Nos unifótons.
Eu não postulo um meio específico em que a luz se propague. Não postulo o Aether novamente. Este postulado não tem fundamento. Já foi desbancado.
Os experimentos em que a velocidade da luz é tida como muito baixa. Na verdade não é movimento da luz e sim de fótons; estes podem mover assim, pois são entes constituídos e não elementares. Conforme veremos nesta teoria. A velocidade dos unifótons são as mais altas possíveis.
Na famosa experiência da dupla fenda o que passa nelas são ondas. Os fótons e os elétrons (partículas) não movem do átomo emissor ao absorvedor. Suas ondas é que permitem estas interações. Se a absorção não ocorre antes do anteparo onde se observa as ondas, podemos observar a figura de interferência.
A luz se propaga onde há unifótons. Onde há sucessões. Tempo. Onde fisicamente ocorrem as coisas. Interações. No espaço físico. É como se a luz não dependesse de um meio para se propagar.
A teoria quântica, ao contrário das outras, não é interpretável, pois a natureza quântica das partículas é um verdadeiro enigma. O seu caráter revelado é dependente do aparato utilizado em sua observação!
A teoria dos unifótons (como as outras exceto a quântica) é interpretável. A observação não determina o comportamento de seus entes. Embora a teoria da relatividade determine formas diferentes de ver conforme o referencial. Mas a forma de ver é que é determinada e não o contrário, como se observa na quântica; onde conforme se observe, temos a revelação de comportamentos diferentes.
As conseqüências da relatividade são surpreendentes, mas suas causas são interpretáveis, razoáveis.
Os conceitos da física moderna pioram a imagem da natureza. Faz a mesma nos parecer bizarra. A teoria de Einstein impede o raciocínio através de causa e efeito, pois nega a seqüência temporal absoluta e, para ela, se houvesse o efeito este poderia vir antes da causa; pois nela o que vem antes depende do referencial. Algo pode chegar antes de ter saído! Algo pode ser estrutura antes de ser estruturado! Os conceitos de energia e de inércia se mesclam. O mesmo se dá com os conceitos de tempo e espaço. Daí a expressão espaço-tempo, representando a fusão destes conceitos.
A visão quântica dos entes elementares (elétrons, fótons, etc.) é incompreensível e não se pode determinar para eles rigorosamente e simultaneamente uma qualidade de partícula, por exemplo, sua posição e uma de onda, por exemplo, sua velocidade. Aqui ocorre outra limitação à observação e desta surgem conceitos e previsões bizarras. As previsões agora não são mais explicáveis. A distorção da realidade à observação pelas novas condições experimentais foi muito básica, no nível das interações ou comunicações entre os entes elementares da natureza. O possível foi a ampliação da descrição e da previsibilidade do observável no mundo físico.
A teoria quântica e a da relatividade restrita são saídas teóricas para dificuldades experimentais. Distorcendo de forma diferente a realidade estas teorias básicas não podem e não se ajustam.
As condições experimentais, limitadas pela própria natureza, distorcem a observação dos fatos. No lugar de explicar a existência dessas limitações e de suas conseqüências à observação, a ciência tomou outro caminho: a criação de conceitos artificiais. Contradições decorrentes de condições experimentais foram sanadas utilizando-se de processos teóricos. Daí a criação de conceitos bizarros.
A situação é semelhante à seguinte: Como não podemos ver as coisas distantes no tamanho que as vemos quando próximas, mas menores. Então teorizemos que as coisas mais distantes de nos se tornem menores. Tal teoria poderia ser verificada experimentalmente. É claro. Funcionaria. Só que perderíamos o conceito de tamanho de um corpo como propriedade do mesmo, que passaria a ser também função da distância a que estamos dele. As coisas distantes ficando menores levariam à conseqüência da velocidade de entes mais distantes serem menores. As coisas muito distantes estariam paradas, como de fato nos parecem. Tal teoria distorceria a realidade; a tornaria bizarra e assim ao gosto estranho de muitos.
Os conceitos de teorias diferentes são diferentes (lembre-se dos conceitos diferentes de força nas teorias de Aristóteles e de Galileu).Como a teoria da relatividade restrita atende a uma das condicionantes drástica da física observacional (não se pode observar o espaço e o tempo absoluto) e a quântica a outra (não se pode observar aspectos de partícula e aspectos de ondas de seus entes elementares simultaneamente), elas se completam, permitindo uma correlação destas com fatos observáveis em seus vastos campos particulares. Porém, atendendo a condicionantes experimentais diferentes elas geram conceitos incoerentes. Inconciliáveis. Uma delas não pode conter os princípios da outra. Uma delas não explica a outra. Caso isto ocorresse não teríamos duas, mas uma única teoria geral. O mesmo ocorrendo com a teoria da relatividade "generalizada", que também tem seu campo particular de aplicação.
Por isto, a ciência atual, especialmente a física – por lidar com fatos gerais e básicos diferentes – que distorcem muito e diferentemente a realidade observável, admite incoerências entre suas teorias. Procurar plena coerência nos fatos observáveis é incoerente, pois a condição para observar distorce a realidade.
Há contradições entre teorias as quais se devem a limitações experimentais (caso da teoria quântica e da relatividade) e há outras as quais se devem a limitações teóricas (caso da de Aristóteles e de Galileu).
Teorizamos que o tamanho das coisas não varia com a distância delas até nossos olhos, mas isto é o que observamos. Aqui entendemos que a contradição é por causa de limitação experimental. Já no caso da previsão de Aristóteles, dos corpos mais pesados caírem em menos tempo o que não se verifica, a limitação é teórica. Temos que distinguir a origem das contradições para superá-las em forma coerente. Se tentarmos superar uma contradição experimental com artifícios teóricos, estaremos a criar conceitos deformados e às vezes incompreensíveis; não gerais e inúteis para uma teoria verdadeiramente geral. (Onde não devemos ter uma multiplicidade de conceitos de mesma natureza.) O mesmo não ocorrendo se a limitação for teórica, neste caso sim cabe uma re-elaboração conceitual, uma nova teoria. As teorias resultantes de limitações experimentais podem ser utilizadas para previsões e não para interpretações ou como base para criação de teoria mais geral.
Os físicos atuais admitem (por falta de opção) várias incoerências entre suas teorias gerais descritivas da natureza e nisto estão certos, pois tais incoerências são conseqüências de seus métodos. E, também, devem aceitar e aceitam serem bizarras várias coisas observáveis, pois estas são às vezes muito distorcidas pelas condições experimentais limitantes.
Os físicos justificam a aceitação das bizarrices (do não interpretável) dizendo: é que estamos observando a natureza em outros níveis em que não estamos habituados, mas a natureza é assim. Por outro lado a suposição da simplicidade e da coerência produziu grande progresso na ciência (veja o caso de Copérnico). Julgo que a explicação das bizarrices e das incoerências é o caminho mais honesto e próprio do cientista. Crer ser a natureza interpretável é necessário para a busca de uma teoria geral.
A física atual ou moderna apresenta linguagens objetivas, porém não rigorosas (conceituais), incoerentes, com validades restritas e incompletas; apenas descrevem, mas não explicam o comportamento da natureza; cuidam do aparente no lugar do essencial.
A física atual tendo como objeto o observável (o evento) então o que mais basicamente limita a observação torna-se o principal, pois a limitação mais drástica é que define as outras. Logo a hipótese mais eficiente é aquela que mais distorce a visão da realidade. Hipótese é uma limitação ampla que define limitações particulares. A escolha do objeto da física define a física. A partir das restrições drásticas à comunicação entre entes físicos e daí também para a observação os cientistas derivam a forma bizarra (distorcida) com que a natureza pode ser observada. Como crêem na física atual de maneira não crítica julgam ser bizarra a natureza e não os conceitos, a visão que têm dela. Os físicos atuais, centenas deles, por crerem na física atual, de maneira não crítica (não levando em conta, entre outras, as restrições a ela consideradas acima) procuram, há décadas, desenvolver uma teoria verdadeiramente geral. Tentando conciliar as teorias gerais atuais. Tentam conciliar o inconciliável e, assim, se perdem em teorias complexas e cheias de incoerências. Estão a acumular fracassos. Estão como uma libélula a debater contra uma janela de vidro e sem considerar a razão de seu fracasso.
Sem uma interpretação não temos uma visão do contexto. Não podemos encaixar elementos depois de distorcidos. E muito menos quando distorcidos diferentemente. Sentimos nos faltar o chão. Onde é impossível uma interpretação, como ocorre na teoria quântica, são utilizadas interpretações aproximadas, retiradas, de analogias com a física clássica (a que não utilizava condição extrema à experimentação). O que, neste ponto, é um retrocesso. A física atual não tem uma única teoria geral (apresenta incoerências e não pode ser interpretada).
Agora não basta que uma teoria preveja novas funções não previstas por outras e que não negue algum fato científico como condições para ser adotada. Além destas condições, seus conceitos devem ser inteligíveis e não distorcerem a realidade, pois só assim poderemos ter uma verdadeira teoria geral. Uma física interpretável.
Desta forma, os limites da física atual estão determinados.
A FÍSICA INTERPRETÁVEL - A PREVISÃO E A EXPLICAÇÃO
São as interações entre os entes que geram as funções, as mudanças em suas propriedades e não o inverso.
Uma função é prevista por uma teoria quando é decorrência de seus princípios.
Uma função é explicada por uma teoria quando é decorrência de seus entes postulados ou deduzidos.
De entes elementares postulados podem-se deduzir os entes constituídos.
Uma função pode prever outras e assim ser princípio de uma teoria. Um ente pode explicar e prever funções e assim ser princípio de uma teoria.
Uma função não gera um ente, embora, às vezes leva a supô-lo.
Poderíamos distinguir previsão de explicação assim: o que decorre de um ente é explicação e o que decorre de uma função é previsão.
Um ente gerando funções indiretamente gera previsão. Uma função não gerando ente não gera explicação, mas previsão. Assim, podemos dizer que existem teorias explicativas e teorias não explicativas.
Teoria explicativa é a que parte de ente gerador de suas funções.
Exemplos: teoria das partículas subatômicas, dos fótons, dos átomos, das moléculas. Teoria não explicativa é a que não parte de algum ente, mas de alguma função.
Exemplos: teoria da conservação da quantidade de movimento, da conservação da energia, da conservação da carga, da não redução da entropia, da velocidade absoluta da luz, da equivalência entre massa gravitacional e inercial.
Os entes de uma só natureza geram apenas uma classe de funções. Os entes se distinguem pelas suas funções.
Um ente elementar, isto é, não composto por outros teria natureza invariável.
A natureza dos entes constituídos deriva dos elementos que o compõem.
Os entes, quando não elementares, mas constituídos por outros, apresentam funções que podem variar com variações de suas constituições.
A dedução a partir de entes verdadeiramente elementares e, portanto sem alterações comportamentais, são naturalmente mais simples.
As deduções devem ser dos entes elementares para os estruturados.
A explicação a partir de ente constituído por outros não é básica, pois esse também carece ser explicado.
A explicação, a partir de entes elementares de naturezas diversas, geraria funções diferentes, criaria uma explicação complexa. Funções que "negariam" as regularidades gerais, que é fato experimental; negariam coerências entre as várias funções gerais.
Teorias não explicativas que partem de restrições diferentes à observação geram funções diferentes, criam uma "explicação" complexa, incoerente. Impedindo a existência de uma teoria geral.
As teorias restritivas (não há velocidade superior à da luz, não há criação ou desaparecimento de energia, a entropia do universo não pode diminuir, etc.) são concentrações poderosas de luz que nos permitem prever o que não e o que pode ocorrer experimentalmente. A luz concentrada de um maçarico ofusca a nossa vista e assim a luz difusa do dia não nos é útil.
Os insetos ficam a girar em torno de uma lâmpada acesa durante a noite, mas com a luz do dia eles procuram outros caminhos. Uma teoria que explicasse as restrições gerais seria a luz do dia.
A explicação básica se daria a partir de entes verdadeiramente elementares de uma só natureza e que se distinguissem apenas quantitativamente em suas propriedades. Gerariam funções de uma só natureza, criaria uma explicação simples, coerente. Funções corroboradas pelas regularidades gerais (leis gerais), que é fato experimental. Permitiriam a existência de uma teoria geral interpretável.
A física que explica não só os fatos observáveis, mas que explica as distorções à observação é indispensável. Inclusive na validação da física positivista, ou baseada em fatos.
A teoria mais ambiciosa, mais geral, aumenta nossa capacidade de interpretar, de explicar, de resolver problemas.
A fé absoluta dos cientistas na ciência atual é o que os leva a estagnação, a não produzirem a verdadeira ciência. O pai se reconhece no filho. O cientista faz a ciência e a ciência faz o cientista. Como não crer em uma ciência que descreve o que se observa de uma maneira objetiva e ampla, embora incoerente e bizarra? Quem parte do tronco básico de uma árvore é que tem a possibilidade de atingir todas as folhas. Os galhos secundários não podem levar a qualquer folha; só nas da deles.
Os cientistas têm como atividade desenvolver o entendimento sobre tudo, criar teorias gerais; integrar em teoria mais ampla as teorias particulares; criar paradigmas. Portanto, em princípio não aceitam experiências não explicadas, incoerências em suas explicações, e/ou contradições em e entre suas teorias.
Assim como os ramos não vivem separados das árvores; as teorias parciais precisam das gerais. A interpretação completa, a coerência completa, é uma necessidade de nosso espírito, de nossa técnica, de nossa segurança, de nossa paz. Temos necessidade de comunhão com o mundo por meio de sistemas interiores precisos, seguros e gerais, de teorias gerais.
A falta de explicação, de interpretação, breca o progresso das teorias e da ciência. O que por fim limita a tecnologia em nível mais abrangente.

A CRIAÇÃO DE CONCEITOS E DE DEFINIÇÕES
A criação de definições ocorre a partir de hipóteses – criações de nossa mente e independentes de experiências específicas-, daí não serem distorcidas pela experimentação.
Assim como a ciência deve apresentar uma linguagem objetiva ela também não deve apresentar uma linguagem conceitual, mas uma linguagem baseada em definições; em hipóteses independentes de experiências específicas.
Uma física geral terá de substituir todos os conceitos por definições. Os conceitos por terem uma interpretação semelhante às definições permitirão uma correlação entre tais físicas, uma tradução.
Por outro lado, para termos a previsibilidade total, então não podemos dispensar o trabalho teórico mais ambicioso: a teoria geral da física.

DEFININDO PROBLEMA TEÓRICO E TEORIA
O problema teórico fundamental da Física atual é que suas funções não são interpretadas através de entes elementares hipotéticos de uma só natureza e definidas rigorosamente. Seus entes básicos são experimentais e apresentam naturezas diferentes e variáveis: uns apresentam cargas elétricas e outros não, uns apresentam massa e outros não; ora se revelam como ondas, ora como corpúsculos.
Neste trabalho apresentaremos a solução do problema teórico da Física atual. Inicialmente postularemos e definiremos os entes verdadeiramente elementares: os unifótons. A partir de tais entes explicaremos os princípios gerais, as funções gerais, que independem de estruturas; depois cuidaremos das estruturações das mais genéricas para as mais específicas com suas funções, com seus princípios também dos mais gerais para os mais específicos.
Experiências específicas não criam a teoria dos unifótons, mas são úteis para a checagem dela. O que é possível, pois esta utilizará a linguagem objetiva. A matemática.

ADVERTÊNCIA
Não use, por enquanto, esta teoria em trabalhos escolares; ela pode ainda não ser do conhecimento de seu professor. Sua divulgação, embora pela internet, é recente.
Por outro lado, mesmo que seu professor a conheça, ele pode não a aceitar, uma das razões é que, como no mito da caverna, as pessoas, acostumadas apenas com a sombra das coisas, as consideram verdadeiras e julgam a própria realidade como falsa. Se você dispuser a lê-la estará fora das limitações experimentais da caverna e então não considerará as aparências como realidades.

Segunda-feira, Fevereiro 6

Capítulo I - A Hipótese da Teoria Geral da Física

A CRIAÇÃO DE UMA FÍSICA INTERPRETÁVEL (A TEORIA DOS UNIFÓTONS)
A equivalência da massa gravitacional e da inercial não é explicada. Embora utilizada para descrição da gravitação na teoria da relatividade generalizada. Como a carga (massa elétrica) não é equivalente à inercial; para as cargas e entes do interior do átomo a teoria da relatividade generalizada não se aplica e as interações (forças) neste nível são descritas através de outros modelos teóricos.
É através de ondas eletromagnéticas que podemos observar, por exemplo, os astros; mas estas não nos permitem observar certa massa (nomeada como escura) que produz efeitos gravitacionais (especialmente sobre as estrelas mais afastadas do centro de suas galáxias).
Assim para manter a teoria da relatividade generalizada (da gravitação de Einstein e também a de Newton) temos que supor uma massa inercial misteriosa e não observável diretamente.
Observa-se atualmente que as galáxias se afastam de forma acelerada. Alguns atribuem como causa deste fenômeno à chamada energia escura. Algo que, como a matéria escura, só se pode observar por seu efeito.
As teorias atuais da gravitação só são boas para estruturas maiores que os átomos e menores que as galáxias.
Entender as interações (as forças) é entender a natureza. Uma explicação básica das interações seria o entendimento completo da natureza.

A COMUNICAÇÃO DE VELOCIDADE ENTRE OS UNIFÓTONS
A física anterior a esta não cuida da interação elementar e, por tanto, ela não tem uma explicação básica para a força, ou para a aceleração e por conseqüência para a estruturação dos entes físicos.
A comunicação de velocidade entre os unifótons é a forma básica para a aceleração deles. É a explicação básica da força.
Não se altera o não existente. Para haver aceleração deve existir o movimento. Para existir o movimento deve existir o móvel e o espaço. Definimos então os unifótons como móveis e o espaço como a região onde eles podem mover e que (ao contrário do que propõe Einstein) não afeta o movimento dos mesmos. O espaço e os unifótons são incriáveis e indestrutíveis. Sempre existiram.
O universo é constituído basicamente por unifótons e pelo espaço.
Alterações no movimento de unifótons só poderão ocorrer através de colisões entre os mesmos.
Um referencial só é inercial, isto é, só não possui aceleração se e somente se esta for a situação do mesmo em relação a qualquer unifóton que não esteja colidindo. Temos, assim, os verdadeiros referenciais inerciais. Para descrever e explicar as acelerações, nós temos que utilizar um verdadeiro referencial inercial. Consideremos um observador imaginário, que de um destes referenciais, possa receber, instantaneamente, informações sobre o que ocorre com os unifótons. Não existe tal observador, nem meio de ocorrer à transferência de sinal instantânea. Se houvesse essas condições teríamos, experimentalmente, o tempo absoluto; ou seja, a simultaneidade de eventos, para um observador como o definido acima, seria, também, observada por todos os outros definidos da mesma forma.
Nesta teoria utilizaremos esta idéia de tempo. O tempo absoluto. Não restringiremos a definição de tempo às condições experimentais. Não cuidaremos apenas da física que pode ser observada, mas, também, dela; para checarmos a teoria que propomos.
A checagem de uma hipótese se dá através de suas conseqüências. Os princípios são os fundamentos da construção teórica. São criações de nossas mentes. Frutos de intuição; de visão geral da realidade.

A LEI BÁSICA DA NATUREZA
A lei sobre as transferências de velocidades entre os unifótons, a aceleração fundamental, a lei que postula que velocidade um unifóton receberá ou perderá e quando estes eventos ocorrem, é a lei básica da natureza; pois todas as alterações derivam das que ocorrem neste nível.
Considere, neste tópico, a utilização de um referencial inercial como definido acima.

. Definição de unifótons.
Consideraremos os unifótons como as únicas partículas verdadeiramente elementares e com as seguintes características: esféricas, indeformáveis, impenetráveis, incriáveis, indestrutíveis, de certos tamanhos invariáveis (cinco tamanhos diferentes) e móveis, embora não girem. Unifótons comunicam, somente entre os mesmos, apenas velocidades.
. Velocidade transferível e velocidade receptível por um unifóton.
Direção de colisão é a reta definida pelos pontos centrais de cada dois unifótons em contato, ou seja, no instante da colisão dos mesmos.
Velocidade transferível de um unifóton é a componente da velocidade do mesmo, no instante da colisão, que é segundo sua direção de colisão.
Se um unifóton "A" colide com outro "B" e "B" colide com "C", simultaneamente, então o unifóton "B" terá, também, como velocidade transferível à "C" a componente da velocidade transferível por "A" a "B" que é segundo a direção de colisão dos unifótons "B" e "C". Havendo colisões envolvendo mais unifótons segue-se critério análogo. Velocidade receptível por um unifóton é a transferível a este.
. Velocidade recebida por um unifótons em função das receptíveis.
Suponha que as velocidades receptíveis por um unifóton em uma colisão com outro(s) sejam: v1i+v1j+v1k, v2i+v2j+v2k, ... , vni+vnj+vnk. Onde i, j e k são vetores unitários nas direções ortogonais x, y e z (respectivamente) para um referencial inercial arbitrário.
Se o sentido de algumas das componentes das velocidades receptíveis, segundo cada um dos eixos ortogonais, for contrário ao de outra(s) então o unifóton não receberá velocidade segundo tal direção.
Nas direções, em que o unifóton considerado, tiver mais de uma das componentes das velocidades receptivas ele receberá apenas a maior delas, em módulo; ou somente uma delas se houver mais de uma com o maior valor.
A velocidade recebida por um unifóton após uma colisão será dada por: vr=vxi+vyj+vzk. Onde vx=0 se houver componentes de velocidades receptíveis segundo a direção x em sentidos opostos; em caso contrário vx será igual a uma das máximas componentes das velocidades receptíveis segundo a direção x. Define-se vy e vz de maneira análoga a vx.
.Velocidade perdida por um unifóton em função das transferíveis.
Suponha que as velocidades transferíveis por um unifóton, em uma colisão, sejam: v1i+v1j+v1k, v2i+v2j+v2k, ..., vni+vnj+vnk. Onde i, j e k são vetores unitários nas direções ortogonais x, y e z para um referencial inercial arbitrário.
Nas direções em que o unifóton considerado tiver componentes das velocidades transferíveis, ele transferirá apenas a maior delas em módulo.
A velocidade perdida por um unifóton após uma colisão será dada por vp=vxi+vyj+vzk. Onde vx será igual à máxima das componentes das velocidades transferíveis segundo a direção x. Define-se vy e vz de maneira equivalente a vx.
.Velocidade de um unifóton após uma colisão.
A velocidade, v, de um unifóton após colidir será igual à velocidade do mesmo anterior a colisão, vA, adicionada vetorialmente à velocidade recebida, vR, pelo mesmo, e subtraída vetorialmente da velocidade perdida, vP.
V=vA+vR-vP
Só nas colisões entre unifótons poderá haver alterações no movimento dos mesmos.
As alterações nos movimentos dos unifótons são instantâneas e descontínuas.

. Comentários.
A lei sobre as transferências de velocidades entre os unifótons é postulada e sua checagem será através das conseqüências de tal hipótese.
A lei sobre a comunicação de velocidade entre os unifótons visou atender o objetivo desta teoria. Uma forma genérica de interação que leve à compreensão das interações específicas.
As propriedades e a forma de interação das estruturas (como estas são todas constituídas por unifótons) serão em princípio compreendidas.
Temos, de forma completa, a definição da natureza da unidade elementar. Temos a base deste trabalho. Temos, neste capítulo, em potencial, toda a Física.
Não justificamos algumas propriedades hipotéticas dos unifótons, mas as razões das mesmas serão entendidas no desenvolvimento da teoria.
A teoria dos unifótons (aqui tratada) parte dos entes que geram e permitem descrever e explicar o comportamento da natureza.
Como os unifótons definem suas estruturações, estas são explicáveis.
Como as propriedades e as funções das estruturas decorrem direta ou indiretamente de um mesmo ente, então, são interpretáveis. Por ter como hipótese uma entidade constituinte de tudo, então a teoria dos unifótons poderá criar uma linguagem rigorosa; com todos os seus termos derivados de sua hipótese e, portando independente das deformações dos conceitos experimentais.
As restrições, as regularidades, as leis do comportamento da natureza, são possíveis e interdependentes; pois decorrem, direta ou indiretamente, de um mesmo ente elementar: dos unifótons.
A previsibilidade total, da teoria dos unifótons, refere-se a fatos teóricos. As limitações às possibilidades experimentais serão fatos previstos e explicados teoricamente.
Onde não há unifótons, não há sucessões, não há tempo. (Tempo é a comparação no ritmo das sucessões, as quais em última instância são determinadas pelas colisões dos unifótons.) Não havendo tempo, não há significado para a idéia de espaço. (Espaço é a porção do cosmo não pertencente exclusivamente aos unifótons que determina também o ritmo das sucessões.) O tempo e o espaço manifestam-se a partir das interações básicas. O que permite as interações básicas são os movimentos dos entes elementares. A ausência de interações entre unifótons é o nada. As interações deles o que existe. E é tudo.

Domingo, Fevereiro 5

Capítulo II - O Movimento dos Unifótons

O MOVIMENTO DOS UNIFÓTONS
INTRODUÇÃO
Neste capítulo trataremos: do movimento dos unifótons; da existência de uma velocidade máxima; da natureza das leis físicas; da luz; do tempo; e do espaço.

O MOVIMENTO DOS UNIFÓTONS
A forma de mover dos unifótons é determinada apenas por suas colisões, pois só através delas seus movimentos são alterados. O movimento, especialmente a velocidade, embora afete as colisões não é o fator determinante destas, pois determinado por elas. As colisões determinam o movimento e este às colisões. As colisões determinam-se, determinando a forma de mover dos unifótons. Os fatores que afetam o movimento dos unifótons são suas dimensões e densidades (número deles por unidade de volume), pois apenas estes determinam suas colisões e somente estas definem a forma de mover deles, conforme a lei básica da natureza.
Estudaremos os efeitos das densidades e das dimensões dos unifótons em seus movimentos.
Para isto, consideremos alguns tipos de colisões que afetam diferentemente o movimento dos unifótons; depois a não conservação da velocidade de um sistema de unifótons e; finalmente, como as dimensões e a densidade deles determinam as formas de colisões consideradas, e daí seus movimentos.

CLASSIFICAÇÃO DAS COLISÕES
Nomearemos como colisão unitária à colisão de um unifóton com apenas um outro. Neste caso, pela lei básica da natureza, há apenas trocas das velocidades transferíveis.
Nomearemos como múltipla à colisão simultânea envolvente de mais de dois unifótons. Neste caso, como veremos, podem ocorrer fontes de velocidade, sumidouros, ou nem uma coisa, nem outra.
Colisões antípodas são aquelas em que um unifóton apresenta simultaneamente em uma direção velocidades receptíveis em sentidos contrários. Estas componentes, pela lei básica da natureza, não são recebidas por ele e, portanto não alteram sua velocidade.
Colisão posterior é aquela ocorrida no hemisfério posterior (lado oposto ao movimento do unifóton antes da colisão), que da velocidade recebida por um unifóton ao colidir, apresenta componente na direção e no sentido de seu movimento antecedente; portanto aumentativa de sua velocidade.
Colisão anterior redutora é aquela, que da velocidade recebida por um unifóton, apresenta componente na direção e em sentido oposto ao seu movimento antes da colisão, menor que sua velocidade nesta direção e, portanto, a reduzindo.
Colisão anterior aumentadora é aquela, que da velocidade recebida por um unifóton, apresenta componente na direção e em sentido oposto ao seu movimento antes da colisão, maior que sua velocidade nesta direção e, portanto, a aumentando.
Colisão anterior nem redutora e nem aumentadora é aquela, que da velocidade recebida por um unifóton, apresenta componente na direção e em sentido oposto ao seu movimento antes da colisão, igual à sua velocidade nesta direção e, portanto, não a alterando.
Colisão perpendicular é aquela, que da velocidade recebida por um unifóton, apresenta componente normal ao seu movimento anterior à colisão e, portanto, aumentativa de sua velocidade e, ocorrida em qualquer dos hemisférios.
As colisões, ao alterarem a velocidade de um unifóton, aumentam-na; exceto em colisões anteriores redutoras de velocidade.

ALTERAÇÕES NAS VELOCIDADES DE UM SISTEMA
Nas colisões múltiplas, uma mesma velocidade (perdida por um unifóton) pode ser recebida por mais de um e estes as recebem independentemente (como se os outros não existissem); e as velocidades perdidas por mais de um podem ser recebidas por um e este não as recebem somadas. Existem fontes e sumidouros de velocidade.
Exemplo de fonte: Se um unifóton, movendo em uma direção x, colide simultaneamente com dois outros parados, pela lei básica da natureza, cada um deles receberá a componente da velocidade do que movia existente na sua direção de colisão, independentemente da recebida pelo outro. Se segundo a direção x, um unifóton recebe uma velocidade vx1 e o outro vx2, então nesta direção o unifóton que movia perderá uma velocidade equivalente a vx1 ou a vx2; a maior delas se forem diferentes. Assim, segundo a direção x o sistema dos colidentes sofreu um ganho de velocidade. Pois segundo as direções perpendiculares a x não havia velocidade do sistema e então caso a resultante continue nula houve fonte de velocidade e em caso contrário também. Logo houve fonte de velocidade. A média vetorial das velocidades de seus elementos aumentou.
Exemplo de sumidouro: Se dois unifótons, ambos com velocidades segundo uma direção x, ao colidirem contra um outro parado transferem-no velocidades segundo esta direção e trocam velocidades iguais entre si segundo direções perpendiculares a x, que são em sentidos opostos; então o sistema perde velocidade, pois segundo a direção x ambos perdem velocidade e desta o unifóton anteriormente parado só recebe uma das componentes segundo tal direção, a maior se forem diferentes.
Explicamos e não apenas prevemos (como ocorre na física tradicional a partir de princípios de conservação) a não conservação da velocidade.
A natureza mostra-se simétrica e intrinsecamente criadora/destruidora. Velocidade às vezes surge e às vezes desaparece; ela não se conserva.

A FORMA DE MOVER DOS UNIFÓTONS
Agora que já sabemos como surgem e como desaparecem velocidades poderemos investigar o que limita ou determina as velocidades dos unifótons.
A velocidade de um unifóton não afeta o número de suas colisões perpendiculares e estas só promovem o aumento de sua velocidade, não a podem reduzir. Assim, os unifótons, por efeito de suas colisões perpendiculares, mantêm a tendência a aumentar suas velocidades, independentemente dos valores destas.
Quanto mais lento um unifóton, quanto menor sua velocidade em relação à dos outros, maior a probabilidade do mesmo sofrer uma colisão posterior ou uma anterior aumentadora e daí ter um aumento em sua velocidade. A tendência ao aumento da velocidade de um unifóton cresce quando esta reduz (e decresce quando ela aumenta).
Quanto maior a velocidade de um unifóton, em relação à dos outros, maior a tendência do mesmo a sofrer colisões anteriores redutoras de sua velocidade. A tendência à redução da velocidade de um unifóton cresce quando esta aumenta (e decresce quando ela reduz).
A tendência de um unifóton a aumentar sua velocidade decresce e a reduzi-la aumenta com o crescimento desta, e com o decréscimo da velocidade de um unifóton ocorre o contrário: a tendência a aumentar sua velocidade cresce e a de reduzi-la diminui.
Dos fatos anteriores podemos concluir que, cada unifóton tende a certa velocidade.
Como não há direção preferencial para o movimento dos unifótons, apenas por moverem perpendicularmente à velocidade de um unifóton; dois terços dos unifótons têm velocidade nula na direção do movimento de cada um deles.
As colisões anteriores podem ser com unifótons mais velozes, mas em maiores probabilidades podem ser com menos velozes. As colisões anteriores, pelo menos para unifótons mais velozes que os outros, serão significativamente mais provocadoras de redução na velocidade deles. Tendo, em termos médios, este efeito.
Nas colisões múltiplas, uma mesma velocidade perdida por um unifóton pode ser recebida por mais de um com mais freqüência quando a velocidade média dos unifótons de um sistema estiver abaixo da que tendem. Os mais velozes terão mais chance de colidirem. Teremos mais fontes de velocidades. Aproximando os unifótons do sistema da velocidade média a que eles tendem.
Nas colisões múltiplas, velocidades perdidas por mais de um unifóton podem ser recebidas por um com mais freqüência quando a velocidade média dos unifótons de um sistema estiver acima da que tendem. Os menos velozes terão mais chances de colidirem. Teremos mais sumidouros de velocidades. Aproximando os unifótons do sistema da velocidade média a que eles tendem.
As fontes e os sumidouros de velocidades levam os unifótons terem as velocidades a que eles tendem. Como todos os unifótons tendem a certa velocidade eles tendem a não ser alcançados. Há uma tendência à redução das colisões posteriores. Assim, as colisões serão praticamente anteriores e perpendiculares. Destas as anteriores aumentativas e as perpendiculares fazem as velocidades dos unifótons aumentarem, isto quando não antípodas e simultâneas.
Com o aumento da densidade de unifótons aumentam as colisões perpendiculares simultâneas e antípodas que não alteram a velocidade deles. Reduzindo desta forma a possibilidade dos unifótons terem aumento de velocidade. Também, o aumento da densidade faz aumentar as colisões anteriores redutoras de velocidade muito mais do que às aumentadoras, que são limitadas, porque os unifótons tendem a certa velocidade. Assim, aumento de densidade de unifótons reduz a velocidade a que eles tendem. A velocidade –v- a que tendem os unifótons é tanto menor quanto maior a densidade numérica - ρ - deles.
Os unifótons maiores sofrerão um efeito semelhante ao do aumento de densidade; para eles será maior o número e colisões perpendiculares antípodas e também o número de colisões anteriores redutoras. Logo, os unifótons maiores terão o equilíbrio entre suas tendências ao aumento e diminuição da velocidade a velocidade menor que a dos unifótons menores, isto em mesma densidade numérica de unifótons.
Como os unifótons controlam suas freqüências?
Os unifótons menores, por apresentarem maiores velocidades (lembre-se que as colisões anteriores são mais redutoras de velocidade) e menor seção máxima, terão, em mesma densidade numérica de unifótons, menor freqüência de colisões anteriores redutoras e o número de colisões posteriores mais perpendiculares e anteriores aumentadoras serão também menores, pois para equilibrar um menor número de anteriores redutoras levando à velocidade, v, a que os mesmos tendem. Logo, os unifótons menores tendem a uma menor freqüência de colisões.
A velocidade de um unifóton depende da freqüência de suas colisões aumentadoras, redutoras e que não altere sua velocidade, ou seja, da freqüência de suas colisões. Tender a uma velocidade resulta em tender a uma freqüência de colisões. Os unifótons tendem a uma freqüência de colisões.
A velocidade média a que tendem os unifótons é função apenas de suas dimensões e da densidade deles.
A freqüência de um unifóton é função apenas de suas dimensões e da densidade dos unifótons em sua vizinhança.
A freqüência de um unifóton é afetada pela densidade de unifótons, pois esta afeta a velocidade a que os mesmos tendem e tender a uma velocidade significa tender a uma freqüência. São as colisões que determinam a velocidade dos unifótons. Quanto maior a freqüência de colisões de um unifóton menor sua velocidade; a densidade fazendo reduzir a velocidade dos unifótons faz aumentar suas freqüências. Quando maior a freqüência de um unifóton, maior probabilidade de colisões antípodas para o mesmo. Quanto maior a freqüência de colisões de um unifóton menor a eficiência delas para alterar sua velocidade. Quanto maior a densidade maior a freqüência, menor a velocidade e menor a alteração da velocidade dos unifótons.
Se a densidade de unifótons for tão alta, de tal forma que a distância média entre eles seja da ordem de seus diâmetros, então, uns embargarão os outros de colidirem entre si tornando indefinida a distribuição de velocidades entre os mesmos e daí indefinida, também, a freqüência de cada um.
Logo, as regularidades sobre a forma de mover dos unifótons, citadas acima, só têm validade em densidades de unifótons abaixo de certo limite. Acima deste limite, o movimento dos unifótons é indeterminável.
As colisões múltiplas caem com a redução da densidade de unifótons, assim diminuem as fontes e os sumidouros de velocidades e estas tendem a permanecer altas, sem crescerem indefinidamente.
A velocidade média dos unifótons não pode tornar-se nula e nem infinita.
Como a freqüência cresce com ρ, então ρ.v cresce com ρ, pois a freqüência de um unifóton é proporcional a ρ.v. Como v decresce com ρ, o crescimento de ρ não será inversamente proporcional a v e sim maior que o permitido por esta relação. O fator que multiplica ρ será maior que o que divide v. Quanto menor o unifóton maior a possibilidade de com ele ocorrer colisões unitárias e quanto menores os unifótons de um sistema menor a possibilidade de aceleração deles em módulo.
O conhecimento da forma de mover possibilitará o entendimento da estruturação dos unifótons, pois é a forma de mover que determina a estruturação. A condição de qualquer estruturação é o movimento e a forma deste determina a forma da estruturação. A indeterminação da forma de mover dos unifótons, para densidade acima de certo valor, por exemplo, não permite, nesta condição, a estruturação dos mesmos.
Este capítulo, determinando a forma de mover dos unifótons, é base para o próximo, onde cuidaremos da estruturação da matéria.

A LUZ, O TEMPO E O ESPAÇO.
A velocidade de uma onda depende do meio. Por exemplo, a onda sonora no ar apresenta a velocidade de 340 m/s, na água 1500 m/s. Alterando a densidade e/ou a temperatura destes meios estes valores sofrem alterações.
A velocidade da luz também depende do meio, mas, misteriosamente, a luz pode se propagar no vácuo. Onde ela apresenta velocidade máxima, e insuperável por entes físicos.
O som tem uma velocidade em relação ao movimento de suas fontes e medidores (observadores), pois suas fontes e os observadores podem mover em relação ao meio onde o som propaga-se; o mesmo se dá com uma onda em uma corda, ou em uma mola, ou qualquer onda. A velocidade não só das ondas, mas de qualquer ente físico é relativa, isto é, depende da velocidade dos observadores. Mas não com a luz. Sua velocidade não depende da velocidade de suas fontes e de seus observadores. A velocidade da luz é absoluta.
Cuidemos agora destas singularidades.

O que é a luz?
Definiremos a luz como uma onda nos unifótons.
Eu não postulo um meio específico em que a luz se propague.
A luz se propaga onde há unifótons. Onde há sucessões. Tempo. Onde fisicamente ocorrem as coisas. Interações. No espaço físico.

O que é o vácuo?
O vácuo não pode ser região destituída de sucessões. Ondas são sucessões de pulsos. Havendo sucessões há tempo, há interações. O meio onde a física anterior não podia definir o que vibra foi nomeado vácuo.
Agora definiremos como vácuo as regiões do espaço onde só existem os menores unifótons e na mínima densidade.
Como veremos, no próximo capítulo, o vácuo envolve as outras estruturas de unifótons.
Onde não há entes não há interações. Não há sucessões. Tempo. É absurdo supor a luz movendo onde não existam entes.

Por que a velocidade da luz no vácuo é a máxima?
Consideramos a luz como uma onda nos unifótons. Naturalmente esta onda depende da velocidade dos unifótons e onde estes são os menores e estão na mínima densidade a velocidade deles é máxima. Eis a razão da velocidade da luz ser máxima no vácuo.

O que significa dizer que a velocidade da luz no vácuo é absoluta?
Como veremos, também no próximo capítulo, o vácuo próximo a uma estrutura de unifótons acompanha o movimento da mesma.
A luz é uma onda. A velocidade de uma onda é determinada pelo meio em que ela propaga e absoluta em relação a tal meio.
Se o meio em que a luz estiver movendo for o vácuo, e este estando em repouso em relação a estrutura de onde é observado, então, neste caso, a luz apresenta movimento absoluto.
Exemplo: A Terra sendo uma estrutura de unifótons apresenta em sua vizinhança o vácuo que acompanha seu movimento. Logo o movimento da luz em relação à Terra e em sua vizinhança é absoluto, como mostrou a experiência de Michelson-Morley.

O que é o tempo?
Tempo é sucessão. As sucessões decorrem das interações entre os unifótons. Estas são as sucessões básicas. Os unifótons são as fontes de todas as sucessões. Os unifótons são as fontes do tempo.
O tempo existe e está vinculado aos entes verdadeiramente elementares, e, desta forma é propriedade básica.

O que é medir o tempo?
Medir o tempo é verificar se uma sucessão ocorre antes, durante, ou após uma outra.

O que é um intervalo de tempo?
Intervalo de tempo é o número de sucessões que ocorrem entre duas outras.
Vimos que a freqüência dos unifótons e por tabela o tempo entre duas colisões é determinado pelas dimensões dos unifótons e pela densidade deles.
A matéria se estrutura em certas densidades e com unifótons de certos tamanhos, como veremos; e então existem períodos determinados.

Como medir o tempo?
Para medir o tempo devemos determinar a simultaneidade de eventos.
Devemos também utilizar relógios, isto é, algo que apresenta sucessões com períodos determinados.
Determinando a simultaneidade de certos eventos e medindo os intervalos de tempo podemos ordenar os eventos na forma temporal.
Os unifótons em suas estruturas apresentam períodos determinados. As unidades fundamentais da natureza são relógios.
Os maiores unifótons e na maior densidade possível às estruturações apresentam o menor intervalo de tempo.
Simultâneos são os eventos que ocorrem dentro de um destes menores períodos.

Como determinar a simultaneidade de eventos?
Os eventos ocorrem em estruturas de unifótons e a informação sobre eles nos vem através de ondas. As ondas que movem em todos os meios são as luminosas, por isto estas são convenientes para determinarmos a simultaneidade.
Um evento é simultâneo com outro se ao receber os sinais de suas ocorrências o observador descontar dos instantes de suas recepções os tempos de percurso dos mensageiros e os resultados coincidirem.
Ocorre que a velocidade dos mensageiros e o comprimento de suas trajetórias dependem do referencial, logo a definição de simultaneidade acima só é válida para um referencial.
A menos que a velocidade dos mensageiros fosse infinita. Neste caso a velocidade de um referencial em relação a do outro seria desprezível, não importaria o comprimento da trajetória; ocorreria a equivalência dos referenciais. Mas este não é o caso. Embora a velocidade da luz seja a máxima para um sinal físico ela é limitada.
Para objetos em baixa velocidade em relação à da luz e próximos o tempo pode ser considerado absoluto. E daí também o espaço.

Como o movimento de um referencial é em relação a outro. Então a simultaneidade observável é relativa. Não temos a condição para a observação da simultaneidade absoluta: a velocidade infinita do sinal.
A simultaneidade de eventos de forma absoluta ocorre só que não é observável.

O tempo só faz sentido se podemos prever o que passa em outros relógios; inclusive a diferença de sincronização entre relógios.
Se não pudéssemos prever o que marca outro relógio, então não teríamos a grandeza tempo. O tempo não poderia ser medido e não faria sentido.

Quando dizemos José, então o ouvinte não escuta ésoj, é que um pulso de onda não ultrapassa outro. A velocidade dos pulsos só depende do meio e como os sons, no caso, passam pelos mesmos meios eles terrão velocidades iguais. Neste sentido as ondas são boas na determinação de seqüência temporal.
Mas se um ouvinte em velocidade supersônica viaja no sentido do som ele pode ouvir ésoj, Ou seja, ele perceberá uma seqüência temporal invertida. É neste sentido que a velocidade do observador altera a observação do tempo.
Estando em velocidade inferior à do som, viajando no sentido do som, ele não o ouvirá.
Como a velocidade da luz é a máxima as informações trazidas por ela respeitam a seqüência temporal; desde que a distância do observador até os eventos seja a mesma, pois os mais próximos mesmo sendo menos recentes são percebidos, por causa da proximidade, como mais recentes.
Por ser a luz a onda mais rápida sua velocidade pode ser considerada como absoluta, pois ela não afeta a seqüência temporal dos eventos. Mas o movimento da luz percebido de referenciais diferentes apresenta trajetórias diferentes, com comprimentos diferentes e isto afeta a seqüência temporal.
Quando se considera a luz como de velocidade absoluta, então as medidas relativas dos tempos e espaços em referenciais diferentes são dadas pelas transformações de Lorentz.
Estas medidas são objetivas, pois derivam das alterações espaciais na trajetória da luz devido ao movimento relativo. O único observável.
O espaço vazio não pode ser observado, pois ele não interage com as estruturas materiais.

As trajetórias da luz dependem do referencial. E são mais longas em referenciais movendo. Como a velocidade da luz no vácuo é considerada constante e absoluta onde as trajetórias são mais longas teremos maiores intervalos de tempo.
Um exemplo:
Consideremos um vagão de um trem em movimento e um sinal luminoso que saia do piso atinja o teto e retorne ao piso. O tempo para a luz fazer este percurso é o dobro da altura do vagão dividida pela velocidade da luz em relação ao vagão.
Mas o vagão move-se e enquanto a luz sobe e desce nele, em relação à estrada, ela move também em uma direção horizontal e por isto a distância percorrida pela luz será maior que o dobro da altura do trem em relação à estrada. Como a velocidade da luz pode ser considerada constante e absoluta e assim é considerando; o tempo gasto entre a emissão da luz do piso e sua volta a este será maior no referencial estrada que no referencial vagão. No vagão terá passado um intervalo de tempo menor que o que passou em relação à estrada. E a relação entre estes intervalos de tempo (conforme as transformações de Lorentz) é uma função de v (velocidade relativa dos referenciais) e de c (velocidade da luz no vácuo). A diferença entre estes intervalos de tempo será tanto maior quanto maior a velocidade do trem.
Considerando a velocidade da luz constante e absoluta. O tempo e o espaço tornam-se relativos. Pois d=c.t; assim pelo fator que multiplica t, d fica multiplicado. Assim, em qualquer referencial, para a luz, d/t é a constante c.

A sincronização de relógios deve ser feita utilizando um mensageiro que viaje de dois pontos eqüidistantes do observador com velocidade constante, ou na máxima velocidade possível. Os eventos utilizando ou uma condicionante ou outra serão considerados simultâneos se forem observados simultaneamente.

Em termos práticos é como se a velocidade da luz fosse constante e absoluta, pois ela sendo a máxima não afeta a seqüência temporal dos eventos. Não podemos observar o movimento absoluto. Só podemos observar trajetórias e outras propriedades do movimento de forma relativa. Daí termos de aceitar lidar com grandezas relativas, mas representadas de forma objetiva. As transformações de Lorentz servem a este propósito.

O que é tempo relativo?
É o tempo passível de medição, ou de comparação, em referenciais inerciais diferentes.

O que é espaço relativo?
É o espaço passível de medição, ou de comparação, em referenciais inerciais diferentes.

Uma variação de velocidade descrita por um referencial inercial verdadeiro será descrita igualmente por todos os outros?
Sim.
Entre colisões os unifótons são referenciais inerciais verdadeiros. Absolutos. Pois só através de colisões há alterações no movimento de um unifóton. Em relação a esses referenciais as acelerações são absolutas. A aceleração em relação a um será a mesma em relação a qualquer outro.

As medições representam ou descrevem aspectos da natureza?
As medições representam o que é passível de comparações objetivas dentro das limitações impostas pela natureza a estas comparações. Não são comparações absolutas. Logo são representações da realidade e não a descrição dela.

Por que a teoria da relatividade é uma representação da realidade e não uma descrição dela?
Porque ela lida com medições que embora objetivas, não são absolutas. Por exemplo, com os espaços e tempos relativos.

A teoria da relatividade restrita é uma representação da realidade e não uma descrição desta. Que vantagens e que limitações teorias deste tipo trazem?
Se considerarmos a representação como sendo descrição, então seremos iludidos.
Estas teorias não podem servir de base para teorias mais amplas. Pois estas devem partir de princípios mais próximos de uma descrição da realidade. Para explicar as representações devemos saber o que é a realidade.
No caso do vagão, citado acima, conforme sua velocidade implicará em medições diferentes de espaço na direção de seu movimento. A medida do espaço depender da velocidade é parecido com o caso da retina, para ela a área iluminada é maior quando mais próximo do objeto extenso que lhe envia luz e daí a dedução de ser menor o espaço mais distante. Isto é o que se observa, mas não a realidade.
A representação possível é útil quando objetiva. Quando permite a comparação experimental. É útil à prática.
O olho nos dando uma representação objetiva da realidade nos é útil.
A teoria da relatividade restrita nos dando uma representação objetiva da realidade nos é útil. Permitindo a checagem experimental. É útil à prática.

Na verdade a velocidade da luz depende do referencial, mas como vimos é conveniente, prático e objetivo considerá-la absoluta.

Para uma estrutura e o vácuo de sua vizinhança, o tempo é absoluto, e seus intervalos de tempo e espaços menores, do que o que dela pode-se medir em outro referencial em movimento.
Este tempo nomeado como próprio na teoria da relatividade restrita é o tempo absoluto.
Pois o ritmo das interações dos unifótons só depende da densidade deles e de seus tamanhos verdadeiros.
As alterações nas medições dos tempos e espaços em referenciais diferentes devido ao movimento relativo destes, embora objetivos, não descrevem a realidade, mas apenas a representam. Para cada velocidade do vagão, e “visto” deste, o tamanho dos objetos ao longo da estrada não podem ser verdadeiramente diferentes. As alterações de densidade, de tamanhos são representações e não a descrição da realidade.
Em cada referencial ligado a uma estrutura temos o tempo próprio e de acordo com a teoria dos unifótons absoluto e daí um espaço próprio ou absoluto.
O ritmo de qualquer processo em cada referencial ligado a uma estrutura material é de fato absoluto. Mas quando medido de outro referencial este ritmo não pode ser observado, pois a medição objetiva do tempo em referenciais em movimento relativo é relativa.
Por causa do efeito Doppler as medições de freqüências das ondas dependem da velocidade das fontes e/ou dos observadores em relação ao meio de propagação delas. Embora em relação á fonte de onda a freqüência dela seja absoluta.
O que uma onda comunica depende da velocidade de sua fonte e/ou de seu observador.
Em si, uma fonte tem uma freqüência, mas o que ela comunica é outra coisa.
O mesmo se dá com o tempo, o tempo próprio é um, mas o comunicável a outro sistema de referência em movimento uniforme é outro.
O mesmo se dá com o espaço, o espaço próprio é um, mas o comunicável a outro sistema de referência é outro.
As medidas de tempo e espaço comunicadas de um referencial inercial para outro são relativas, mas o tempo e o espaço próprio não.
Para o observador faz sentido o que é observado, pois isto lhe é comunicado. Mas o que é, às vezes, não é observável.

No caso, do famoso paradoxo dos gêmeos, ao contrário dos outros julgo que quando os gêmeos reencontram aparentam a mesma idade. O tempo absoluto passa igualmente em todos os referenciais. Assim como o tamanho dos objetos não depende da distância a que estamos deles. Assim como a informação: em distâncias maiores os objetos nos parecem menores é útil, é prática, nos trás uma representação da realidade objetiva. Do tamanho, a certa distância, nós podemos determinar o tamanho em outra. Quando aproximamos dos obstáculos desviamos deles de forma conveniente. Podemos utilizar tal informação para teleguiarmos objetos. Funciona.

A idéia do tempo relativo só é útil enquanto há movimento relativo. No referencial de cada um dos gêmeos o tempo passa em sua forma absoluta. Quando os gêmeos reencontram este fato é verificado na aparência deles de mesma idade.
Este paradoxo é uma evidência de ser a teoria da relatividade apenas uma representação útil e funcional da realidade e não a descrição da realidade.
As representações não descrevendo a realidade tal qual ela é, pode nos levar ao absurdo. Embora possam também nos ajudar a entender certos resultados.
Sabemos que as imagens dos objetos mais distantes apenas nos apresentam menores; por isto, não estranhamos o fato delas nos apresentarem maiores quando próximas.
O tempo observado de vida de partículas no laboratório é menor do que o tempo de vida delas quando em movimento. Não se pode comparar a representação dos dois casos do tempo de vida, isto é como dizermos as coisas mais distantes são menores. Na representação é que são e não na realidade. Na representação da teoria da relatividade são diferentes. Estas representações são objetivas e úteis, mas não descrevem a realidade tal qual ela é.
Se os gêmeos resolverem mandar sinais luminosos de um ao outro a cada 1000 batidas do coração de cada um. O gêmeo que acelera para mudar de referencial (o que sai da Terra e depois volta) receberá mais sinais, por causa do efeito Doppler relativístico, mas isto decorre da condição experimental. Se eles julgarem a idade um do outro pelos sinais recebidos não terão a mesma idade ao reencontrarem. O que viajou estará mais moço ao reencontrarem. Mas, como o efeito Doppler afeta apenas as freqüências observadas e não a freqüência própria da fonte, então eles terão a mesma aparência, terão envelhecido igualmente e não de forma diferente. O número de batidas do coração de um será praticamente igual ao do outro.

Por que as leis físicas independem do referencial?
Leis físicas são relações gerais entre observáveis.
O observável depende do referencial. Não há referencial em repouso absoluto. Não se pode observar o espaço vazio. Ele não interage com os entes físicos. Os observáveis são relativos. Mas as relações entre estes não devem depender do referencial, pois em caso contrário não seria relações gerais, mas casos isolados.

Por que as leis físicas não descrevem a realidade?
Porque elas relacionam observáveis que são relativos e apenas representam a realidade.

Por que as leis físicas representam a realidade em sua forma observável (experimental)?
Só a forma observável é experimental. As leis físicas devem ser passíveis de checagem experimental.

Na teoria da relatividade generalizada a geometria do espaço-tempo é que determina os movimentos. Mas tal geometria é apenas uma representação da realidade. É aparente. O que de fato determina os movimentos são as colisões dos unifótons. O que representa a realidade é uma geometria distorcida pelas condições experimentais.

O tempo e o espaço relativos são os que importam para a teoria da relatividade, que pretende uma física válida para qualquer referencial.
As ondas eletromagnéticas (base das teorias da relatividade) ocorrem em tudo; inclusive em suas fontes e em seus observadores. Ela não é propriedade de um ente, mas de todo espaço físico.
Por isto as teorias da relatividade cuidam de relações entre eventos e não entre entes, tais como fontes e observadores. Estes são necessários, mas não postulados ou conseqüências de seus princípios. Não existem em sua lógica interna.
A observação, a medição e a relação entre grandezas dependem da condição experimental, mas a realidade não. Esta não pode ser percebida, nem medida, tal qual é.
Para as nossas observações rotineiras é como se a velocidade das informações fosse infinita. Uma vez que observamos coisas próximas e muito lentas em relação a c (velocidade da luz no vácuo). Daí termos como natural a idéia de Newton de tempo e espaços absolutos.

Causalidade
Na física clássica com o tempo absoluto a causalidade é possível. Pois a causa não pode vir depois do efeito. A meu ver a teoria da relatividade impede o raciocínio através de causa e efeito. Pois o tempo depende do referencial. O que vem antes depende do referencial. O efeito não pode vir antes da causa.
Como a causalidade é possível na teoria da relatividade?
Em um referencial os relógios podem ser sincronizados e então a causalidade é possível. A causalidade em um referencial pode ser diferente da de outro. Por exemplo: Suponha um contrato entre José e João assim: O que morrer primeiro deixa a seus bens ao outro, como herança. Se não for estabelecido o referencial este contrato não tem significado, pois pode acontecer que para um referencial João morra antes de José e para outro ocorra o contrário. Ou seja, a circunstancia determinante do futuro (a causa) depende do referencial. A causalidade torna-se relativa.
Na física newtoniana a força é a causa da aceleração. Na física de Einstein, como a aceleração depende do referencial, o conceito de força perde o significado. Daí outra causalidade. A geometria do espaço-tempo é que determina os movimentos. A causalidade torna-se relativa e dependente da estrutura espaço temporal.
A estrutura causal depende do processo de observação e é afetada pelas limitações intrínsecas da natureza à observação.
Se observadores em referenciais diferentes discordam da simultaneidade, então discordam também do que é causa e do que é efeito, pois o efeito não vem antes da causa.

A Física fica sem nexo causal, sem determinação. Não há consistência. Não há explicação. É que o nexo causal é propriedade local e não ação à distância instantânea. A ação instantânea á distância não existe.
Os princípios de conservação decorrem da não possibilidade de efeitos instantâneos á distância.

A luz é uma onda nas unidades elementares que compõem tudo. As propriedades das coisas constituídas dependem dos elementos que as constituem. Assim a velocidade dos verdadeiros entes elementares é propriedade básica e participa da determinação do comportamento de tudo e das fórmulas que representam tais comportamentos.
Como foi dito no texto anterior as transformações de Galileu resultam em contradições, especialmente, no eletromagnetismo. Já as transformações de Lorentz apresentam coerência. Para a Física ser independentes do referencial deve-se utilizar as transformações de Lorentz. Por estas transformações o que se mede em um referencial (tempo, espaço, campo elétrico, campo magnético, etc.) pode ter valor diferente para outro. Mas as leis da física continuam válidas. Sem contradições. A relatividade das grandezas físicas que para Galileu eram absolutas (tempo e espaço) é a mudança radical da teoria da relatividade restrita.



Sábado, Fevereiro 4

Capítulo III - A Estruturação Básica da Matéria

Capítulo III – O CAMPO ÚNICO E A ESTRUTURAÇÃO BÁSICA DA MATÉRIA
As estruturas elementares nos apresentam, de acordo com a teoria quântica, de uma forma estranha. Não são somente apresentadas como partículas e não são somente apresentadas como ondas. Se observadas com aparatos para observar ondas, elas são como ondas; se observadas com aparatos para observar partículas, elas são como partículas.
É absurdo supor que o aparato determine a natureza dos entes elementares.
Mas, na verdade, o que são as estruturas elementares? Não as podemos definir a partir dos aparatos experimentais e nem de experiências específicas, pois os aparatos e ou as condições experimentais nos permitem apenas representações da realidade. Há limitações naturais à observação da natureza, conforme já consideramos anteriormente.
O recurso é o processo de postular entes elementares com propriedades que os leve a estruturações, e depois verificar se as estruturas formadas apresentam as possibilidades de serem representadas nas formas que são observáveis. Caso isto ocorra; teremos a verdade sobre a natureza das estruturas elementares. É o que faremos.

O movimento dos entes elementares é que permite entender como eles se estruturam. A partir do entendimento da forma de mover dos unifótons, vista no capítulo anterior, definiremos Impenetrabilidade. Uma propriedade do espaço, um campo escalar básico. Grandeza que nos permitirá determinar a estruturação dos unifótons. A estruturação básica da matéria.

IMPENETRABILIDADE – CONCEITO BÁSICO PARA O ENTENDIMENTO DA ESTRUTURAÇÃO DA MATÉRIA.
Chamaremos de comprimento médio de vibração de um unifóton, λ , à distância média percorrida pelo mesmo entre duas colisões. Definimos livre volume médio, L, de um unifóton como o volume igual ao de tal unifóton ao considerarmos o raio do mesmo aumentado de λ .
Temos que o espaço, w, ocupado por um unifóton em dado tempo, t, é w=A.v.t+k,* onde A é a área da seção máxima do unifóton, v sua velocidade e k seu volume.
Fazendo w=L temos L= A.v.t + k ou t=(L-K)/A.v. Aqui temos a expressão que nos dá t ou o tempo gasto por um unifóton para ocupar seu livre volume médio. Chamaremos a este valor de penetrabilidade do livre volume médio do unifóton, ou de penetrabilidade da região próxima ao unifóton.
Definimos impenetrabilidade, I, como o inverso da penetrabilidade, ou seja, I=Av/(L-K).
Quanto menor o tempo para um unifóton ocupar seu livre volume médio maior a chance de colisão com outro que venha a ocupar tal volume. Aumenta-se a probabilidade da interseção entre as trajetórias desses unifótons em um instante. Para uma região que contém um número n de unifótons teremos um volume, n.L, que é a soma dos livres volumes médios dos unifótons, um volume, n.k, que é a soma dos volumes médios dos unifótons; uma densidade volumétrica de unifótons, d, que é n.K/nL=k/L; uma densidade numérica de unifótons, que é o número de unifótons, n, dividido por n.L igual 1/L; e generalizando o conceito de impenetrabilidade para uma região, consideraremos I como o inverso do tempo que certa região leva para ser ocupada pelos unifótons que a ocupam. Como I=(1/L).A.v/(1/L)(L-k) então, podemos, também, definir I= f/(1-d). Onde * f é a freqüência média dos unifótons considerados, pois f é proporcional a (1/L).A.v.

EXPLICAÇÃO DA ESTRUTURAÇÃO BÁSICA DA MATÉRIA
Regiões de unifótons maiores apresentam maior impenetrabilidade, pois I=f/(1-d) e estas terão unifótons com maior f e com maior d=K/L, pois K é proporcional a R.R.R onde R é o raio de K, e L é proporcional a
(R+ λ).(R+ λ ).(R+ λ).
Como λ é tanto menor quanto maior for R então ao aumentar R, (R+ λ) aumenta em proporção menor e daí d=K/L ser maior para unifótons maiores. Os unifótons que apresentam menor freqüência apresentam maior comprimento de onda, (maior distância média entre duas colisões sucessivas) podemos dizer que eles têm maior liberdade para movimentarem. Os unifótons maiores serão confinados por menores, pois estes têm maior liberdade para movimentarem e vizinhança menos impenetrável. Assim, os unifótons tendem a se estruturarem de tal forma que os de tamanhos iguais se ajuntem formando estruturas em primeiro grau de complexidade e estas podem se estruturar em ordem tal que as constituídas por unifótons maiores sejam envolvidas pelas de unifótons menores, como se fossem cascas envolvendo cascas. Formando estruturas em segundo grau de complexidade ou estruturas de camadas. As estruturas em segundo grau de complexidade podem ser envolvidas por camadas, como se fossem embrulhos dentro de embrulho, formando estruturas em terceiro grau de complexidade e assim por diante. Podendo ocorrer múltiplas estruturas de um mesmo tipo ou de um mesmo grau de complexidade.
Camada, que envolva imediatamente e diretamente, a várias estruturas não pertence a estas e será nomeada como camada de ligação.
Uma estrutura não apresenta camada(s) em comum com outras. Uma camada de ligação limita estruturas.
A matéria se estrutura em camadas de unifótons.
Definiremos partícula como estrutura(s) de camada(s).
A camada de ligação que interliga partículas (camada de ligação externa) não as constitui.
As camadas de ligação que interligam partículas constituintes de uma outra pertencem à constituída.
A camada de ligação que é apenas externa é, também, a constituída pelos menores unifótons. Quando tratarmos de estrutura que tenha outra camada de ligação, que não a dos menores unifótons; estaremos cuidando de uma estrutura que é constituinte de outra mais complexa.
Às estruturas que têm como camada de ligação à camada dos menores unifótons nós a nomearemos como estrutura ou partícula integral.
As partículas integrais podem ser constituídas por estruturas em todos os graus de complexidade possíveis.
Todas as estruturas, em todos os graus de complexidade, são constituições de camada(s). Estas são as estruturas genéricas.

COMENTÁRIOS
Quais as vantagens de uma definição de estrutura material?
Temos agora uma estruturação básica derivada de unidades elementares. Uma estruturação não postulada ou intuída da experiência, mas inferida teoricamente. Tendo a definição da estruturação básica poderemos dela derivar teoricamente suas propriedades e seus comportamentos. É o que faremos neste capítulo e nos próximos. Onde, também, comentaremos sobre a conformidade desses resultados com os fatos experimentais da atualidade.
Na teoria dos unifótons temos uma descrição teórica da natureza e não, como faz a teoria quântica onde temos apenas uma representação da realidade.
A teoria dos unifótons nos permite explicar quais representações da natureza procedem e quais não. E onde procedem e onde não.
A descrição permite também uma interpretação verdadeira da realidade. A representação é limitante neste sentido.
O observável não é a realidade, conforme já tratamos. A teoria dos unifótons parte de entes não observáveis: dos unifótons, e daí não partir de representações da realidade. Esta teoria não é limitada pelas condicionantes observacionais.

Há ondas no campo de impenetrabilidade?
Sim.
Uma variação ou na freqüência média dos unifótons de uma região, ou uma variação na densidade volumétrica (d) de seus unifótons altera I=f/1-d; uma variação em f e em d pode também alterar I.
Uma alteração de I em uma região produz alteração na vizinhança; pois a impenetrabilidade em uma região afeta a da vizinhança.
Onda é uma perturbação que se propaga.
Há ondas no campo de impenetrabilidade.

O que causa ondas no campo de impenetrabilidade?
Tudo que gera perturbações no campo de impenetrabilidade.
Por exemplo, o movimento de uma estrutura básica em um meio. Pois daí há alteração de d e da f do meio.

Como as ondas de impenetrabilidade desestabilizam as estruturas?
O campo de impenetrabilidade ocorre em todo espaço físico. Portanto ocorre também no interior das partículas. É este campo que determina a estruturação e daí também a estabilidade das estruturas. Então naturalmente uma onda de impenetrabilidade pode desestabilizar as estruturas. Podendo inclusive haver emissão ou absorção de estruturas pela desestabilizada, uma vez que uma estrutura pode ser composta por outras.
No efeito fotoelétrico as ondas eletromagnéticas (que são também ondas no campo de impenetrabilidade), ao atingirem certos metais, provocam a emissão de elétrons dos mesmos.
As estruturas físicas ao serem atingidas por radiações (ondas no campo de impenetrabilidade) podem absorver ou emitir fótons (certo tipo de estruturas de unifótons).

Uma partícula pode gerar ondas?
Uma partícula participa na determinação do campo impenetrabilidade em sua vizinhança, conforme veremos nos próximos capítulos.
Se não há movimento relativo entre estruturas o campo na vizinhança das mesmas não se altera. Mas havendo movimento de uma esta criará uma alteração no campo de impenetrabilidade que se propagará, ou seja, gerará uma onda.

Uma onda pode gerar partículas?
Uma estrutura pode emitir unifótons e até mesmo estruturas destes, ao ser desestabilizado por uma onda de impenetrabilidade.
Os unifótons emitidos se estruturam. Logo é como se uma onda gerasse partículas. Ela pode ocasionar o surgimento destas.

Qual a relação do campo de impenetrabilidade com os outros campos que determinam as estruturações: campo gravitacional, eletromagnético e o das forças nucleares?
Como o campo de impenetrabilidade é o único (o procurado por muitos físicos); nós veremos os outros campos como casos particulares deste.
Os vários tipos de forças são casos particulares da lei de transferência de velocidades entre os unifótons (a lei básica da natureza).

Há limites para a impenetrabilidade nas estruturações de unifótons?
A densidade volumétrica de unifótons (d) não pode ser 1. Logo a impenetrabilidade não pode ser infinita. Lembre-se que I=f/1-d.
E a indeterminação da freqüência de colisões dos unifótons, quando em densidade acima de certo valor (muito alto, como nós vimos no capítulo anterior), torna indefinida também a impenetrabilidade deles (neste caso acima de certo valor também), pois I=f/1-d. Levando à desestruturação da matéria. Logo, a matéria apresenta um limite superior para sua impenetrabilidade. A razão da explosão de uma região com alta densidade (caso de alguns astros no final de suas existências) é agora entendida. Onde d é muito alto, I é indefinida as estruturas se desfazem.
Se L for muito maior do que K, então d=k/L aproxima-se de zero. E a impenetrabilidade decresce aproximando-se de f e como já vimos o valor da freqüência não cai indefinidamente nas estruturações de unifótons, então o mesmo ocorre com a impenetrabilidade.

Como varia a impenetrabilidade em uma partícula integral?
A parte mais central das partículas apresenta unifótons com maior freqüência e maior densidade volumétrica. Logo com maior impenetrabilidade.
A conclusão, a que chegamos da estruturação da matéria em camadas e tão mais impenetráveis e densas quanto mais internas, está em conformidade com a visão atual da estrutura da matéria.

Por que é famosa a experiência da dupla fenda?
Por que ela revela os mistérios das estruturas básicas da matéria, na visão da teoria quântica. Dos fótons, dos elétrons, dos átomos, ...

Que mistérios são estes?
1. As unidades básicas da matéria apresentam um caráter dual. De ondas e de partículas.
Quando se observa o caráter ondulatório não se observa o de partícula e vice-versa.
2. Não se pode estabelecer uma trajetória rigorosa para os entes elementares. Há uma imprecisão na medição simultânea da posição e da velocidade destes entes. Este é o princípio da incerteza.
Se observada a partícula para determinar por que fenda ela passa (sua posição) não se observa a figura de interferência (a onda).
Para estes entes, as previsões de suas localizações são probabilísticas e dependentes das ondas de impenetrabilidade.
3. A representação quântica de todos os entes elementares é de mesma natureza. Ou igualmente estranhas.

Por que quando se observa o caráter ondulatório das unidades básicas da matéria não se observa o caráter de partícula delas e vice-versa? Como a teoria dos unifótons desvenda este mistério?
Observa-se uma partícula fazendo-a interagir com outra(s).
Uma das maneiras de se observar o caráter ondulatório de um ente físico é através da figura de interferência.
Quando uma partícula elementar se move ela cria uma onda de impenetrabilidade.
Quando esta onda atinge um anteparo com duas fendas, então cada fenda funciona como uma fonte de ondas e as ondas destas fontes interferem formando uma figura conhecida como figura de interferência.
Mas outras ondas de impenetrabilidade podem atrapalhar a figura de interferência. E quando uma partícula é lançada para interagir com outra (a ser observada) ela cria ondas de impenetrabilidade. Estas ondas perturbam a figura de interferência. Ai só a partícula alvo é que pode ser observada e não a figura de interferência gerada por sua onda. E é isto que ocorre.
Pode ocorrer também da partícula em movimento ser absorvida por outra estrutura e assim deixar de criar sua onda, mas ai não se observa mais nem a partícula e nem a onda.
A observação das ondas não é possível quando se observa as partículas que as geraram. A observação das partículas não é possível quando se observa as ondas geradas por elas.
Não se pode observar ao mesmo tempo uma partícula e a onda gerada por ela.
Existem, em toda parte, muitas partículas elementares (conforme veremos nos próximos capítulos) então uma a mover colide com outra de mesma natureza e assim a direção delas pode ser alterada.

Por que não se pode estabelecer uma trajetória rigorosa para as partículas elementares? Como a teoria dos unifótons desvenda este mistério?
A partícula que passa por uma das fendas (na famosa experiência da dupla fenda) pode ser outra que não a que iniciou o movimento e após a fenda, da mesma maneira, através de colisão outra pode ser colocada em movimento e em direção diferente. E uma destas partículas pode ser tomada como outra. Ficando indeterminada a posição delas.

Por que a previsão da localização de partículas elementares é probabilística? Como a teoria dos unifótons desvenda este mistério?
Vimos que a trajetória atribuída a uma partícula pode ser de várias e em direções incertas. Não é determinada.
Como a onda de impenetrabilidade é que desestabiliza a estrutura que assim poderá absorver a partícula que move em seu sentido, então a intensidade de tal onda é que determinará que partícula e em que lugar apresenta determinada possibilidade de ser absorvida e/ou observada.

Por que a representação quântica de todos os entes elementares é de mesma natureza? Igualmente estranhas?
Porque só há uma forma de estruturação básica da matéria. A dada pelo campo único. Pelo campo de impenetrabilidade. Formadas de uma só maneira. Terão propriedades e representações semelhantes.

A estranha e misteriosa representação quântica dos entes elementares da natureza tem então uma origem; uma explicação na teoria dos unifótons. Estamos a desvendar tais mistérios.

Que efeitos na causalidade são determinados pela teoria quântica?
A física até o princípio da incerteza era determinística. Dadas as condições iniciais determinava-se o futuro. Após tal princípio temos uma nova física. Uma física probabilística. Dadas as condições iniciais há probabilidades diversas para o futuro. O passado não determina o futuro, mas o potencializa em probabilidades diversas.
A previsibilidade deixa de ser determinística e passa a ser probabilística.
A posição futura de uma partícula torna-se indeterminada. A trajetória das partículas não definidas rigorosamente.
Um elétron, por exemplo, não tem uma trajetória bem definida.

Como um elétron não tem uma trajetória bem definida se na TV esta é controlada para o mesmo atingir uma ou outra região da tela? E na câmara de Wilson onde a trajetória do elétron é fotografada?
A mecânica quântica é útil e sua representação da realidade aceitável quando a partir do caráter ondulatório das estruturas elementares pretende-se prever posições de partículas.
O rigor na definição da trajetória na teoria quântica é da ordem do comprimento de onda de impenetrabilidade. E a largura da trajetória do elétron na câmara de Wilson ou da região atingida por cada elétron na tela da TV são muito maiores do que os limites impostos pelo princípio da incerteza. No caso são dimensões maiores até do que sistemas de moléculas.
No átomo, por exemplo, de acordo com a teoria quântica a trajetória do elétron é indefinida.
Na verdade os entes materiais elementares (elétrons, fótons, ...) são partículas (são estruturas de unifótons) e apresentam trajetórias. Mas limitações experimentais vindas da própria natureza (como vimos acima) impendem a observação rigorosa de seus entes básicos.
A teoria quântica determina estes limites, e apresenta uma representação do observável. Este é seu mérito. E não é pouco.

Sexta-feira, Fevereiro 3

Capítulo IV - De Como as Estruturas Genéricas Determinam seus Constituintes e seus Limites em Densidade de Unifótons


Capítulo IV – As Estruturas Genéricas Determinam seus Constituintes e seus Limites
....Inferimos teoricamente a existência de estruturas genéricas.
..Serão estas as reais? ..Terão elas as propriedades básicas das estruturas reais? .... A física anterior a esta não tem da matéria definição e não define quantidade de matéria.
....As grandezas básicas só podem ser definidas a partir da definição de quantidade de matéria. Daí a física anterior não ter definições destas grandezas.
....A física anterior apresenta formas de medir suas grandezas básicas, e como estas são inter-relacionadas temos as relações matemáticas (as quais representam o comportamento da natureza).
....Os físicos atuais tentam interpretar suas representações matemáticas da natureza, mas não conseguem, pois medem e relacionam o que não definem.
....Neste capítulo reverteremos este quadro. Definiremos as grandezas básicas.

....Veremos agora a razão das estruturas materiais apresentarem as propriedades básicas: quantidade de matéria, matéria escura, energia escura, inércia, energia, quantidade de movimento, etc., que serão definidas.
....Faremos também considerações sobre a conservação ou não destas grandezas nos sistemas de estruturas.
....Vimos que os unifótons têm intrinsecamente a capacidade de se estruturarem, através do campo de impenetrabilidade.
....No final deste capítulo cuidaremos de ampliar o significado deste campo.
E daí, ao contrario da física atual, veremos a razão das quantificações intrínsecas das grandezas básicas nas estruturas elementares (o que permite a distinção delas).

A AUTODETERMINAÇÃO DAS ESTRUTURAS
....Para definirmos as propriedades básicas das estruturas veremos, neste tópico, o que as estruturas determinam para si. As tendências intrínsecas delas.
TENDÊNCIA CENTRÍPETA
..É mais freqüente um unifóton que saí de uma região menos densa para uma mais densa, da extremidade para o centro das estruturas genéricas, colidir simultaneamente com mais de um unifóton do que em caso contrário. Esta é a condição em que ocorrem fontes de velocidades e aumento de unifótons que deslocam de regiões menos densas para regiões mais densas. Tendência ao aumento da diferença de densidade entre duas regiões. Tendência centrípeta. ..Tendência que é tanto maior quanto maior a diferença de densidade entre regiões.
EFEITO EMPACOTAMENTO
..A tendência centrípeta fará ocorrer convergência de velocidades surgidas nas colisões múltiplas e simultâneas segundo direções radiais e voltadas para o centro das estruturas. Ocorrendo sumidouro de velocidades, em colisões de mais de um unifóton em movimento nestas direções e sentidos contra um outro, por causa da convergência das velocidades radiais para o centro das estruturas. A este efeito chamaremos "empacotamento".
..O empacotamento cresce com o decréscimo da distância até o centro das estruturas, onde tal efeito é máximo e também, e por conseqüência dele, é máxima a densidade de unifótons. Unifótons movem para uma pequena região. ..Toda estrutura apresenta na parte central de sua camada mais interna o valor máximo possível para a densidade de unifótons.
TENDÊNCIA CENTRÍFUGA
..No centro das estruturas, onde ocorre a densidade máxima, não há o efeito tendência centrípeta, nem efeito empacotamento, pois nesta situação, conforme já vimos, o movimento dos unifótons torna-se indeterminado em termos de freqüência e de velocidades. Os unifótons, nesta região, perdem sua capacidade de estruturarem-se, comportam de maneira semelhante a um "líquido", e assim ocorre uma espécie de "evaporação" na região central da estrutura. Partes de seus unifótons estariam sempre saindo desta região e a ela voltando pelo efeito externo à mesma, onde ocorre a tendência centrípeta, num processo semelhante à "condensação". O equilíbrio entre estes efeitos determinaria uma estabilidade para a estrutura, embora em forma dinâmica.
..Os acréscimos na diferença de densidade de unifótons devido à tendência centrípeta resultam em aumento da diferença de impenetrabilidade entre as regiões.
..Os unifótons tendem a deslocar maiores distâncias no sentido de regiões mais impenetráveis para regiões menos impenetráveis. Como as partes centrais das estruturas são mais impenetráveis, os unifótons tendem a deslocar para as regiões mais externas. Tendência a diminuir a diferença de densidade e ao aumento de tamanho das estruturas de unifótons. Tendência centrífuga. A tendência centrífuga cresce com o aumento da diferença de densidade entre as regiões. É uma conseqüência da tendência centrípeta e limitada por ela.

A DISTRIBUIÇÃO DE DENSIDADE NAS ESTRUTURAS
..Em toda estrutura integral, além do valor máximo da densidade de unifótons em seu centro, ocorre em sua camada mais externa o valor mínimo de densidade nela, pois envolvida pela camada envolvente de todas as outras, a camada dos menores unifótons.
..Entre os valores máximo e mínimo da densidade de unifótons nas estruturas há uma graduação da mesma sempre decrescendo do interior para o exterior de cada estrutura. A variação da densidade de unifótons no interior de cada camada é suave, sem saltos. Ao passar de uma camada para a vizinha imediata ocorre um salto de densidade de unifótons, pois nestas regiões a densidade varia também pela variação do tamanho dos unifótons.

A ROTAÇÃO DAS ESTRUTURAS GENÉRICAS
....Explicação da rotação intrínseca das camadas.
Consideremos, num plano perpendicular a uma camada e nela, o número "nh" como sendo dos unifótons dela que apresentam componentes de velocidade no sentido horário e "na" como sendo o número dos que apresentam componentes de velocidade no sentido ante - horário.
....Sendo "vh" a média aritmética das componentes das velocidades, que são no sentido horário, e "va" a média aritmética das componentes das velocidades no sentido ante-horário. Teremos no sentido horário o produto "nh.vh" e no sentido ante- horário o produto "na.va".
..Os unifótons apresentam mais colisões anteriores que em outras regiões dos mesmos. Um unifóton mais veloz apresenta mais colisões (sendo de mesmo tamanho que os demais e estando em mesma densidade, que é o caso dos unifótons que ocupam uma mesma distância do centro de uma camada); esse tendo então maior probabilidade de colidir simultaneamente com mais de um unifóton que os outros, multiplica desta forma a velocidade segundo o sentido de seu movimento. (Veja a lei sobre transferências de velocidades entre os unifótons, capítulo 1). ..Então se um dos valores "nh.vh" ou "na.va" for maior do que o outro a tendência será aumentar mais a diferença até certo limite, pois com a orientação dos movimentos dos unifótons cai as colisões no sentido do movimento deles. ..Determinando um sentido de giro para cada plano, como o definido acima, e extrapolando uma rotação para toda a camada e para todas as camadas de cada estrutura delas.
..Como é muito improvável aos valores de n.v de sentidos opostos permanecerem iguais; improbabilidade esta que cresce com o passar do tempo, então as camadas terão uma rotação com sentido definido. As camadas apresentam uma rotação intrínseca.
....A rotação intrínseca das camadas é prevista e explicada por esta teoria! Uma estrutura genérica é constituída por estrutura(s) de camadas. As camadas vizinhas imediatas tendem a girar em mesmo sentido.
..Estruturas separadas por uma camada de ligação giram em sentidos contrários.
..As limitações na densidade de unifótons determinadas nas e pelas estruturas implicarão uma limitação também para a tendência tangencial, pois a velocidade a que os unifótons tendem depende da densidade deles.

COMENTÁRIOS
..Qual a autodeterminação básica de uma estrutura?
..Uma estrutura determina basicamente seus números de cada tamanho de unifótons e as densidades deles.

..Como são as propriedades básicas de uma estrutura genérica?
..São decorrentes de sua autodeterminação básica, isto é, dos números de cada tamanho de unifótons e das densidades destes.
..São propriedades comuns as estruturas; com valores quantizados e interdependentes em cada estrutura.
..As medidas destas quantizações (grandezas) caracterizam um estado da estrutura, por serem interdependentes.

..Há princípios básicos explicáveis através da autodeterminação das estruturas?
..Sim. Os princípios de conservação das grandezas básicas.
....Após a definição destas grandezas cuidaremos destes assuntos.
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A QUANTIDADE DE MATÉRIA
..Em cada partícula pode haver mudanças em suas grandezas básicas (as que são funções de sua quantidade de matéria. Como energia, massa inercial...). Assim, contar o número de partículas de certa espécie (o que é feito na física e na química atuais na unidade mol) não determina de forma integral a quantidade de matéria. Em uma determinada partícula a quantidade de matéria pode variar.
.Uma partícula é estável quando não sofre variação nem no número de cada tamanho de seus unifótons, nem na densidade deles. Assim ela não sofre alteração em sua quantidade de matéria.
.Nas colisões dos unifóton temos a comunicação básica, a comunicação de velocidades. A soma das freqüências dessas comunicações é uma medida do quanto a matéria é em cada estrutura. É uma medida da quantidade de matéria de uma partícula.
.Os unifótons existem em cinco tamanhos: aos menores nomearemos como os de tamanho 0; aos imediatamente maiores, nomearemos como de tamanho 1; aos imediatamente maiores que os de tamanho 1, nomearemos como de tamanho 2; aos imediatamente maiores que os de tamanho 2, nomearemos como de tamanho 3; e aos maiores, nomearemos como de tamanho 4..Podemos escrever, assim: m=n1.f1+n2.f2+n3.f3+n4.f4.
Onde m é quantidade de matéria de uma estrutura, n1 o número de unifótons dela de tamanho 1, com valor médio de freqüência igual a f1; n2 o número de unifótons dela de tamanho 2, com valor médio de freqüência igual a f2; n3 o número de unifótons dela de tamanho 3, com valor médio de freqüência igual a f3; n4 o número de unifótons dela de tamanho 4, com valor médio de freqüência igual a f4.
.. Como f é função da densidade, do número e do tamanho dos unifótons, então m é uma função destes parâmetros e daí servir como medida da quantidade de matéria. ..Os unifótons de tamanho 0 não entram na determinação da quantidade de matéria de uma partícula, pois não pertencem a uma estrutura. Eles fazem parte da camada de ligação entre todas as estruturas integrais.
..A unidade de quantidade de matéria é o inverso da unidade de tempo.
.Podemos tomar como unidade de tempo, ut, o inverso da menor freqüência de um unifóton. O inverso da freqüência dos unifótons de tamanho 0 (não confundir com nulo; zero é como estou nomeando o tamanho de um tipo de unifótons) e na mínima densidade. Nesta unidade de tempo, a freqüência é dada como 1/ut, que também será nossa unidade de quantidade de matéria. Aqui não temos a freqüência de uma estrutura, mas uma soma de freqüências e com um significado próprio, assim, a unidade de quantidade de matéria deveria ser caracterizada de outra maneira para não haver confusão. Poderíamos nomear 1/ut como um. Unidade de matéria.

COMENTÁRIOS
.O que é matéria?
.É uma função do número de cada tamanho de unifótons e da densidade destes.
.. Só alterando pelo menos um destes fatores pode-se alterar a quantidade de matéria de uma partícula.

.Os valores das grandezas básicas de uma estrutura elementar caracterizam um estado da mesma.
..Uma estrutura pode mudar de estado por si só?
..Não.
..Uma estrutura não pode mudar de estado por si só. Isto é sem transferir ou receber unifótons, ou estruturas destes e/ou sem alterar seu volume (ou sua densidade). E o volume de uma estrutura depende da estrutura da qual ela é constituinte, e ou das estruturas em sua vizinhança.
..As estruturas em conjunto é que apresentam uma autodeterminação de suas grandezas básicas. Alterações nestes valores podem ocorrer através de interações entre estruturas.

..Há na física anterior a esta uma definição de matéria?
..Não.
Se houvesse uma definição de matéria a mesma poderia ser usada para definir, energia, carga elétrica, etc. que são grandezas dependentes da quantidade de matéria.

..Poderemos definir as outras grandezas básicas utilizando a definição de matéria e de quantidade de matéria desta teoria?
..Naturalmente e é o que faremos, pois as estruturações definem basicamente o número de cada tamanho de unifótons e em qual densidade em cada estrutura. A matéria das estruturas. E as propriedades básicas das estruturas decorrem de suas matérias.

..Sem uma definição de matéria e de quantidade de matéria como a física anterior “mede” tal grandeza?
..Como as grandezas básicas dependem da quantidade de matéria; então medindo tais grandezas mede-se indiretamente a quantidade de matéria.
Ou seja, tomando às vezes a massa inercial, às vezes a energia, às vezes o número de partículas de certa espécie como quantidade de matéria. Embora haja limitações em tais atitudes.

..No universo a quantidade de matéria se conserva?
..A quantidade de matéria é função do número de unifótons em cada tamanho e da densidade deles. O número de unifótons em cada tamanho não altera (pela hipótese desta teoria), mas é fato que o universo está em expansão; então a densidade de unifótons atualmente decresce. Logo a quantidade de matéria do universo não se conserva.

.. Como a quantidade de matéria é função crescente da freqüência dos unifótons e com o decréscimo da densidade deles no universo, decresce a freqüência dos mesmos; então a quantidade de matéria do universo está decrescendo.

.O que é matéria escura?
.Certa matéria que não apresenta radiação com freqüência definida e daí não poder ser observada diretamente através de ondas. Daí o seu nome escura.
....Ela é observada indiretamente através de seu efeito gravitacional. Por exemplo, as estrelas giram em torno do centro de suas galáxias e especialmente as mais distantes dos centros galácticos com velocidades tais que se fossem atraídas apenas pela massa visível escapariam de suas galáxias. O que não ocorre.

..Que matéria é esta que não apresenta radiação com freqüência definida e apresenta atração gravitacional?
..A matéria da camada mais interna das estruturas, cujos unifótons individualmente não apresentam freqüências definidas (a que ocorre no limite máximo de densidade de unifótons); embora apresentem um valor médio de freqüência que vale também na definição de quantidade de matéria. Isto ocorre devido à limitação da densidade máxima possível. Esta camada apresenta matéria escura; que é dada pelo produto do número de seus unifótons com freqüência indefinida vezes sua freqüência média.
..A matéria escura está confinada no centro das partículas elementares e não apresenta freqüência definida. Não pode ser sintonizada.
..Em cada camada de unifótons há uma graduação da densidade e então uma faixa definida de freqüências. Exceto na camada mais interna das estruturas, onde uma parte dos unifótons não apresenta freqüência definida.
..Esta teoria prevê que toda partícula possui matéria escura e que as de maior m a possuem em maior quantidade. Daí, também, sua distribuição em conformidade com a quantidade de matéria em todo o cosmo; e em cada galáxia ela não está concentrada como em buracos negros, mas distribuída. O que está de acordo com observações astronômicas e, também, é mais um fator que dificulta sua observação.
..Da matéria existente uma parte não emite radiação que a caracterize. A radiação não nos informa sobre toda matéria existente no universo.
..A forma de atuar gravitacionalmente da matéria escura será vista quando tratarmos do campo gravitacional.

.O que é energia escura?
....A maioria das galáxias afasta uma das outras em forma acelerada. Algo promove então uma repulsão entre elas. Energia escura é o ente postulado para “explicar” tal fato.

..O que explica tal postulado? ..Os unifótons de tamanho 0. A camada de ligação de toda estrutura integral (já definida anteriormente).
.Sua quantidade de matéria em uma região é dada por no.fo.
..A energia escura, da mesma forma, não pode ser detectada, pois ela não pertence a qualquer partícula básica, mas pode ser sintonizada por apresentar definida freqüência.

...Que freqüência é esta?
.Em cada camada os unifótons tendem a uma freqüência e logo a um comprimento de onda. O que determina o comprimento de onda mínimo é a distância média mínima entre duas colisões de unifóton. Poderíamos considerar esta distância com ½ comprimento de onda. Distância entre dois nós.
..A radiação no interior de uma camada tem a natureza da radiação no interior de uma cavidade de corpo negro.
..O mesmo se dá na camada zero (camada dos menores unifótons, os de tamanho zero) envolvente de todas as estruturas.
..As antenas captam as ondas que propagam na camada zero. Logo a freqüência captada em todas as direções é a própria da camada zero.
...Atualmente 160,4 GHz é a freqüência capitada em todas as direções.
...Esta é a metade da freqüência média dos unifótons de tamanho zero; constituintes da camada zero. Freqüência dos unifótons da camada zero 320,8 GHz.
160,4 GHz é a freqüência observada em todas as direções do universo. Nomeada na física atual como radiação de fundo, e utilizada (através da teoria sobre corpo negro) na determinação da temperatura do cosmo. 2,725 kelvin.
..Como nas outras camadas na camada constituída pelos menores unifótons há um graduação de freqüência e, por tabela, de temperatura na camada envolvente de todas as estruturas. Pequenas variações de f e T. Como em um espectro de corpo negro.
..Como veremos, ao tratarmos do campo gravitacional, a presença da energia escura (camada zero) pode, também, ser notada por seu efeito atrativo para as partes internas de uma estrutura e repulsivo entre estruturas. ..As outras camadas podem ser de ligação entre estruturas não integrais e produzem a repulsão entre estas (que são constituintes de estrutura mais complexa) e também promovem a atração entre as partes internas das mesmas.
....O estudo mais detalhado destes campos ocorrerá no desenvolvimento desta teoria. Quando estudaremos a evolução estrutural do universo e reinterpretaremos a teoria do Big Bang.
....Veremos, por exemplo, que a estrutura inicial era formada por uma única estrutura de camadas; onde todos os unifótons de um tamanho eram envolvidos por todos os outros de tamanho imediatamente menores e assim por diante.
....A camada de unifótons de tamanho zero (a que caracteriza a energia escura) envolvia a única estrutura existente.
....Não havia interação entre estruturas de camadas (radiação), pois só havia uma.
....Logo que esta estrutura “explodiu” a camada zero passou a envolver várias porções de matéria. Surgiu a energia e radiação nomeada como de fundo. No início tal radiação era de freqüência mais alta pela maior densidade da camada zero.
....A física anterior a esta não tem uma explicação para a energia escura e não relaciona a energia escura com a radiação de fundo. Não tem como relacionar algo suposto conhecido (a radiação de fundo) com alguma coisa desconhecida (a energia escura).
....Na teoria do Big Bang, a radiação de fundo é a ocorrida nos primórdios do universo, quando os elétrons se ligaram aos prótons e nêutrons. Na formação dos primeiros átomos.
....Embora a radiação de fundo tenha surgido em época de altíssima temperatura ela nos chega como de apenas 3 K. A teoria do Big Bang explica esta diferença pelo expansão do universo.
..Na teoria dos unifótons com a expansão houve a redução da densidade da camada zero e com isto a redução da freqüência de seus unifótons para os valores atuais.
.. A radiação de fundo é apenas uma radiação natural da camada zero.

.. Como a camada zero (dos unifótons de tamanho zero) promove a expansão do universo?
....No início a camada zero envolvia a única estrutura de camadas existentes (o ovo cósmico), mas este se desestabilizou. A razão disto e de outros fatos tratados nesta questão serão explicados oportunamente.
....Ai surgiu o maior número de estruturas envolvidas pela camada zero. Mas estas foram fundindo umas às outras. A camada zero passou a envolver um número decrescente de estruturas.
..Assim o número de unifótons da camada zero por número de estruturas aumenta; promovendo o afastamento das estruturas.
..O espaço ocupado pela camada zero entre as estruturas foi e continua crescendo. Desta forma o “universo” expandiu e continua expandindo.

.O que é anti-partícula?
....Vimos que as estruturas materiais são constituídas por camadas e que camadas de unifótons menores envolvem camadas de unifótons maiores.
....Estruturas de camadas podem constituir estruturas mais complexas.
.Quando em uma estrutura apenas de camadas (partícula elementar) falta uma camada então esta estrutura é uma anti-partícula da equivalente que possui a camada em falta.

.. Uma vez que uma anti-partícula apresenta uma camada a menos podemos concluir que ela apresente menos massa que a sua correspondente partícula?
..Não; pois para manter sua estabilidade, como veremos, ele deve apresentar mais unifótons de outro(s) tamanho(s) constituindo suas outras camadas.

....Nas radiações gama (as mais energéticas) as vezes surgem elétrons e suas anti-partículas os pósitrons. E não se observa a formação de anti-partículas para radiações menos energéticas.
....Nas interações nucleares (as mais energéticas) surgem anti-partículas.
....Nas reações químicas (interações menos energéticas) não se observa a formação de anti-partículas.
..Por que o surgimento de anti-partículas se dá nas interações mais energéticas?
....Nas reações químicas há re-estruturações de estruturas complexas (constituídas por outras).
..A ligação entre as estruturas constituintes de outras é mais fraca do que as entre camadas de uma partícula elementar.
....As reações químicas ocorrem em interações menos energéticas do que nas interações necessárias à produção de anti-partículas.
..Nas interações não muito energéticas podem surgir apenas outras partículas de matéria –inclusive as elementares-, pois a energia da interação não é suficiente para arrancar uma camada de partícula elementar.

....Por que existe muito menos anti-partículas que partículas?
..Porque normalmente os unifótons estruturam-se em partículas e não anti-partículas.
.. Nas colisões entre partículas e anti-partículas, com energia suficiente, a matéria se desestrutura e reestrutura como partículas elementares, pois esta é a forma dos unifótons se estruturarem.
.. Portanto as anti-partículas são mais instáveis que as partículas e se formam em menor quantidade, e em situações especiais.
....Daí existir muito menos anti-matéria que matéria.
....A física anterior erroneamente considera que partícula e anti-partícula apresentam a mesma estabilidade e se forma em igual quantidade e por isto não pode explicar porque existe muito menos anti-partículas do que partículas.

..Não existe estruturas que levam muito tempo em sua constituição que sejam constituídos de anti-partículas, pois esta se desfaz antes. Não existem seres vivos de anti-partículas.

..Sempre que forma uma anti-partícula forma-se sua correspondente partícula?
..Sim.
..A formação de anti-partícula ocorre quando temos muita matéria (muita energia), daí a possibilidade da formação de estruturas básicas semelhantes.
..Na formação de anti-partícula uma camada é perdida e esta vai se estruturar formando uma nova partícula com as camadas que lhe falta.
..Isto é possível, pois nas colisões muito energéticas há desestruturações e reestruturações dos unifótons das partículas que se envolveram em colisões.
..E a tendência natural é a formação de partículas e não de anti-partículas.
....Cuidaremos dos casos específicos, da formação de cada tipo de anti-partícula no desenvolvimento desta teoria.
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ENERGIA DINÂMICA E ENERGIA
.O conceito de energia surgiu como entidade básica comunicada por uma estrutura física a outra; como causa dos processos ou fenômenos físicos; como algo necessário a alterações das grandezas fundamentais de um sistema físico. E medida por estas alterações, ou valores. Como definiremos, na linguagem da teoria dos unifótons, a tal grandeza?
..A grandeza básica de uma estrutura está relacionada à sua quantidade de matéria e não deixa de lado o objeto comunicável pelos unifótons: a velocidade. A comunicação básica é a de velocidade. Um unifóton é um comunicador de velocidades.
..Portanto definiremos energia em termos da quantidade de matéria e das velocidades dos unifótons de uma estrutura física.
.Procurando a simplicidade definiremos a medida da energia dinâmica, E, de uma estrutura como m.v. Onde m é a quantidade de matéria da estrutura e v a média aritmética dos módulos das velocidades dos unifótons da mesma.
.E=m.v, pois a medida das comunicações de velocidades em uma estrutura será proporcional a m e a v.
..Embora E tenha unidade de aceleração, não é uma aceleração da estrutura. .Assim, a unidade de energia na realidade seja a mesma da aceleração, adotaremos, para não haver confusão, a ue, unidade de energia. Para distância adotaremos o diâmetro do menor unifóton, ud. Unidade de distância. Faremos 1u e=1ud/ut.ut.
..Como a densidade das camadas e das estruturas, com certa quantidade de matéria (m), é limitada em seus valores máximos e mínimos então a energia dinâmica destas estruturas também será limitada.
.DEFINIÇÃO DE ENERGIA
.Definiremos energia, U, como o limite superior possível de energia dinâmica de uma partícula (ou de um sistema de unifótons).

.ENERGIA DE DENSIDADE
.Energia de densidade, D, é a energia dinâmica de uma partícula (ou de um sistema de unifótons) não manifesta; existente em potencial. D=U-E.
COMENTÁRIOS
..Matéria pode transformar-se em energia?
..Não. São conceitos diferentes. Embora a energia de um corpo dependa de sua quantidade de matéria.

..Por que nos fenômenos físicos a comunicação de energia entre os sistemas de partículas é tão importante?
..Alterando a energia de um corpo (mesmo apenas a relação entre sua energia dinâmica e de densidade) altera-se sua quantidade de matéria; pois alterando a densidade de um sistema de partículas altera-se a freqüência de seus unifótons. E as outras grandezas básicas dependem de sua quantidade de matéria.
..É por esta razão que na física anterior a esta as propriedades básicas de um corpo (sistema) servem para medir (ou “definir”) sua energia, tais como: massa, posição, velocidade,...
.Energia, na física anterior a esta, é um termo importante das equações. Serve para relacionar várias grandezas. É útil.
..A unidade de energia ser a de aceleração não representa um erro na definição de energia?
..Não. Na física havendo proporcionalidade entre duas grandezas. As medidas delas são dadas através de uma equação onde a diferença de unidades é resolvida com a unidade da constante de proporcionalidade.

..Por que na física anterior a esta a unidade de energia não é a de aceleração?
..Porque ela não é definida em função da quantidade de matéria e das velocidades dos unifótons.
.Na física anterior a esta a energia é uma função de propriedades básicas de uma estrutura, mas não definida de uma forma única. É um conceito operacional.
.A unidade internacional de energia é 1J=1N.m=1Kg.m.m/s.s.
..E quando um corpo sofre uma mudança de velocidade ele tem uma alteração em sua energia. Assim, aceleração determina parcialmente a energia de um corpo. ..Também, quando varia a quantidade de matéria de um corpo sua energia varia.
Embora seja arbitrária a definição de unidade de quantidade de matéria como a de um átomo de carbono 12 ou de um bloco de platina especificado, pois não é uma definição a partir da definição de matéria. E a matéria destes elementos varia com propriedades básicas deles.

..Como a teoria do Big Bang (anterior a esta teoria) não contradiz a conservação da energia do universo se a freqüência dos fótons cai com a expansão do universo e E=h.f (onde E é a energia de um fóton, h uma constante e f a freqüência da onda associada ao fóton)?
..A energia dos fótons cai, mas a energia potencial gravitacional aumenta, pois massas se afastam.

..Vimos que a matéria do universo está diminuindo. Isto afeta a quantidade de energia do universo?
..A expansão do universo (o que faz reduzir sua quantidade de matéria) permite apenas a transformação de energia de densidade em energia dinâmica e não o desaparecimento de energia.
..Veremos que a expansão do universo tem um limite. Então a energia dinâmica do universo tem um limite. Que é a energia do universo.
..O universo, ou uma estrutura, ou um sistema de unifótons qualquer se não perde ou ganha unifótons tem sua energia conservada, pois tem um limite mínimo para sua densidade.
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A INÉRCIA
..A inércia foi a explicação de Galileu para a razão de corpos de pesos diferentes apresentarem a mesma aceleração quando sujeitos apenas à gravidade da Terra. ..Os objetos sujeitos a forças gravitacionais maiores têm a mesma aceleração (devido apenas à gravidade) que os submetidos a forças gravitacionais menores; pois os mais pesados resistirem mais à aceleração. A idéia de inércia (resistência à aceleração) surgiu como um fato experimental.
....Agora devemos derivar a idéia de inércia não de fato experimental, mas de algo decorrente da natureza das estruturas genéricas inferidas teoricamente. Daremos uma explicação para o fato experimental: a inércia.
..As estruturas não podem, por si só, alterar seu movimento de translação.
....Explicação da não aceleração tangencial espontânea por uma estrutura.
.A velocidade vetorial de uma estrutura é a média aritmética das velocidades vetoriais de seus unifótons.
.Nas colisões unitárias, de um unifóton com apenas um outro, há apenas trocas das velocidades transferíveis.
..Logo se houvesse apenas este tipo de colisões entre os unifótons de uma estrutura; esta não iria acelerar por si só.
..Por outro lado, nas colisões múltiplas, de um unifóton com mais de um outro, pode não haver conservação da velocidade. Na colisão de um unifóton em movimento com outros que estejam parados, por exemplo, há aumento da velocidade, há aceleração do sistema de unifótons participantes da interação, ocorre uma fonte de velocidade; e se, ao contrário, unifótons em movimento segundo uma direção e sentido colidem com um parado há uma diminuição da velocidade, há desaceleração do sistema, ocorre um sumidouro de velocidade.
....Já tratamos deste assunto: fontes e sumidouros de velocidades.
..Se a todo aumento de velocidade em uma parte de uma estrutura corresponder, "simultaneamente", ou quase simultaneamente, em um pequeno intervalo de tempo, uma diminuição igual e contrária em outra parte então a estrutura não irá acelerar por si só; ou não terá aceleração média. Veremos ser isto o que ocorre.
..Desconsideremos para as colisões múltiplas as fortuitas, pois estas podem ser fontes ou sumidouros de velocidades em igual probabilidade e intensidade e em qualquer direção e como são muitas, em uma estrutura, essas se cancelam.
..As fontes de velocidades, não fortuitas, ocorrem somente no sentido de menor para maior densidade de unifótons, no sentido do centro das estruturas, esta convergência resulta em correspondentes sumidouros de velocidades que estão a ocorrer continuamente e "simultaneamente" em regiões mais centrais das estruturas.
..Uma estrutura, em qualquer nível de complexidade, se caracteriza por apresentar uma densidade crescente na direção do centro delas e daí por apresentar em si as fontes e os correspondentes sumidouros de velocidade e por tanto, para elas é como se não houvesse fontes ou sumidouros de velocidades.
..Uma estrutura pertencente a outra pode receber das fontes desta velocidades e não ter em si os sumidouros correspondentes; logo receberá velocidade, será acelerada, não por si, em direção a uma região que conterá os sumidouros e assim será "atraída" para o centro da estrutura mais complexa à qual pertence.
..O fato de uma estrutura não acelerar por si só dá ao conceito de inércia, resistência de uma partícula à aceleração, um significado, uma utilidade, pois para os referenciais inerciais verdadeiros ocorrerá a possibilidade de se avaliar o efeito de uma estrutura em outra, em suas velocidades, uma vez que essas só poderão acelerar por tal efeito ou força.
.A velocidade vetorial de uma estrutura é a média aritmética das velocidades vetoriais de seus unifótons. (E um unifóton de uma estrutura tem, em termos do mesmo tipo de média e ao longo do tempo, velocidade igual à da estrutura a que pertence; pois se move com ela).
..Uma alteração em uma média aritmética se dá por alterações nas parcelas que a definem. O peso dessas alterações vai depender do número de parcelas afetadas, n’, e do valor médio das alterações, v’, do valor n’.v’ em relação ao valor da soma das parcelas, n.v.
..No caso n sendo o número de unifótons e v velocidade média deles. A energia dinâmica, E, uma propriedade de todas as estruturas, por ser função crescente de n.v será uma medida da inércia, In ou In=kn.E, onde Kn é a constante de proporcionalidade entre In e E.
....Na teoria da relatividade restrita Kn=1/c.c, onde c é a velocidade da luz.

COMENTÁRIOS
..O fato de a inércia depender do conteúdo em energia dinâmica das estruturaras significa que energia dinâmica possa converter em inércia e vice-versa?
..Não; pois são grandezas diferentes. E quanto maior a energia dinâmica de um sistema de partículas maior sua inércia e vice-versa; assim como a energia cinética depende da velocidade de um corpo, mas energia cinética não se transforma em velocidade.
..A inércia serve para medir a energia dinâmica de uma partícula e vice-versa, pois são grandezas diretamente proporcionais.

..A massa está relacionada com o movimento de um corpo?
..Não somente. Só na medida em que a velocidade do corpo afete sua energia dinâmica.
..Mesmo parado a energia dinâmica de um corpo (veja definição acima) pode ser alterada e daí alterada a sua inércia.
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A QUANTIDADE DE MOVIMENTO E SUA CONSERVAÇÃO; A EXPLICAÇÃO DA TERCEIRA LEI DE NEWTON.
....Vamos explicar a origem do conceito de quantidade de movimento na procura por consistência entre as idéias de inércia e de força. Veremos ser a terceira lei de Newton necessária à consistência das idéias de inércia e força e também na explicação para a conservação da quantidade de movimento.
.Por si só uma estrutura não é acelerada e determina uma densidade de seus unifótons e uma velocidade média para eles, conforme já vimos. Alteração na densidade de unifótons de uma estrutura só ocorre com alterações nas camadas que a envolve. Assim, uma estrutura por si determina o produto de sua inércia, In, pela sua velocidade vetorial, v. Ao qual nomearemos como quantidade de movimento, Qm. Temos, assim, Qm=In.v
..Pela definição genérica das estruturas vimos que elas não entram em contato umas com as outras; entre elas existem as camadas de ligação através das quais as mesmas interagem.
..Uma camada de ligação se mantém em equilíbrio entre duas estruturas, não se acelera em relação a estas. Logo recebe delas velocidades iguais e em sentidos opostos. Dada a simetria nas densidades de uma camada de ligação na direção que liga duas estruturas, em relação a um plano perpendicular a esta direção, é como se não houvesse colisões múltiplas na mesma e assim as estruturas só podem trocar suas velocidades transferíveis segundo tal direção.
.Força é comunicação de velocidades entre estruturas.
..As velocidades recebidas por uma estrutura podem acelerá-la (alterar sua velocidade vetorial, v) e, também, alterar sua inércia, In, pois esta depende da soma das velocidades dos unifótons que a constituem; em resumo, podem alterar o produto In.v, ou sua quantidade de movimento, Qm.
..Dividindo a variação da quantidade de movimento pelo tempo gasto nesta variação temos a rapidez da comunicação de velocidade a uma estrutura, temos a medida da força atuante, em uma estrutura, naquele intervalo de tempo, Dt. O quociente DQm/D t é a medida da força atuante, em uma estrutura, no intervalo de tempo, Dt. Fazendo, tal intervalo de tempo tender a zero teremos dQm/dt=F. Onde F é a força atuante na estrutura em um intervalo infinitesimal de tempo.
..Logo as forças entre duas estruturas separadas por camada(s) de ligação serão sempre de mesma intensidade e de sentidos opostos; como o mesmo ocorre entre estrutura constituída e constituinte (uma estrutura não acelera por si só) e as forças entre duas estruturas só podem ser entre estruturas separadas por camada(s) de ligação ou entre uma estrutura e a da qual ela é constituinte. Assim, para as estruturas genéricas, "para cada ação (força de atração ou repulsão entre elas) há uma reação (força de atração ou repulsão entre elas) igual e contrária". “Atrações correspondentes têm valores iguais, o mesmo ocorrendo com as repulsões”.
.A unidade de força poderá ser então a unidade de inércia ou de energia vezes a unidade de velocidade por unidade de tempo. Ue.ud/ut.ut.
..Se houvesse efetivamente fonte ou sumidouro de velocidade no interior de uma estrutura esta poderia por si só alterar sua quantidade de movimento. Haveria alteração na quantidade de movimento de uma estrutura sem o efeito a que estamos nomeando como força. E, também, se as forças entre duas estruturas não fossem iguais e contrárias, assim a variação da quantidade de movimento de uma estrutura poderia dar-se em virtude de tais fontes e sumidouros e não, somente das trocas de quantidade de movimento entre as estruturas; daí a validade, a coerência da nossa forma de medir a força. dQm/dt.
..Como em uma estrutura não há efetivamente nem fontes e nem sumidouros de velocidade e entre estruturas só poderá haver trocas de quantidade de movimento então um sistema definido de estruturas não poderá acelerar por si só.
..Um conjunto de estruturas também apresenta inércia, que será proporcional a soma de suas energias dinâmicas. As interações internas de um sistema de estruturas, quando estas não se modificam, não alteram nem sua energia dinâmica, nem sua quantidade de movimento. ! ..Princípios de conservação da energia dinâmica e da quantidade de movimento!

COMENTÁRIOS
..A expansão de um sistema ou mesmo do universo afeta a conservação da energia?
..Não. A expansão de qualquer sistema material só faz converter energia de densidade em energia dinâmica.

..Por que as fontes e sumidouros de velocidades estão nos unifótons e não nos entes constituídos?
..Se houvesse fontes e sumidouros de velocidade nas estruturas, nos entes constituídos, estas não apresentariam inércia, pois inércia significa que uma estrutura não acelera (ganha ou perde velocidade) por si só.
..Não existir inércia nos unifótons não implica em não existir no constituído. Basta que a fontes correspondam sumidouros equivalentes no constituído.
..A velocidade não pode surgir nas estruturas constituídas antes de surgir em seus elementos. Pois, assim, o todo deixaria as partes para trás. Desestruturaria. Logo as fontes e os sumidouros de velocidades ocorrem nos constituintes.

..Por que os unifótons apresentam a velocidade máxima, a velocidade da luz?
..O constituído não pode ter velocidade maior que o constituinte, pois do contrário, o constituído perderia suas partes.
..Os unifótons são os entes que apresentam a maior velocidade, são os únicos entes que podem ter a maior velocidade, pois são os verdadeiros entes elementares.
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CAMPO DE IMPENETRABILIDADE DE UMA ESTRUTURA GENÉRICA
....Caracterizar os campos de impenetrabilidade e estabelecer como eles definem as estruturas será agora nossa tarefa.
..Estruturas genéricas são constituições de camada(s). Geradas e mantidas por campos de impenetrabilidade. Portanto, tais campos são tão básicos como as próprias estruturas.
..Os campos de impenetrabilidade definem algumas grandezas das estruturas: o tipo e o número de suas camadas e o número de unifótons por camada; ou os limites para tais números.
.Como um unifóton qualquer tende a pertencer a uma camada com definida densidade e daí a uma definida freqüência se dividirmos sua superfície em partes iguais e em número igual à de sua freqüência em 1/ut, então para cada uma destas áreas teremos, em média, uma colisão por ut. A freqüência 1/ut. Nomearemos a tais áreas como áreas elementares.
.Consideremos as semi-retas que passam pelo centro das áreas elementares e saiam do centro dos unifótons correspondentes às mesmas, e nomeemos a estas como direções elementares.
..Então teremos em cada direção elementar a propagação de uma freqüência unitária. Gerando, segundo qualquer dessas direções, colisões em tal freqüência entre os unifótons ocupantes da mesma.
..Cada unifótons terá um número de direções unitárias definido; igual à sua freqüência.
..Não precisamos cuidar aqui das colisões múltiplas, pois como vimos uma estrutura não é efetivamente nem fonte, nem sumidouro de velocidades. Assim, o número de direções unitárias de um unifóton será bem determinado como sua freqüência.
..Consideremos uma superfície fechada (uma gaussiana) que envolva uma camada então toda direção unitária dos unifótons da referida camada "furará" a gaussiana. Ou seja, o fluxo dessas direções em uma gaussiana depende do número de unifótons envolvidos por ela e da freqüência deles.
..Por razões de simetria teríamos um campo radial de impenetrabilidade que dentro de uma camada envolvente de outras cairia com o inverso do quadrado da distancia até o centro da estrutura e seria, também, proporcional à quantidade de matéria envolvida.
.As camadas girando fazem girar seus campos de impenetrabilidade radial. A este efeito nomearemos como campo de impenetrabilidade tangencial de uma camada. .Assim como definimos as direções elementares definiremos, para caracterizar o campo de impenetrabilidade tangencial, uma linha curva perpendicular às direções elementares e no sentido da rotação do campo radial de tal forma que cada uma dessas defina a freqüência de uma colisão por ut.
..Sendo perpendiculares a direções radiais serão curvas fechadas. Sendo curvas fechadas o fluxo delas em uma gaussiana será nulo, pois cada linha que entrar na superfície fechada dela sairá. O fluxo negativo das linhas que entram na gaussiana será igual ao positivo das que saem dela.
..Os unifótons de uma camada apresentam uma velocidade média, que é comunicada através de suas direções unitárias. Então, é como se existissem, ou longo dessas direções, unifótons da natureza dos da camada de origem das mesmas e girando na mesma velocidade angular delas.
..Assim, as direções unitárias geradas por uma camada iriam repelir unifótons menores ou iguais aos seus e atraírem aos maiores que estes. Lembre-se que I=f/1-d e para cada direção unitária teremos um mesmo f, mas o "d" gerado por elas será maior para as direções que comunicam menor velocidade.

A ESTABILIDADE DAS ESTRUTURAS E A MEDIDA DOS CAMPOS DE IMPENETRABILIDADE
..O campo de impenetrabilidade, gerado por uma camada depende do número, da freqüência e da densidade volumétrica de seus unifótons. Pois as velocidades que comunica dependem de tais fatores.
.O campo de impenetrabilidade, gerado por uma estrutura, segundo direção perpendicular à sua camada mais externa, será a composição dos campos, segundo tal direção, gerados pelas camadas contidas pela mesma.
.Como uma camada cria um campo que atrai unifótons maiores que os seus e repele os de tamanhos iguais ou menores que os seus. A composição dos campos das várias camadas de uma estrutura determinará um campo efetivo.
..Se o campo efetivo for nulo, ele não exercerá nem atração, nem repulsão sobre qualquer unifóton, mas o fará em caso contrário.
..Uma estrutura é estável em número: de unifótons, de camadas ou de estruturas quando gera um campo efetivo nulo.
..Uma estrutura, apenas de camadas e estável, apresenta uma proporção definida entre os números de unifótons de suas camadas, que varia com o tipo de estrutura. ..Assim, uma camada com maior quantidade de matéria atrairia na mesma proporção aos unifótons maiores que os seus e também iria repelir os menores ou iguais aos seus com força proporcional à sua quantidade de matéria.
..A quantidade de matéria das camadas envolvidas por uma é proporcional à dela, e a quantidade de matéria das envolventes, também, será proporcional à dela. ..Uma camada que apresente em seu interior uma estrutura de camadas tem sua densidade e número de unifótons afetados pela mesma, pois a densidade de seus unifótons será aumentada com o crescimento do número de tais estruturas e assim o número destas também será definido para a estabilidade de uma estrutura.
..Uma estrutura integral tende a apresentar todas as camadas, podendo ter mais de uma com unifótons de certo tamanho, pertencentes a estruturas diferentes que a compõem, e cada uma com certo número de unifótons, que dependerá do número de suas camadas e de suas estruturas.
..As estruturas, através de suas auto-estabilizações, tendem a apresentar um número de estruturas, um número de camadas e um número de unifótons.
Então, tendem, também, a apresentar campos de impenetrabilidade específicos ou auto-definidos.
..A estabilidade das estruturas define a estabilidade de seus campos de impenetrabilidade e vice-versa.
..Assim, os campos de força resultantes ou efetivos nas alterações estruturais ocorrem quando há excesso ou falta de unifótons ou camadas ou estruturas em uma estrutura. Em caso contrário, o campo resultante é nulo e não há força de ação à distância sobre elementos externos a mesma.
..O movimento de um unifóton é mais determinado pela estrutura que gera no lugar ocupado por ele o maior campo de impenetrabilidade.
..Estruturas diferentes tendem a apresentar estabilidade em número de unifótons para todas as suas camadas.

COMENTÁRIOS
..Há quantização também para o campo genérico, o campo de impenetrabilidade?
..Sim. Uma estrutura estável gera um campo nulo, isto é, que não atraí e nem repele qualquer tipo de unifótons.
..As estruturas tendem à estabilidade, pois atraem os unifótons em falta e expulsa os em excesso de cada tamanho. E só não fazem isto quando geram campo externo nulo.
..Como o campo que define a estabilidade de uma estrutura depende do número de seus constituintes e como as estruturas tendem à estabilidade, então a quantização é fenômeno genérico. Há quantização do número de unifótons de cada freqüência e do campo de cada camada.

..Que grandeza é mais fundamental o campo de impenetrabilidade ou a quantidade de matéria?
....Cargas elétricas (matéria elétrica) podem gerar qualquer valor de campo inclusive nulo. Portanto a carga elétrica é mais fundamental que o campo elétrico.
.. Matéria gera qualquer valor de campo inclusive nulo. Portanto matéria é mais fundamental que o campo de impenetrabilidade.

.. O que leva a existência de campos de força específicos como: elétrico, magnético, gravitacional e nuclear?
....O excesso de um tipo de carga elétrica em uma estrutura é que gera um campo elétrico.
....O excesso de quantidade de matéria de um tipo de camada em uma estrutura é que gera um campo de impenetrabilidade resultante.
.. Como veremos o eletromagnético é devido às camadas 2 e 3. O gravitacional devido à camada zero. O nuclear devido às camadas 4 e 3.
.... Os campos específicos serão tratados oportunamente neste trabalho.

..Que propriedades distinguem os unifótons e as estruturas elementares?
..Os unifóton definem suas velocidades escalares médias. Tendem a certa velocidade que dependem de seus tamanhos e de suas densidades. Não apresentam inércia. As estruturas apresentam inércia, ou seja: não tendem a certa velocidade, mas resistem a alterarem suas velocidades. Nelas há fontes de velocidades e correspondentes sumidouros de velocidade cujos efeitos se cancelam.
..Os unifótons são entes não constituídos por outros. Toda estrutura é constituída por unifótons.
..Os unifótons não apresentam as propriedades que decorem de seu número e de sua densidade, como: quantidade de matéria, energia, quantidade de movimento. As estruturas apresentam estas propriedades.
Os unifótons não giram como um pião; as estruturas giram.

..Por que as estruturas inferidas teoricamente apresentam as propriedades que se verificam experimentalmente?
..Talvez porque a hipótese que implica nas estruturas (a hipótese dos unifótons) seja verdadeira.
..Talvez; porque hipóteses falsas às vezes geram conclusões verdadeiras. Veja o que já dissemos sobre as premissas das teorias gerais anteriores (quântica e relatividade). Elas são como se fossem verdadeiras.
A teoria dos unifótons é, pelo menos, como se fosse verdadeira.

Quinta-feira, Fevereiro 2

Capítulo V - Comunicações de Unifótons . . . Capítulo VI - Comunicações de Camadas


Capítulo V - Comunicações de Unifótons . . . Capítulo VI - Comunicações de Camadas

Neste capítulo trataremos das alterações da energia nas partículas; do caráter irreversível de alguns processos na estruturação do cosmos; das premissas da termodinâmica, que serão neste capítulo conseqüências.

CALOR, TRABALHO E ENERGIA INTERNA
A um conjunto definido de estruturas nós nomearemos como sistema e as outras como vizinhança. Já definimos a energia, U, como o limite superior possível de energia dinâmica de uma partícula. Podemos ampliar tal definição, para um sistema de estruturas, como o limite superior possível de energia dinâmica, m.v, das possíveis estruturações dos unifótons contidos no sistema.
A energia U é função somente do número de unifótons de cada tamanho em um sistema constituído pelos mesmos, como unifótons não são criados ou destruídos então ocorre para qualquer conjunto definido de unifótons, até para o universo, a conservação da energia!
Calor, Q, é a variação da energia de um sistema. Q=DU. Soma das variações das energias que ocorrem nas estruturas de um sistema. Trabalho, W, é a variação da energia dinâmica de um sistema. W=DE. Soma das variações das energias dinâmicas que ocorrem nas estruturas de um sistema. Energia interna, Ei, é a variação da energia de densidade de um sistema. Ei =DD. Soma das variações das energias de densidade que ocorrem nas estruturas de um sistema. Nesta teoria temos a expressão da energia em função de suas formas básicas, U=E+D. Assim, DU=DE+DD ou Q=W+Ei ou Ei=Q-W. Trabalho, calor e energia interna não caracterizam um conteúdo energético de um sistema, mas variações ou na energia dinâmica, ou na energia, ou na energia de densidade do mesmo. Por outro lado, energia de densidade, energia e energia dinâmica são funções do estado de um sistema, caracterizam estados dos sistemas. U, E e D são propriedades das estruturas. Q, W e Ei são processos, são alterações em tais propriedades.

O FASOR
A estabilidade numérica de unifótons em uma estrutura ou partícula depende de ser nulo seu campo de impenetrabilidade (como já vimos) e do quociente entre suas energias de densidade e dinâmica, D/E.
Quanto maior o valor de D, mais intenso o campo de impenetrabilidade. Maior a tendência de uma estrutura a perder unifótons e a expandir. Quanto maior o valor de E, menos intenso o campo de impenetrabilidade. Menor a tendência de uma estrutura a perder unifótons e a expandir. Lembre-se que I= f/1-d e U=D+E.
Adotaremos o quociente D/E como a medida do fasor de uma estrutura.
Fasor sendo o quociente entre duas formas de energia não apresentará unidade.
Definiremos equilíbrio termodinâmico entre estruturas como a situação em que umas não possam alterar os valores de D e de E das outras.
Não podendo alterar as formas básicas da energia umas das outras, então estruturas em equilíbrio termodinâmico não podem alterar suas energias.
O equilíbrio termodinâmico é mais ampla que o equilíbrio térmico. Onde equilíbrio térmico significa igualdade de temperatura entre estruturas; e temperatura é a diferença de fasor entre estruturas, devida somente à comunicação de calor.
Estruturas com fasores diferentes não estarão em equilíbrio termodinâmico; poderão alterar o fasor e provocar alteração na densidade umas das outras; e a diferença de fasor, entre estruturas, é a condição necessária e suficiente para o desequilíbrio termodinâmico.
Estruturas em mesmo fasor e em mesma E ou D estarão em equilíbrio termodinâmico e térmico.
Estruturas em equilíbrio termodinâmico estão em equilíbrio térmico, mas estruturas em equilíbrio térmico nem sempre estão em equilíbrio termodinâmico.
Há estruturas que apresentam campo de impenetrabilidade nulo (não exercem força a distância em outras) com números de unifótons diferentes em suas camadas correspondentes (veja capítulo anterior). Para estas, mesmo com U diferentes se tiverem o mesmo fasor estarão em equilíbrio termodinâmico. Camadas correspondentes (de unifótons de mesmo tamanho) de estruturas diferentes podem apresentar E e D diferentes desde que D/E sejam iguais para as mesmas.
Estruturas apresentam condições necessárias e suficientes para estarem em equilíbrio termodinâmico quando são estáveis (apresentam campo de longo alcance nulo) e apresentem o mesmo fasor.
Não basta apresentarem campo de longo alcance nulo porque a estabilidade de uma camada é dinâmica. Ela recebe e perde unifótons só que, em termos médios, em quantidades iguais ao longo do tempo. Mas em certos instantes perde a estabilidade e tende a voltar à estabilidade com o mesmo valor de fasor das outras com as quais troca unifótons. As estruturas tendem ao mesmo fasor, ao equilíbrio termodinâmico!
LIMITAÇÕES NAS INTERAÇÕES ENERGÉTICAS ENTRE ESTRUTURAS
Temperatura é a diferença de fasor entre estruturas, devida somente à comunicação de calor. Observe que não é toda a diferença de fasor entre estruturas. É somente aquela promovida pelo calor e não pelo trabalho realizado ou sofrido. É a capacidade de comunicar e receber calor que independe de trabalho. Esta capacidade não é função dos tipos de estruturas. É função somente da quantidade de calor que se transferida ou recebida levaria ao equilíbrio térmico.
O que impede a variação da densidade de um sistema impede a alteração da D e da E. O que impede a transferência de calor impede a alteração da energia de um sistema. Como o impedimento da variação da densidade (confinamento em estrutura rígida, por exemplo) é mais eficiente que o impedimento da transferência de calor, as estruturas em contato tendem mais facilmente ao equilíbrio térmico. A uma mesma temperatura. A capacidade de receber e ceder calor se igualam, depois de certo tempo, em que as estruturas estão em contato.
Um sistema que recebe calor tem sua capacidade de recebê-lo reduzida. E um sistema que perde calor tem sua capacidade de perdê-lo reduzida. É que, o fasor de uma estrutura aumenta ou diminui conforme ela receba ou perca calor. Porque fasor é D/E.
A alteração do fasor de uma estrutura ou de um sistema de estrutura depende de suas camadas. Estruturas diferentes recebendo quantidades iguais de calor podem sofrer variações diferentes de fasor. Podem sofrer alterações diferentes de temperatura.
As estruturas tendem à igualdade de fasores, mas isto depende de dois fatores: das transferências de calor e da realização de trabalho entre elas. Quando a realização de trabalho é impedida as estruturas tendem ao equilíbrio térmico e não atingem o equilíbrio termodinâmico.
Se um sistema, que não sofre e nem realiza trabalho, recebe calor sua energia de densidade, D, aumenta mais que sua energia dinâmica, E. Logo, seu fasor aumenta.
Se um sistema, que não sofre e nem realiza trabalho, perde calor sua energia de densidade, D, diminui mais que sua energia dinâmica, E. Logo, seu fasor diminui.
Estruturas em equilíbrio térmico podem alterar as formas básicas da energia uma das outras.
A igualdade de temperatura não é condição suficiente para o equilíbrio termodinâmico, pois o fasor entre elas pode ser diferente.
O que ocorre, por exemplo, com dois gases à mesma temperatura (em equilíbrio térmico) e em pressões diferentes (não em equilíbrio termodinâmico). Imagine dois gases em um recipiente separados por uma parede móvel ou não através de certo controle. Suponha os gases em pressões diferentes e em igualdade de temperatura, enquanto a parede está presa. Então soltando a parede o lado de maior pressão (de estruturas com maior energia de densidade) expandirá e o de menor pressão contrairá. Teremos primeiro uma igualdade de pressões com diferença de temperatura e depois a igualdade de temperatura. Quando ocorrer o equilíbrio termodinâmico. Estruturas em mesma temperatura podem apresentar fasores diferentes.
Mesmo que o fasor de um sistema seja igual à da vizinhança, nem todo calor fornecido a ele pode resultar em trabalho realizado pelo mesmo. Pois enquanto ele realiza trabalho a vizinhança tem aumento em seu fasor, por sofrer trabalho, e parte do calor recebido por ele é necessária para elevar seu fasor acima do novo fasor da vizinhança, lhe dando condições de continuar realizando trabalho. Calor não se "transforma" totalmente em trabalho. A realização de trabalho e a transferência de calor aumentam o fasor da vizinhança. A transferência de calor e a realização de trabalho estão condicionadas a uma diferença de fasor entre as camadas correspondentes das estruturas. Ocorrem no sentido das estruturas em fasor mais elevados para as em fasores mais baixos e tais processos reduzem a diferença de fasores entre sistema e vizinhança. Há redução nas possibilidades dos processos de alterações energéticas para as estruturas. A energia tende a tornar se cada vez mais indisponível.
Esta degradação da energia é um processo irreversível; um sistema e sua vizinhança (o universo) não podem retornar simultaneamente aos respectivos estados iniciais. Logo o universo tende a parar de funcionar. Suas estruturas tendem a parar de comunicar unifótons, a parar de alterar a densidade umas das outras. Só há uma maneira de comunicar energia a uma estrutura comunicando unifótons à mesma. Já, as energias de densidade e dinâmica de uma estrutura podem ser alteradas com a alteração de energia dela ou com a realização de trabalho sobre ou pela mesma. As formas que permitem a alteração das energias dinâmica e de densidade são as formas que permitem a alteração do fasor de uma estrutura. O fasor de uma estrutura pode ser alterado pela pressão sobre ela, ou por ela exercida (trabalho), ou pela comunicação de unifótons entre ela e a vizinhança (calor). Sob mesma pressão as camadas correspondentes de estruturas de um mesmo tipo tendem a apresentarem o mesmo número de unifótons. Uma estrutura estável apresenta uma proporção definida entre os números de unifótons de suas camadas, que varia com o tipo de estrutura e com a pressão. Cada tipo de estrutura apresenta uma quantização para suas estruturas, suas camadas, e seus unifótons. Logo com a mudança de tipo de estrutura ocorre uma variação quantizada nas grandezas referidas neste parágrafo. Enquanto não há alteração nas estruturas, então alterações de pressão provocam variações proporcionais nos números de unifótons de todas as camadas. Tal proporcionalidade dependerá do tipo de estrutura.
COMENTÁRIO
A termodinâmica é um ramo natural da teoria dos unifótons. Não tendo mais partes derivados apenas da experiência, como era o caso da conservação da energia.
A teoria dos unifótons nos possibilitou a definição de fasor. E esta idéia nos permitiu o entendimento e a derivação dos princípios da termodinâmica.

Capítulo VI - Comunicações de Camadas
No capítulo anterior cuidamos das comunicações dos entes mais elementares da natureza. Agora cuidaremos da comunicação, entre as estruturas físicas, das estruturas mais elementares da natureza; das transferências de camadas. Trataremos: da condição para a comunicação de camada, da estabilidade de uma estrutura de camadas, das variações de propriedades das estruturas com as variações estruturais; especialmente, de como tais transformações disponibilizam energia para manter o processo evolutivo das estruturas.
Continuaremos com o assunto da existência de uma seqüência temporal; do crescimento da energia indisponível, agora em termos das estruturações. Veremos a seqüência em que as estruturas se dão. A validade do crescimento da indisponibilidade da energia tem um limite; neste ponto esta física difere das outras. As estruturações tendem a uma final (que será definida), onde toda energia estará indisponível.

CONDIÇÃO PARA A COMUNICAÇÃO DE CAMADAS
Em certas circunstâncias, as camadas transformam-se de ligação em não de ligação e vice-versa. Assim, ocorrem as alterações estruturais básicas.
A estabilidade das camadas de ligação afeta a estabilidade das estruturas.
Nesta teoria a estabilidade em número de camadas de uma estrutura caracteriza uma fase.
“Uma estrutura sofrerá uma mudança de fase quando ganhar ou perder uma camada.”
Uma estrutura apresenta inércia; mas uma estrutura ao aproximar-se de outras com o aumento da impenetrabilidade da região de interação entre elas sofrerá uma força de repulsão crescente sofrendo uma aceleração crescente, em sentido contrário ao de seu movimento de aproximação, e assim sofre uma alteração no sentido de seu movimento passando a afastar-se das estruturas das quais se aproximava; passando a aproximar-se de outras estruturas; repetindo o processo. As estruturas apresentam um movimento relativo oscilatório.
Como as estruturas podem colidir estando movendo em mesma direção e mesmo sentido ou em sentidos opostos ou em outras direções e sentidos, as colisões ocorrerão com forças variadas e as acelerações e velocidades das estruturas serão, também, variadas. Assim as estruturas irão aproximarem-se ou se afastarem em graduações diferentes. Podendo estas aproximações ou afastamentos ser suficientes ou não para provocarem uma mudança de fase.
O que pode ocorrer quando estruturas se afastam?
Quando duas estruturas vizinhas imediatas se afastam, a impenetrabilidade da região entre elas, da região de interação, ficará cada vez menor. Caso a impenetrabilidade, desta região, fique menor que a da camada de unifótons que a envolve imediatamente, então os unifótons da camada envolvente penetrarão nesta região. O que forçará a camada anteriormente de ligação a pertencer a estas duas estruturas, a subdividir-se em duas, envolvidas pela nova camada de ligação - caso esta já não fosse de ligação.
Uma camada se transforma em camada de ligação ou passa a ser também de ligação de mais outras estruturas e uma de ligação se transforma em duas camadas de estruturas menos complexas. Pode não haver conservação do número de camadas. Neste caso, o número de camadas de ligação ou se conserva ou decresce; e o número de camadas, das estruturas menos complexas, aumenta.
"Se estruturas se afastam estas podem ganhar camada(s) e o número de camadas de ligação poderá reduzir ou conservar".
O que pode ocorrer quando estruturas se aproximam?
Quando duas estruturas vizinhas imediatas se aproximam, a impenetrabilidade da região entre elas, da região de interação, ficará cada vez maior. Assim, os unifótons escaparão desta região e caso saiam todos, a camada anteriormente de ligação passa a ser imediatamente envolvente de nova camada de ligação das estruturas que anteriormente interligava; isto no caso de tais estruturas (que anteriormente interligava) não constituírem as camadas mais internas das que interagiam (que, nesta situação, se fundiriam em uma só). Neste caso, a camada anteriormente de ligação passa a não ser. Ocorrendo perda de uma camada, pelas estruturas que se aproximaram; integrantes de estrutura mais complexa a qual teve uma de suas camadas transformada em não de ligação de suas constituintes.
Camadas mais externas se transformam em camada de ligação, caso não sejam as mais internas das estruturas que interagiram, e a anteriormente de ligação se transforma em uma não de ligação. Não há conservação do número de camadas, no caso ocorre uma diminuição. Neste caso, também, ou o número de camadas de ligação se conserva ou se reduz. (Quando há fusão de camadas mais internas estas não se transformam em uma de ligação). O número de camadas constituintes reduz. “Se estruturas se aproximam estas podem perder camada(s)”.
"Na alteração estrutural, por aproximação ou afastamento, o número de camadas de ligação ou se conserva, ou se reduz".

A ESTRUTURA FINAL
Através da interação das estruturas o número delas, em conseqüência da redução das camadas de ligação, só pode diminuir. Só diminui. Levando as estruturas restantes a ganharem sempre mais massa e a reduzirem-se em complexidade. Tendendo a uma única estrutura de camadas, onde umas envolvam outras e as de unifótons menores envolvam as de maiores. O centro seria formado pelos maiores unifótons. Esta seria a estrutura final.

EFEITO ENDOTÉRMICO
Quando duas estruturas se afastam e há conversão da camada de ligação delas em duas, mais externas delas, então cada uma destas, terá seu fasor reduzido, pois teve sua quantidade de unifótons dividida ao meio e continua a envolver e ser envolvida pelas mesmas camadas, não sofrendo alteração significativa de volume; podendo então receber cada uma delas um número definido de unifótons. Esta mudança de fase (alteração nas camadas de uma estrutura) é endotérmica, pois pela redução do fasor as novas estruturas podem receber e recebem calor.

EFEITO EXOTÉRMICO
Quando duas estruturas se aproximam e suas camadas mais externas se convertem em uma de ligação, o fasor desta será aumentado, pois terá inicialmente o dobro de unifótons de uma das que a originaram e não sofrerá significativo aumento de volume, pois continuará envolvendo e sendo envolvida pelas mesmas camadas; podendo e perdendo certo número de unifótons, um quanto de energia definido. Esta mudança de fase é exotérmica, pois libera calor.

CRESCIMENTO DAS FORÇAS ATRATIVAS SOBRE AS ESTRUTURAS CONSTITUINTES E AUMENTO DA REPULSÃO ENTRE ESTRUTURAS
As estruturas tendem a uma estabilidade no número de seus elementos constituintes, e quando isto ocorre, elas não se atraem ou se repelem a não ser quando colidem e aí só ocorre repulsão. Esta repulsão, por suas colisões, é a origem da expansão do espaço que as contém. Assim, quanto maior o número de estruturas maior é este efeito.
Por outro lado, a repulsão entre as estruturas constituintes, que perderam a camada mais externa, diminuirá pela diminuição de suas camadas. O que aumenta a tendência centrípeta. E quando há redução do número de estruturas estas por tenderem a ser limitadas em volume por suas camada e por sofrerem maiores forças atrativas elas tendem a ocupar um menor espaço. Assim, quanto menor o número de estruturas maior é este efeito.
A repulsão entre as estruturas que ganharam camadas aumentará pelo aumento da massa das camadas correspondentes, especialmente das mais externas das estruturas vizinhas imediatas. E a força atrativa promovida nas estruturas envolvidas, por cada uma delas - das novas camadas, será reforçada tanto pelo aumento do número de camadas envolventes como pelo aumento de massa da mais externa. O que forçará as constituintes destas que receberam camadas a se aproximarem.
Logo, ocorre simultaneamente um afastamento das estruturas, as quais crescem em energia; e uma aproximação das estruturas constituintes destas, pelo aumento da tendência centrípeta para as mesmas.
Os dois efeitos fazem reduzir o número de camadas de ligação e de estruturas.
Com a redução do número de estruturas cresce o valor do fasor das restantes. Há uma tendência ao aumento do fasor dos sistemas de estruturas. As estruturas tendem a crescer em energia de densidade mais do que em energia dinâmica. Há uma tendência ao mínimo de energia dinâmica e ao máximo de energia de densidade.
Nem a estabilidade, nem a igualdade de fasores travam a evolução das estruturas no sentido da estrutura final, pois as colisões mantêm as mudanças.

A NATUREZA NÃO REAGE PLENAMENTE ÀS MUDANÇAS
Com aumento de fasor as estruturas afastam-se e se desconectam (ganhando camada) e por isso têm redução em seus fasores. Assim, a natureza reage ao aumento de fasor. Com redução de fasor as estruturas aproximam-se e se conectam (perdendo camada) e por isso têm aumento em seus fasores. Assim, a natureza reage à redução de fasor.
Como são valores de fasor que determinam a estabilidade de uma fase, então a natureza, reagindo a mudanças destes valores, reage à mudança de fase. Mas tal reação não é plena. Junto ao processo de expansão do espaço ocupado por estruturas, pelo efeito de suas colisões, ocorre o processo centrípeto que provoca contração do espaço ocupado pelas constituintes de cada uma.
Os fenômenos de expansão e contração do espaço ocupado por estruturas determinam a redução do número de camadas de ligação, que determinam os valores de fasor, que determinam as fases da matéria.
O desequilíbrio, causado pela redução do número das camadas de ligação, é que determinam as mudanças de fase. A natureza não reage plenamente às mudanças que nela ocorrem, pois com ela ocorrem mudanças estruturais irreversíveis.
Processo reversível é aquele em que um sistema e sua vizinhança podem retornar cada um ao mesmo número de cada tipo de camadas e nas energias e fasores originais. Nestes processos a energia disponível no sistema não se altera; continua com as mesmas condições de trabalho e de transferência de calor. Não há processos completamente reversíveis no universo. A causa dos processos está na redução do número de camadas de ligação. Processo cíclico é aquele em que um sistema retorna às suas condições iniciais, isto é, ao mesmo número de camadas e nas energias e fasores originais. No universo como um todo não há processo cíclico. O número de camadas de ligação tende a reduzir e o fasor das estruturas tende a aumentar. Processo quase estático é aquele em que o sistema esteja sempre num estado infinitamente próximo do estado de equilíbrio (próximo do estado de estabilidade em número de camadas e de fasores destas); não havendo diferença significativa de fasor com a vizinhança o calor poderá fluir em igual probabilidade tanto do sistema como para o mesmo, mantendo o fasor e a estabilidade das camadas. É como se não houvesse os processos térmicos.

EFEITOS DA PRESSÃO E DA TEMPERATURA NA ESTABILIDADE DAS CAMADAS DE LIGAÇÃO
Quando a camada envolvente da de ligação substitui a de ligação tornando-se de ligação dizemos que houve uma desconexão, pois as estruturas se afastam.
Quando a camada envolvida pela de ligação substitui a de ligação tornando-se de ligação dizemos que houve uma conexão, pois as estruturas se aproximam.
Se a impenetrabilidade média da região de colisão, em uma camada de ligação e no momento da aproximação máxima de duas estruturas, superar a impenetrabilidade das camadas imediatamente envolvidas por ela, então os unifótons desta região escaparão e ocorrerá a conexão das estruturas que se aproximavam. A camada de ligação não pode ter, em nenhuma de suas regiões, impenetrabilidade superior à das envolvidas.
Se a impenetrabilidade média da região de colisão, em uma camada de ligação e no momento do afastamento máximo de duas estruturas, tornar-se inferior à impenetrabilidade da camada imediatamente envolvente dela, então os unifótons da envolvente ocuparão esta região e ocorrerá uma desconexão das estruturas que se afastavam. A camada de ligação não pode ter, em nenhuma de suas regiões, impenetrabilidade inferior à da envolvente. A impenetrabilidade da camada de ligação aproximar da impenetrabilidade da camada envolvida favorece as conexões.
A impenetrabilidade da camada de ligação aproximar da impenetrabilidade da camada envolvente favorece as desconexões.
Com o aumento da pressão as estruturas aproximam-se. A impenetrabilidade de suas camadas mais externas aproxima-se da impenetrabilidade da camada de ligação delas. Aumentam as conexões.
Com o aquecimento as estruturas afastam-se. A impenetrabilidade de sua camada de ligação aproxima-se da impenetrabilidade da camada envolvente da de ligação. Aumentam as desconexões.
Pressão e temperatura têm efeitos opostos nas conexões e desconexões de estruturas. Crescimento da pressão faz aumentar as conexões e reduzir as desconexões e crescimento da temperatura faz aumentar as desconexões e reduzir as conexões. Redução da pressão faz diminuir as conexões e aumentar as desconexões e redução da temperatura faz aumentar as conexões e diminuir as desconexões.
Se a impenetrabilidade média da região de colisão, em uma camada de ligação e no momento da aproximação máxima de duas estruturas, for inferior à da camada imediatamente envolvida por ela, então não ocorrerá a conexão das estruturas em interação, pois restarão unifótons da camada de ligação nesta região, nem todos escaparão dela.
Se a impenetrabilidade média da região de colisão, em uma camada de ligação e no momento do afastamento máximo de duas estruturas, for superior ao da camada imediatamente envolvente dela, então não ocorrerá a desconexão das estruturas em interação, pois unifótons da camada envolvente não ocuparão esta região.
Uma camada de ligação será estável se apresentar, em qualquer instante, impenetrabilidade média da região de colisão inferior à da camada imediatamente envolvida e superior ao da camada imediatamente envolvente dela. Nos casos contrários será instável.
Uma estrutura apresenta-se em estabilidade indiferente para ganhar ou não uma camada, quando, em seu afastamento máximo médio, sua camada de ligação apresenta, na região entre as estruturas, impenetrabilidade igual à de sua envolvente. Quando qualquer efeito para tal mudança de fase (aumento de temperatura ou redução de pressão) fará ocorrer ganho de camada pelas estruturas.
Uma estrutura apresenta-se em estabilidade indiferente para perder ou não uma camada, quando, em sua aproximação máxima média, sua camada de ligação apresente, na região entre as estruturas, impenetrabilidade igual à de sua envolvida. Quando qualquer efeito para tal mudança de fase (redução de temperatura ou aumento de pressão) fará ocorrer perda de camada pelas estruturas.
Para uma mesma pressão, a situação de estabilidade indiferente para ocorrer ou não uma desconexão ocorre em temperatura superior à da situação de estabilidade indiferente para ocorrer ou não uma conexão.
Para uma mesma temperatura, a situação de estabilidade indiferente para ocorrer ou não uma desconexão ocorre em pressão inferior à da situação de estabilidade indiferente para ocorrer ou não uma conexão.
O aumento das conexões faz reduzir a pressão (pela redução do espaço ocupado pelas estruturas que se conectaram) e aumentar a temperatura (pelo aumento da densidade de unifótons nas estruturas que se conectaram); efeitos que reduzem às conexões e aumentam às desconexões. Aumento das desconexões faz aumentar a pressão (pelo aumento do espaço ocupado pelas estruturas que se desconectaram) e reduzir a temperatura (pela redução da densidade de unifótons nas estruturas que se desconectaram); efeitos que reduzem às desconexões e aumentam às conexões. Logo, entre as situações de estabilidade indiferente as estruturas tendem, em termos médios ou efetivos, a não sofrerem mudança de fase.
Para certa pressão, a estabilidade de uma fase de uma estrutura ocorrerá em certa faixa de temperatura. E para certa temperatura, a estabilidade de uma fase de uma estrutura ocorrerá em certa faixa de pressão.
Abaixando a temperatura a sensibilidade das estruturas a perder ou ganhar camada com a variação de pressão aumenta. As estruturas irão afastar ou aproximar umas das outras com mais facilidades.
Abaixando a pressão a sensibilidade das estruturas a perder ou ganhar camada com a variação de temperatura aumenta. As estruturas irão afastar ou aproximar umas das outras com mais facilidades. Quanto menor a temperatura menor a faixa de pressão e quanto menor a pressão menor a faixa de temperatura em que ocorre a estabilidade de uma fase. Podendo ocorrer um ponto, um valor de temperatura e de pressão, onde ocorra mais de uma fase: estruturas com camadas de ligação diferentes.
EFEITOS DAS MUDANÇAS DE FASE
FLUIDEZ
Cuidaremos agora dos efeitos resultantes de alterações nas camadas: zero (a dos menores unifótons), um (a dos unifótons imediatamente maiores que os da camada zero) e dois (a dos unifótons imediatamente maiores que os da camada um).
A possibilidade e o grau de dificuldade da mudança de posição de uma estrutura em relação às outras depende fundamentalmente da relação entre o tamanho das estruturas e a largura da camada de ligação delas.
Quanto mais larga a camada de ligação em relação ao tamanho das estruturas envolvidas pela mesma mais fácil será passar umas por entre as outras. Maior a fluidez. Sendo a inversa verdadeira.
Quanto maior a densidade de estruturas (número de estruturas por unidade de volume) menor o volume da camada de ligação entre elas e mais intensa a repulsão entre as mesmas, maior a pressão de umas sobre as outras. A redução no volume das camadas de ligação com o aumento da densidade de estruturas é mais acentuada que a redução do volume das estruturas, por serem estas mais impenetráveis. Assim, a rigidez de um sistema de estruturas crescerá com a densidade de estruturas do mesmo.
A rigidez da matéria pode ser alterada por alterações nas camadas de ligação; por mudança de fase da matéria. São mudanças de fase que explicam a mudança de classificação dos materiais quando à fluidez, em sólidos, líquidos e gases. A camada zero envolvendo direta ou indiretamente todas as estruturas é praticamente ilimitada em volume. As estruturas, que são individualmente, envolvidas pela camada dos menores unifótons não ocuparão um volume restrito. Tendem a ocupar o máximo volume possível. Constituem o que nomeamos como gás. A camada zero, quando de ligação de estruturas, é a responsável pela fase gasosa. Um gás é um conjunto de estruturas integrais.
A camada mais externa das estruturas que constituem um gás (camada "um") é a que quando camada de ligação é a responsável pela fase líquida, pois é ao deixar de ser de ligação e se tornar a mais externa de estruturas que são individualmente envolvidas pela dos menores unifótons que as estruturas de um líquido se transformam em de um gás. Um líquido é um conjunto de estruturas que têm a camada "um" como de ligação. A camada de ligação responsável pela fase sólida é a constituída por unifótons maiores que os da camada "um". Sólido é um conjunto de estruturas que têm como camada de ligação uma camada de unifótons maiores do que os da camada "um".

PONTO DE ESTABILIDADE INDIFERENTE E MUNDANÇA DE FASE
No caso dos líquidos e dos vapores as estruturas, que os constituem, movem-se aleatoriamente umas entre as outras, pois apresentam largas camadas de ligação. Então a densidade delas e de seus unifótons poderão alterar aleatoriamente de tal forma a minar a estabilidade das camadas que definem o estado de fluidez a qualquer fasor. Logo poderá ocorrer casualmente vaporização ou condensação a qualquer temperatura e pressão.
No fasor limite de estabilidade de uma camada que define um estado de flidez, no ponto de mudança de fase, o processo é mais acentuado, pois não dependerá de situações casuais. Nesta situação a vaporização é chamada ebulição e no caso lento, a qualquer temperatura e pressão, é nomeado evaporação. Para os vapores e os líquidos a densidade de estruturas além de alterar aleatoriamente ao longo do tempo, não é, naturalmente, uniforme. Já nos sólidos as posições das estruturas não variam ao longo do tempo e podem, de acordo com a formação deles, terem uma densidade uniforme e assim os nomearemos cristalinos ou uma densidade não uniforme aos quais daremos o nome de amorfos. Nos sólidos amorfos, algumas regiões deles estão com camadas de ligação, definidoras do estado, mais próximas da instabilidade do que outras. Ocorrendo, por isto, mudança de fase em fasores diferentes. Já com os sólidos cristalinos isso não ocorre. Para os mesmos temos uma fasor fixo de mudança de fase. Neste fasor recebendo unifótons (calor) ocorre a fusão e perdendo calor a solidificação.

FASOR FIXO DE MUDANÇA DE FASE
Quando estruturas estão no fasor de mudança de fase se elas recebem calor formam-se novas camadas e assim a absorção de unifótons no lugar de aumentar a energia dinâmica delas, de alterar a temperatura, faz é surgir novas camadas (que absorvem unifótons, calor) e naturalmente, pelo equilíbrio térmico, na temperatura das outras. Por outro lado, se as estruturas, no fasor de mudança de fase, perdem calor desfazem-se camadas e assim a liberação de unifótons no lugar de reduzir a energia dinâmica delas, de alterar a temperatura, faz é desaparecer camadas (as novas camadas de ligação liberam unifótons, calor) e naturalmente, pelo equilíbrio térmico, na temperatura das outras. Assim, durante uma mudança de fase não ocorre alteração de temperatura.

PONTO TRIPLO
A fase líquida, a camada "um" como de ligação, existe em certa faixa de pressão e temperatura; o que é válido conforme já vimos, para qualquer fase, exceto para a camada zero, que é sempre de ligação.
Já consideramos que: Quanto menor a temperatura menor a faixa de pressão e quanto menor a pressão menor a faixa de temperatura em que ocorre a estabilidade de uma fase. Podendo ocorrer um ponto, um valor de temperatura e de pressão, onde ocorra mais de uma fase: estruturas com camadas de ligação diferentes. Quando a faixa de valores de temperatura e de pressão para a fase líquida se reduz a um ponto. Poderão existir, em equilíbrio, as fases: líquida, sólida e gasosa. Teremos então o ponto triplo. Com temperaturas e pressões abaixo da do ponto triplo a fase líquida não poderá existir. Nesta situação não chamaremos um gás de vapor. Vapor pode transformar-se em líquido. Já um gás às vezes não.
À passagem direta de um sólido para gás e vice-versa nomeamos como sublimação.

COMENTÁRIOS
Nossa visão se alargou. Pudemos prever a estruturação geral da matéria da estrutura mais elementar até a final. As regularidades sobre as fases da matéria foram explicadas. Interpretadas. “Previstas”. Inclusive as quantizações nas transferências de energia entre estruturas.
Com a definição de fase da matéria, o conceito de estado quanto à fluidez tornou-se apenas um caso particular; e as regularidades nas mudanças estruturais (absorver ou emitir energia, por exemplo) tornaram-se naturais. Os fatos relativos às mudanças de fase quanto à fluidez se unificaram com os de outras mudanças estruturais.
As estruturas não podem tender ao mínimo de energia. A energia se conserva. A energia existe nas estruturas. As estruturas tendem ao mínimo de energia dinâmica e ao máximo de energia de densidade.
As colisões das estruturas causam a evolução cósmica.


Terça-feira, Janeiro 31

Capítulo VII - Estruturações Determinadas Pela Camada Zero


Capítulo VII - Estruturações Determinadas Pela Camada Zero

INTRODUÇÃO
Neste capítulo, além de cuidaremos da estruturação do cosmo; cuidaremos da dinâmica e evolução astronômica.
Trataremos: da relação entre a evolução das maiores e das menores estruturas; da estabilidade do cosmo e da evolução cíclica de suas unidades maiores; da existência de vários “big-bangs” e da não possibilidade de observá-los; da razão de encontrarmos os maiores astros nos limites de nosso cosmo observável; do mecanismo da força gravitacional e anti-gravitacional; da energia escura e da massa escura; da luz ser uma onda não constituída por fótons; dos fatos básicos de outras teorias gerais; do desvio para o vermelho, nesta teoria ao contrário do que na quântica, não implicar em não conservação da energia.

ALGUMAS DEFINIÇÕES IMPORTANTES
Partículas integrais são aquelas com camadas de ligação constituídas pelos menores unifótons.
Estruturas interligadas por camada zero, com um sumidouro de velocidades comum, constituem um astro.
Um astro pode ser constituído por outros.
Os astros englobam as partículas integrais, que também são astros. O cosmo é o conjunto de todos os astros.
A ESTRUTURAÇÃO DO COSMO
A camada zero não pertence a qualquer estrutura, mas é envolvente de toda partícula integral e de todo astro.
A camada zero, sendo a dos menores unifótons, atrai todas as outras camadas, para o seu interior; tendendo a capturar cada vez mais estruturas, pois toda camada cria um campo que atrai unifótons maiores que os seus.
Como uma camada cria um campo que repele unifótons menores ou iguais aos seus, para o seu exterior, então a camada zero sofrerá força de repulsão de todas as camadas envolvidas; tendendo a envolver cada vez mais estruturas. A camada zero de um astro repele a de outro, pois camadas correspondentes se repelem. A única camada que sempre exerce força resultante sobre todas as outras é a camada constituída pelos menores unifótons, pois é a única que não pertence a qualquer estrutura. Daí ela ser importante na estruturação do cosmo.
Camadas envolventes criam para os sistemas de estruturas forças resultantes sobre as envolvidas. Como a camada, envolvente de outras, transfere velocidades de suas fontes a todas as envolvidas, pois existirão sumidouros, correspondentes a tais fontes, até no centro geométrico da camada envolvente, então tal camada exercerá força em todas as estruturas envolvidas.
Às forças voltadas para o centro das estruturas e geradas pela camada dos menores unifótons nós daremos o nome de gravitacionais.
Os unifótons da camada zero, entre duas estruturas, provocarão uma repulsão entre elas, a esta força nomearemos como anti-gravitacional.
Os astros giram em torno do sumidouro de velocidade determinador do mesmo. A força gravitacional é a força centrípeta, que mantém os astros. Um astro naturalmente apresenta tendência centrípeta (por efeito gravitacional), centrífuga (incluindo a força antigravitacional) e tangencial (a que determina sua rotação). Reveja o estudo destas tendências no capítulo quatro. Os astros, os quais compõem um outro, acompanham a rotação do constituído. Cada astro apresenta uma região central com maior densidade que a dos astros que o constituem. Quanto mais próximos estiverem os astros, então maior a repulsão gravitacional entre eles. O campo gravitacional, g, atuando sobre um corpo (porção específica de matéria em um astro) é o responsável pela força gravitacional sobre o mesmo: o peso (p) sofrido pelo corpo. A força (p) atuante em um corpo será, naturalmente, diretamente proporcional á sua energia e a intensidade de g na região ocupada por ele. Então em uma mesma região (para um mesmo campo gravitacional e apenas por efeito do mesmo) todos os corpos apresentarão uma mesma aceleração!
Corpos que apresentem velocidades radiais para fora de um astro superior à que perderiam nesta direção até atingir outro, por causa da atração gravitacional, sujeitos apenas a esta força, escapam do astro de origem. O valor mínimo de tal velocidade, a que nós nomearemos como de escape, dependerá do g da região ocupada por ele e de sua distância do outro astro. As partículas mais externas de um astro, por colisões entre elas, podem adquirir velocidade de escape e assim ser perdida por ele. Tendendo a ser capturada por astro de maior campo gravitacional e assim este tende a crescer com o decréscimo de menores.
A EVOLUÇÃO ASTRONÔMICA
As partículas integrais ao se ligarem formam estruturas mais complexas e de maior campo gravitacional. Estas seriam envolvidas por outras também integrais, porem menos complexas. Teria assim surgido um astro composto por outros. Como as colisões e conseqüentes fusões de estruturas são casuais; astros seriam formados com massas diferentes e aleatoriamente distribuídos pelo espaço. Astros podem colidir e se fundirem formando outro de maior massa. Os astros tendem a se constituírem em sistema mais complexos de centros cada vez de maior massa. As colisões entre astros são casuais, em certas regiões a redução do número deles seria mais acentuada do que em outras e teríamos a formação de astros com maior massa.
Os astros, quando suficientemente distantes uns dos outros, apresentando raios de curvatura praticamente infinitos não podem apresentar um centro comum e entre eles haverá apenas força anti-gravitacional. Pela distância e repulsão entre os mesmos estes tendem a não colidirem e a se afastarem ainda mais.
Com o crescimento da massa dos astros, pela fusão deles, a força gravitacional sobre eles também cresce, fazendo a densidade de suas estruturas aumentarem, o que favorece as interações que alteram estruturas, reações, que liberam unifótons, que liberam calor. Tais unifótons liberados moveriam em direção radial e para fora dos astros e assim eles exerceriam força contrária à gravitacional, uma força explosiva; o efeito de tal força em aumentar o volume do astro poderia ser maior, menor ou igual ao efeito gravitacional. Para os astros recém formados, o efeito gravitacional tenderia a sobrepujar o explosivo. Assim levaria as estruturas que o compõem a terem reações envolvendo camadas mais internas o que poderia inverter o processo durante certo tempo, com o efeito explosivo sobrepujando o gravitacional, mas com o esgotamento destas reações o efeito gravitacional poderia voltar a prevalecer. E caso não fosse capaz de produzir reações em nível de camadas mais internas então o efeito centrífugo natural (o estudado no início deste trabalho) poderia equilibrar o gravitacional e o astro teria estabilidade até a ocorrência de uma nova colisão astronômica, como descrita anteriormente; novo ciclo ocorreria e após prevalecer o efeito explosivo prevaleceria outra vez o da gravidade, mas com menor chance de levar a novo ciclo, antes de nova colisão com outro astro. Como as estruturas mais internas estão mais próximas, apresentam camadas de ligação mais energéticas. Com o crescimento da massa dos astros estes seriam capazes de atrair outros cada vez mais distantes e, assim, sua massa cresceria até que uma pequena redução de volume em sua parte central, um pequeno aumento da densidade e da impenetrabilidade desta região fizesse aproximar estruturas e promover reações que despendem tanta energia que lançaria suas partículas a grandes distâncias. Uma explosão com lançamento de estruturas com certo nível de estabilidade, com menor número de camadas de ligação pouco estáveis.
Cada novo astro formado, a partir das estruturas de astros que explodiram, teria a capacidade de crescer em massa maior do que o que lhe deu origem, pois constituído por estruturas mais estáveis. Astros que se explodem sem terem ainda atingido a fase do átomo final, ao se re-estruturarem, formariam astros com menor massa que o anterior (que podem crescer em massa mais que o anterior). Nestes astros ocorreriam reações com suas camadas mais internas ainda, sem que os mesmos explodissem. Com o crescimento de suas massas, após a síntese de estruturas mais próximas do átomo final, tais astros poderiam explodir; e esse ciclo ao se repetir permitiria a criação, também, de astros cada vez de maior massa. Até terem aqueles cuja atração gravitacional fosse tão grande que prenderia todos os seus unifótons. Nada escaparia dele. Um buraco negro. Onde o processo de formação do átomo final aceleraria.
Formaria então o átomo final e através do processo de empacotamento já descrito na parte sobre estruturação da matéria, nesta teoria. Em certa densidade a distribuição de velocidade entre os unifótons seria afetada pela lentidão deles e a estrutura se desfaria. Explodiria. Ocorreria um Big-Bang.
Como no momento da explosão os unifótons de tamanhos iguais estariam reunidos, então a única tendência seria a expansão, o afastamento mútuo entre eles.Com a expansão ocorreria o aumento da velocidade dos unifótons e a distribuição de velocidades entre os mesmos os levaria novamente a terem as freqüências em função de seus tamanhos. Ocorreria novamente a formação de estruturas, inicialmente com muitas camadas de ligação- com muitas estruturas- a repulsão entre elas prevaleceria. Tal parte do cosmo expandiria. Ocorreria novamente a redução das camadas de ligação, o crescimento de sua expansão iria reduzindo, até expandir com velocidade constante e depois começaria a se contrair, por prevalecer forças atrativas; repetindo os processos cíclicos anteriores.
As estruturas, assim que são formadas, tendem ao equilíbrio termodinâmico. As transferências de energia entre as estruturas tendem a reduzir. A energia indisponível aumenta. A matéria tenderia novamente ao mínimo de energia disponível (reduzindo o número de camadas de ligação). Esta é a ordem na evolução das estruturas materiais!
Após explosão de uma estrutura terminal, estrela de muita massa ou o átomo final, as estruturas em termos médios irão afastarem-se e assim prevalecerão as reações endotérmicas. Durante um período, após uma explosão astronômica, prevalecem reações endotérmicas, por prevalecer a expansão do sistema de estruturas. Segui período de equilíbrio entre reações endotérmicas e exotérmicas, pela não variação do volume de tal sistema. Depois, quando ocorrer a contração, prevalecerão as reações exotérmicas.
O TEMPO
O tempo não possui significado independente da estruturação do universo, pois para uma densidade no limite máximo, que ocorre no átomo final, a distribuição de velocidade entre os unifótons é afetada pela lentidão deles. Eles não têm suas freqüências características. Os relógios naturais e o tempo passível de medição não existem. Cada explosão de um átomo final é o fim de um ciclo temporal e um início de um novo tempo. Durante tal explosão há natureza sem o tempo marcado pelos relógios (o que pode ser medido), embora continue havendo sucessão. Por outro lado, só não há verdadeiramente tempo sem a natureza, pois não pode existir sucessão do inexistente. Definiremos verso como o maior astro; o astro que tem em si a capacidade de formar o átomo final. Não havendo medida para o tempo, no final de cada ciclo temporal para um verso, não há medida para a distância, nem significado para as propriedades das estruturas, tais como: massa, inércia, temperatura, etc. Não há uma estrutura descritível.
A história do cosmo não tem um início ou fim; pois seus elementos maiores têm histórias cíclicas. Agora entendemos a razão do cosmo não atingir e não tender ao equilíbrio termodinâmico, pois esta é a tendência de cada um de seus versos; e estes são cíclicas e reiniciam com a maior energia disponível, com o máximo em desequilíbrio termodinâmico.
O cosmo está sempre se renovando. A história não termina, pois ela reinicia em regiões particulares do cosmo. Sempre se renova. Não há algo verdadeiramente novo no cosmo. Há ciclos, sucessões em suas partes. A descrição de qualquer evolução supõe o tempo passível de medição. Não ocorrendo, para cada um dos versos, no inicio e no fim de seu ciclo. Portanto, a evolução de tais fases não pode ser descrita, do ponto de vista do verso que passa por tal processo. Assim como a formação de astros se dá aleatoriamente no espaço, dá se aleatoriamente, também, no tempo; o que leva a existir versos em várias fases de evolução. Um verso se interliga a outra através da camada zero. Só que estando muito distantes uns dos outros, seus raios de curvatura sendo praticamente infinitos, não podem apresentar um centro comum.
Os versos estando muito distantes e daí se afastando uns dos outros em velocidade maior ou igual à da luz não exercem força uns nos outros. Não se comunicam. E em movimento aleatório podem colidir. Como existe uma velocidade máxima para um sinal físico, então ao observarmos astros muito distantes, os veremos em estado de evolução mais novos. A não ser que pertençam a versos diferentes em colisão.
A EVOLUÇÃO DOS VERSOS E DAS ESTRUTURAS
É com a evolução dos astros que ocorre a formação de estruturas mais complexas. As estruturas mais estáveis, formadas através dos ciclos evolutivos dos astros, são as que nomeamos como átomos, ou elementos químicos. O entendimento do átomo, de sua estruturação, de sua estrutura e comportamento depende do entendimento da evolução dos astros e a continuidade do processo de evolução dos astros depende dos átomos criados no processo. A evolução das partes depende da evolução do todo e vice-versa. A estruturação dos átomos está dentro da evolução dos versos, daí a importância do estudo, mesmo que de forma genérica, da evolução dos versos antes ou juntamente ao estudo dos átomos.
MASSA ESCURA
A parte mais central de toda partícula apresenta uma freqüência indeterminada, que não cria campo de ação à distância, mas sofre o efeito do campo gravitacional, pois nela ocorrem sumidouros de velocidade. A esta massa só detectada por seu efeito local (pelo campo interno a um sistema), nomearemos como massa escura. As massas escuras dos campos internos gerados por camadas que não a zero, compõem sistemas mais complexos determinados por camada zero. Assim, este campo mais amplo, o gravitacional, determina a medida da massa total do sistema e vice-versa. Quanto maior a massa de um sistema de estruturas maior a quantidade de massa escura nele, pois maior a convergência de velocidades para o seu centro. As estruturas mais centrais dos sistemas gravitacionais terão também mais massa escura. A quantidade de massa escura de um sistema está relacionada à sua energia indisponível, pois ocorre seu crescimento com a evolução dos sistemas de estruturas.
Experiências relacionadas aos campos gravitacionais apresentam como fatos experimentais: à existência da massa escura, e suas propriedades citados acima; embora as físicas anteriores à apresentada neste trabalho, ao contrário desta, não a prevejam, não a expliquem, isto é, não a interpretem.
A massa pertencente a um campo gravitacional serve como medida do mesmo, pois é determinada exclusivamente pelo mesmo.
Temos, assim, que o fluxo dos segmentos de força atrativa gravitacional em uma gaussiana é proporcional à massa, inclusive a escura, das partículas do interior da mesma; onde o fluxo desses segmentos seria o número dos mesmos que passam por tal superfície.
A MÁXIMA VELOCIDADE POSSÍVEL
Entes constituídos não podem apresentar velocidade superior aos seus constituintes, pois em caso contrário deixaria suas partes para trás. Assim, os entes verdadeiramente elementares são os que podem apresentar a máxima velocidade, em relação a qualquer objeto que sirva de referencial em um verso.
A comunicação de velocidades entre as estruturas integrais se faz através da camada zero e na maior velocidade possível. Pois a camada zero apresenta os menores unifótons e na menor densidade e daí estes serem os mais velozes. Sendo a comunicação básica a de velocidade, então seu valor máximo limita o ritmo dos processos físicos; sendo daí uma constante fundamental da natureza.
As ondas mais rápidas são as que ocorrem nos unifótons. As nomearemos como ondas de impenetrabilidade.
A velocidade das ondas de impenetrabilidade é máxima no vácuo, porque os unifótons tendem a certa velocidade escalar máxima no vácuo. Isto é, onde ocorrem os menores unifótons e na menor densidade deles.
Nada, ao longo do espaço, pode alterar (ser afetado ou afetar) antes do tempo gasto por um desses pulsos para percorrer tal espaço.

A VELOCIDADE ABSOLUTA DAS ONDAS NOS UNIFÓTONS
A velocidade das ondas de impenetrabilidade é absoluta; porque elas são em tudo, por serem nos entes que constituem tudo; nos unifótons.
O som tem uma velocidade absoluta em relação ao meio em que se propaga, mas uma velocidade relativa em relação ao movimento de suas fontes e medidores (observadores); o mesmo se dá com uma onda em uma corda, ou em uma mola, ou qualquer onda. Mas supondo a existência de um ente verdadeiramente elementar (os unifótons) que compõe tudo e preenche até o vácuo. Constituem tudo, inclusive todas as fontes e observadores de qualquer onda. A onda que viaja neste meio terá uma velocidade absoluta em ralação a tudo (300 mil Km/s) e independente de suas fontes e observadores, pois esses também são o meio onde elas propagam.
O meio em que a onda de impenetrabilidade se propaga não é o éter, como se supunha no passado, pois este envolvia os objetos, mas não os constituía. Tudo é constituído pelas verdadeiras unidades elementares, onde a onda de impenetrabilidade se propaga.
As ondas de impenetrabilidade movem em todos os meios, isto é, elas são pulsos nos entes que compõem tudo, nos verdadeiramente entes elementares, nos unifótons. E todo espaço físico os possui, pois sem eles não haveria tempo (sucessões), é com eles que ocorrem as interações básicas. Onde há tempo, energia, interações, até no vácuo (lugar onde não há átomos) existem unifótons. Os unifótons constituem o meio. Não um meio específico, pois tudo é constituído por eles. A velocidade de um pulso neles é em tudo e daí independer de meio específico.
As ondas próprias a meios específicos não apresentam velocidade absoluta.

A NÃO POSSIBILIDADE DE OBSERVAÇÃO DE BIG-BANGS.
Se as partes só podem ter, no máximo, a velocidade c, então como o todo pode apresentar partes com velocidade superior a c?
Se você estica um elástico suas partes mais distantes se afastam em maior velocidade. E as partes vizinhas podem se afastar lentamente. Pensando o cosmo como um elástico que se estica, então dois objetos muito afastados podem se afastarem com velocidade superior a c. A velocidade de afastamento não será limitada pela velocidade das partes.
Os sinais físicos viajam no máximo na velocidade c. Objetos distantes o suficiente se afastam em velocidade maior ou igual a c e daí não interagirem.
Em conformidade com a expansão do cosmo, estamos limitados a certa distância e tempo observáveis.
Além de certa distância os entes do cosmo não podem sofrer influências uns dos outros. Estes não se comunicam. Não causam efeitos uns nos outros. De uns não podemos observar os outros.
Como os astros crescem e se afastam então, os mais antigos, onde possa ocorrer um big-bang estarão tão distantes que não se pode observar big-bangs.

A NÃO EXISTÊNCIA DO GRÁVITON
A camada zero, não podendo ser envolvida (por ser a constituída pelos menores unifótons), não constitui nenhuma partícula. Embora seja responsável pela força gravitacional. Aqui temos uma explicação para a não observação do gráviton, suposta partícula vinculada à força gravitacional pela física anterior a esta. Esta é uma suposição que não ocorre.
O COMPORTAMENTO TEÓRICO DA CAMADA ZERO E OS FATOS COSMOLÓGICOS RELACIONADOS A ELA
A natureza da camada zero, acima tratada, coincide com os fatos básicos utilizados em teorias atuais. Exemplos:
A massa gravitacional coincidir com a inercial e com a energia é a base da teoria da gravitação de Einstein, ou teoria da relatividade generalizada.
A existência de forças voltadas para um centro é o fundamento da gravitação universal de Newton.
A razão de existir uma velocidade limite e absoluta para a comunicação física fundamenta a teoria da relatividade restrita.
A física da camada zero nos leva a fatos muito básicos, a fundamentos de várias teorias.
A física das camadas mais internas que a zero nos levará aos fatos mais específicos (menos gerais) e será tratada nos capítulos que seguem.

A DAULIDADE ONDA-PARTÍCULA
Há, continuamente, uma troca de partículas entre as estruturas básicas da natureza (que são os elementos químicos, ou átomos). Sobre estes trataremos em outro capítulo.
Partículas em movimento fora dos átomos geram ondas de impenetrabilidade. Tais ondas podem alterar as trocas dessas partículas entre os átomos da matéria atingida por elas.
Assim os átomos, por efeito dessas ondas, recebem ou perdem essas partículas. As absorvem ou emitem.
Uma dessas ondas condicionando absorção ou emissão de partículas funciona como partícula. É como se fosse uma partícula.
Uma partícula em movimento fora de um átomo gera uma onda. É como se fosse uma onda.
Nesta situação partículas são como ondas e ondas como partículas. Mas partículas não são ondas e ondas não são partículas.
Se se observa uma partícula (detecta-a) não se pode observar sua onda. Ela deixa de criar sua onda. Para observar a onda não se pode observar a partícula que a gera. Daí supor o comportamento dos entes elementares como dual ou quântico. Como o de partícula e como o de onda.

NOVA INTERPRETAÇÃO DA EXPERIÊNCIA DA DUPLA FENDA
Como todos sabem se fizermos um feixe de partículas elementares (fótons, elétrons, etc.), emitidos por uma fonte, após saírem de uma fenda, passarem por duas outras, estes ao serem detectados em um anteparo se distribuem na forma de uma figura de interferência de ondas.
Por outro lado, quando uma das duas fendas é fechada a distribuição das partículas na tela é semelhante a de partículas lançadas em direções aleatórias através do mesmo.
Interpretação tradicional: as estruturas elementares apresentam natureza dual ou quântica, isto é, de partícula e de onda.
Nova interpretação: Há partículas elementares na camada zero que envolve todas as estruturas. O movimento de uma produz onda, a qual pode fazer outra partícula ser absorvida. Por ressonância a partícula absorvida é da natureza da que movimenta.
Quando apenas uma fenda está aberta a direção do movimento das partículas coincide com o da onda e até mesmo as próprias partículas em movimento podem ser observadas.
A experiência da dupla fenda provaria a natureza dual da matéria se ondas não pudessem determinar absorções ou emissões de partículas pelos átomos. Estas ondas alteram a impenetrabilidade e, como vimos em capítulo anterior, afetam o fasor que determina a estabilidade de estruturas.
Há também fatos que comprovam alterações estruturais decorrentes de ondas.
Exemplos:
Quando chove, um trovão faz a chuva ter um ligeiro aumento. O que é natural, pois a pressão afeta a estabilidade das fases da matéria e o som é uma onda de pressão.
Lembre-se também da câmara de Wilson.
A luz ao atingir uma chapa fotográfica a marca (queima).
Uma onda eletromagnética, ao atingir uma antena gera nela corrente elétrica.
Ao movimentarmos um ímã próximo a uma espira aparece nesta uma corrente elétrica. Uma variação de um campo magnético pode produzir uma corrente elétrica, conforme prediz a teoria de Maxwell.
Uma onda luminosa ao atingir uma superfície metálica arranca dela elétrons.
Como ondas podem determinar absorção ou emissão de partículas então a experiência da dupla fenda não prova inequivocamente a natureza dual ou quântica dos entes elementares.
Como as partículas que serão detectadas, por efeito da passagem de uma onda, estão distribuídas aleatoriamente. Será aleatória a previsão da localização das partículas através das ondas de impenetrabilidade. Embora estas determinem a probabilidade de tal evento. Daí o caráter probabilístico das observações em nível elementar da matéria. A onda de impenetrabilidade é a nomeada como de probabilidade na teoria quântica.
Os experimentos, acima mencionados, corroboram a nova interpretação em detrimento da tradicional.
Experimento para comparar as duas interpretações:
O DESLOCAMENTO PARA O VERMELHO E A CONSERVAÇÃO DA ENERGIA
A luz proveniente de regiões muito distantes da Terra apresenta uma freqüência menor. A explicação deste fato é o efeito Doppler para a luz. Como quanto mais distante um astro estiver da Terra em maior velocidade ele afasta-se de nós, então os muito distantes apresentam velocidade de afastamento grande o suficiente para observarmos o efeito Doppler para a luz nos enviada por estes. O problema é que para entendermos alguns fenômenos (como a absorção e emissão de energia em pacotes, e não em forma contínua, pelos átomos) a mecânica quântica supôs a luz constituída por fótons. Pacotes de energia. Mas como a energia dos fótons é diretamente proporcional à freqüência destes. Assim, o efeito Doppler para a luz reduzindo a freqüência dos fótons reduziria a energia destes sem a transferi-la. Contrariando o princípio físico da conservação da energia.
Mas a energia conserva-se. O erro é considerar a luz como constituída por fótons. A luz é apenas onda. Sua energia, de forma diferente dos fótons, não depende de sua freqüência e sim, como ocorre com toda onda, de sua amplitude.
A freqüência da luz afeta a impenetrabilidade do meio por onde ela passa. A impenetrabilidade afeta a estabilidade das estruturas elementares, como vimos no capítulo anterior. O que as faz absorver ou emitir fótons.
(Fótons são conjuntos de unifótons de certa freqüência envolvidos pela camada zero e existentes nela. Trataremos deles mais detalhadamente em um próximo capítulo).
O efeito Doppler para a luz não afeta a energia dos fótons. Assim, não temos o suposto problema com a conservação da energia.
A nova interpretação da natureza dos entes elementares e da luz. Não dual ou quântica. Permite a manutenção do princípio da conservação da energia e explica os fatos previstos pela teoria anterior. Logo a nova interpretação é melhor que a anterior, ou quântica.
O fóton e outras partículas elementares não viajam na velocidade da luz. Apenas as ondas de impenetrabilidade e os unifótons movem na velocidade da luz. As estruturas materiais apresentam velocidades menores. Luz não é matéria. É onda.
As ondas sofrem refração com variações de densidade dos meios. O mesmo ocorre com as ondas de impenetrabilidade. A gravidade produz alterações na densidade de unifótons em todas as camadas, inclusive na zero, e então altera a direção de propagação da luz.
Os defensores da teoria quântica dizem que um ente quântico não é partícula porque não tem trajetória definida. Os objetos quânticos são absorvidos, ou emitidos por efeito de uma onda, e estes entes estão distribuídos em forma aleatória no espaço. Um fóton pode gerar uma onda e fazer outro qualquer ser absorvido (detectado) e, o outro tomado como o primeiro, pois não são identificáveis resulta em uma falsa trajetória do primeiro.
Um objeto quântico não é mesmo uma onda, como também afirma os defensores da teoria quântica. Pois às vezes estes são localizados.
As possibilidades partícula e onda não podem ocorrer rigorosamente na lógica da teoria quântica. Mas em outra lógica pode.

O MODELO DO MULTIVERSO
O modelo do multiverso não exige explicação para a origem do cosmo, por supô-lo eterno; mas explica: a) a isotropia em larga escala, com flutuações de densidade em “pequenas”;
b) o deslocamento das linhas espectrais da luz vinda de galáxias para o vermelho e o afastamento destas;
c) resolve o paradoxo de Olbers;
d) o fato de galáxias mais distantes nos parecerem mais jovens.

PARADOXO DE OLBERS
Para os seres sensíveis à radiação infravermelha o céu à noite é claro. E assim deveria ser também claro para os sensores de luz de freqüência mais alta. (visível para nós).
Sendo o cosmo praticamente infinito e eterno de toda linha de visão voltada para o céu receberíamos luz e energia de suas infinitas estrelas. Estaríamos torrados, ou evaporados, ou plasmados.
A solução atual é que o cosmo tem uma idade finita, a luz tem uma velocidade finita e a luz das estrelas mais distantes ainda não teve tempo para nos atingir. O cosmos que enxergamos é limitado no espaço, por ter uma origem temporal. A escuridão da noite seria uma prova de que o cosmo teve um início.
Mas a radiação infravermelha não tem, no vácuo, velocidade igual à visível? Por que uma teve tempo de chegar e outra não?
Seria uma prova de que o cosmo teve um início se não ocorresse o que dissemos acima no modelo do multiverso: O cosmo observável por nós é limitado no tempo e no espaço.
As partes do cosmo além de certa distância afastam de nós em velocidade igual ou superior à da luz. A luz de tais estrelas não nos pode atingir.
A “luz” que nos atinge vindas de grandes distâncias, por causa do efeito Doppler, são de freqüências menores que da luz vermelha. São infravermelhas.
O céu que podemos observar é limitado, com finitas estrelas, e em relação a tal espaço, ele é pouco denso de estrelas. Nossa linha de visão não dá sempre em uma estrela, que nos possa mandar luz visível.
Não estamos na forma de plasma, pois as estrelas quanto mais distantes menos energia nos podem enviar, e há aquelas que nem nos podem aquecer. Fique tranqüilo, a energia que recebemos é limitada.

BIG CRUNCH
O cosmo não se colapsa num big crunch ao contrário do que ocorre com seus versos.
A idéia de o cosmo ser eterno e composto por partes que se estruturam e se desestruturam é corroborada pelos princípios de conservação e pelas evoluções estruturais. Para a energia não ser criada nem destruída, mas apenas se apresentar em formas diferentes ela deve ser eterna e evoluir nas partes.

COMENTÁRIOS
A física da camada zero nos desvendou a natureza em vários aspectos. Como por exemplo:
O cosmo ser estável. Apenas suas partes evoluem e são cíclicas.
Há interdependência entre a evolução das maiores e das menores partes do cosmo.
Existem vários big-bangs.
A energia e a massa escura foram interpretadas.
A luz é uma onda não constituída por fótons. E daí o desvio para o vermelho não quebrar o princípio da conservação da energia.
Os princípios da física moderna foram explicados.
Quais as conseqüências básicas das outras camadas?
Serão tão importantes como as da camada zero? Teremos respostas nos próximos capítulos.

Segunda-feira, Janeiro 30

Capítulo VIII - Estruturações Determinadas pela Camada Um

No capítulo sete, nós vimos que o deslocamento para o vermelho não implica em não conservação da energia, como se infere da física anterior a esta.
Neste jogo de não conservação há neutrinos que desaparecem. O que anda intrigando os físicos experimentais.
Supondo toda estrutura constituída por unifótons entenderemos a natureza e o comportamento de partículas atualmente supostas erroneamente elementares. Como são constituídas, elas nas re-estruturações passam a se apresentar em outras formas, eis a explicação geral de seus aparecimentos e desaparecimentos.
Para esclarecermos os mistérios relacionados a este assunto, nós trataremos da natureza não elementar, ou da constituição: dos neutrinos e dos fótons. Veremos como estas partículas vão se reestruturarem na constituição dos elementos químicos.

A CONSTITUIÇÃO DOS NEUTRINOS
Uma camada um envolvida pela zero, eis um neutrino.
Os neutrinos, ao contrário de estruturas constituídas por outros unifótons, só podem existir na camada zero; por serem envolvidos pela camada de ligação comum a toda estrutura integral, eles apresentam, pelo equilíbrio térmico, uma mesma massa e energia; e como toda partícula, eles apresentam rotação.
A CONSTITUIÇÃO DOS FÓTONS SIMPLES
Um fóton simples é uma estrutura formada por duas camadas: sendo uma delas a camada um e a outra ou a dois, ou a três, ou a quatro. Quando é a dois temos um elétron. Quando é a três temos um pósitron. Quando é a quatro temos um nêutron.

ANIQUILAÇÃO DO PAR ELÉTRON-PÓSITRON
Se um pósitron colide com um elétron, então este o envolve e forma uma partícula neutra com as camadas 3, 2 e 1 e de pouca massa. A qual nós nomearemos como partícula gama. Mais difícil de ser detectada que as que lhe constituíram, pois não apresenta carga elétrica resultante. Embora a onda que emita, a radiação gama, seja a que condiciona a absorção da estrutura gama, por outra partícula. Daí ser como se tivesse a energia correspondente à do elétron acrescida da do pósitron.
Quando um nêutron recebe uma partícula gama ele se transforma em um nêutron gama. Este se emitir um elétron se transforma em um próton, que é um nêutron envolvido por um pósitron.
Não é qualquer nêutron que se transmuta em um próton, mas sim um nêutron gama. Voltaremos a este assunto quando tratarmos da transmutação de átomos.

A ESTRUTURAÇÃO DE UM FÓTON SIMPLES
As estruturas podem perder ou receber unifótons quando houver nelas mudanças de fase, mudanças estruturais; por efeito de pressão (trabalho), ou de temperatura (calor).Os unifótons perdidos por uma camada tendem a formar pacotes nas camadas envolventes da que vieram.Os pacotes de unifótons, de um mesmo tamanho, irão repelirem-se e ao atingirem a camada zero serão envolvidos pelos neutrinos. (Camadas correspondentes se repelem e diferentes se atraem). Assim, formam-se inicialmente as estruturas de camadas, as estruturas em 2º grau de complexidade (cada camada é uma estrutura em 1ºgrau de complexidade) com apenas duas camadas, constituídas por uma camada de unifótons maiores do que os unifótons da camada um, envolvida por esta, que são envolvidas pela camada de ligação zero. Sendo, portanto, estruturas integrais. (Na formação de fótons ou na emissão de fótons, neutrinos deixam de existir como partículas e passam a constituir os fótons. Este desaparecimento de neutrinos explica parte da dificuldade em sua detecção). Os fótons simples tendo uma única camada mais externa (a um) e sendo envolvidas pela mesma camada de ligação (a zero), estando em mesma condição de temperatura e pressão, apresentam o mesmo volume e a mesma energia para cada freqüência de seus unifótons, pelo equilíbrio térmico.
RELAÇÃO ENTRE A ENERGIA DE UM FÓTON SIMPLES E SUA FREQÜÊNCIA CARACTERÍSTICA
Qualquer fóton simples é constituído pela camada um e por outra (de volume, V), que o caracteriza apresentando uma freqüência, f, a nomearemos como característica. A energia dinâmica da camada característica de um fóton é dada por E=m.v. Como para uma estrutura em 1º grau de complexidade f médio é constante para seus unifótons, então n/V .v= constante; ou v= constante/(n/V) . Assim, E=m.v=m.constante/(n/V) =n.f.constante/n/V=constante.V.f. Logo E é diretamente proporcional a f para todas as camadas características. Poderemos, também, escrever E=h.f, onde notamos a constante de proporcionalidade entre E e f por h, quando V for máximo.No volume V máximo possível para a camada característica de um fóton a energia dinâmica E é máxima, pois ao volume máximo corresponde a mínima densidade de unifótons e, portanto, pela definição de energia, esta será a energia U da camada característica do fóton. Assim, U=h.f.Os fótons, conforme toda partícula, apresentam rotação.
Os fótons não são previstos pelas teorias anteriores a esta, embora sejam postulados e a existência deles é evidenciada por muitas experiências.Esta teoria prevê, explica e interpreta a natureza dos fótons.
ESTRUTURAÇÃO DO ÁTOMO DE HIDROGÊNIO LEVE
Os fótons com camadas características diferentes se atraem e assim inicialmente formam estruturas apenas de camadas. Nomearemos a tais partículas como fóton composto. Ao fóton composto com todas as camadas nomearemos como átomo de hidrogênio leve. O hidrogênio leve, como toda partícula, apresenta rotação.
FORMAÇÃO DO HIDROGÊNIO MOLECULAR
Se um átomo de hidrogênio leve colide com outro, estes podem perder a camada um que passa a ser comum a dois deles; estes girando em sentidos opostos se atraem e podem também ser envolvidos pela camada dois. A tal estrutura nomearemos como hidrogênio molecular. Tal estrutura sendo mais estável que as que lhe dão origem; logo os átomos de hidrogênio leve tendem a formar hidrogênio molecular.
FÓTONS COMPOSTOS
O fóton composto com as camadas 3,2 e 1 equivale a 2 fótons diferentes, no sentido de sua freqüência média emitida e não no sentido de sua massa, pois apresentará mais massa escura.
Há fótons compostos com números de unifótons diferentes em suas camadas. Portanto com freqüências médias diferentes.
Daí a existência de inúmeras estruturas elementares, com suas diferentes energias.
Uma vez que cada fóton apresenta um quanto de energia, então os fótons compostos também apresentam esta propriedade.
Normalmente, na física anterior, não havia distinção entre fóton e fóton composto e mais aos fótons básicos se atribuía natureza diferente dos fótons. Um elétron apresenta carga elétrica. Um pósitron também. Mas veja uma partícula gama (pósitron envolvido por elétron) que é um fóton composto não apresenta carga.
Raios gama com números diferentes de unifótons em suas camadas constituem fótons compostos diferentes. Não apresentam carga elétrica. Apresentam energias diferentes conforme a freqüência média deles. São as partículas a que a física anterior nomeava como fótons.
A COMUNICAÇÃO QUANTIZADA DE ENERGIA ENTRE ESTRUTURAS INTEGRAIS
Como os unifótons, quando perdidos por camadas, se constituirão na forma de fótons ao atingirem a camada zero, então a interação energética (calorífica), entre estruturas integrais, ou sistemas dessas, será através de pacotes de energia, h.f!
FORÇAS DE AÇÃO À DISTÂNCIA ENTRE ESTRUTURAS
Devemos agora cuidar das interações entre as partículas básicas. Para entendermos os múltiplos arranjos e comportamentos possíveis das mesmas.
Lembrando que: uma camada cria um campo que atrai unifótons maiores que os seus e repele os de tamanhos iguais ou menores que os seus; e o campo de impenetrabilidade resultante, gerado por uma estrutura, segundo direção perpendicular à sua camada mais externa, é a composição dos campos, segundo tal direção, gerados por suas camadas. Definiremos a energia hf como carga elementar.
Uma carga elementar é negativa quando sua freqüência for menor que a de outra que, em relação à primeira, será considerada positiva. Temos uma relatividade para o sinal das cargas.
Definiremos como carga de uma estrutura ao excesso ou falta de um dos tipos de carga. Cada carga elementar (hf), em uma estrutura, definirá um número igual de linhas de força, na freqüência dos unifótons que a constituem. Diremos que o sentido das linhas de força das cargas elementares positivas é das mesmas para a vizinhança externa e que o sentido das linhas de força de cargas elementares negativas é da vizinhança externa para as mesmas. Carga positiva sofrerá força no sentido de tais linhas e carga negativa sofrerá força no sentido contrário às mesmas. A força, F, proporcionada em qualquer carga elementar por qualquer linha será de uma só intensidade. O que está de acordo com a definição de linha de força, feita na parte sobre o campo genérico.
Assim, em uma direção linhas em sentidos contrários se cancelam e desprezando essas linhas que se cancelam teremos as efetivas linhas de força. Sendo razoável considerar como carga para uma estrutura de camadas apenas o excesso (ou falta) de um dos tipos de carga!Um hidrogênio leve é constituído por uma camada de cada tipo com a carga mínima possível à geração de um campo efetivo nulo. E, por isto, não exercerá força à distância em outra partícula qualquer. Será neutro. Definiremos o vetor campo de forças, P, em uma pequena região - em um "ponto" - como de intensidade proporcional à densidade das efetivas linhas de força em tal região e em direção tangente a tais linhas e sentido igual ao delas. P=F/q. Onde q representa uma carga de qualquer tipo. Temos, também, que o fluxo das efetivas linhas de força (número destas linhas que passam por uma superfície), ou que o fluxo de campo forças, em uma gaussiana, é proporcional à carga em seu interior. !As estruturas tendem a serem neutras, pois atraem às cargas ou camadas em falta e perdem às em excesso. A existência das cargas elementares é fato previsto pela teoria dos unifótons e não previstos pelas teorias anteriores.
INFLUÊNCIA DO CAMPO DE FORÇAS INTERNAS DE UM SISTEMA DE ESTRUTURAS NA ESTABILIDADE DAS MESMAS
As forças internas em um sistema de estruturas de camadas, forças que um sistema de estruturas exerce sobre suas estruturas constituintes, condicionam a estabilidade destas e inclusive das constituídas apenas por camadas; especialmente a dos átomos de hidrogênio leve. Há uma força de atração entre uma estrutura que apresente sumidouros de velocidade e todas as estruturas que recebem tais velocidades das fontes correspondentes a cada sumidouro. Ao segmento que une dois pontos distintos em uma direção radial em uma camada com uma capacidade definida de comunicar velocidade (que comunica certa velocidade, em termos médios, por unidade de tempo a qualquer unifóton que esteja no mesmo segmento no sentido da menor densidade para a maior densidade) chamaremos segmento de força atrativa. Lembremos que: em uma estrutura a cada fonte corresponde um sumidouro. À densidade numérica destes segmentos, número de segmento por unidade de área pela qual passam, é o fluxo do campo atrativo. A unidade de fluxo é o inverso da unidade de área; 1/ud2 .A intensidade do campo atrativo interno, Ati, em um ponto, será proporcional ao fluxo de campo atrativo em diminuta área em torno de tal ponto. Ati indicará a velocidade comunicada a um unifóton que ocupe tal área por unidade de tempo. Qualquer unifóton, em um mesmo ponto de um campo atrativo interno, receberá em média uma mesma velocidade no sentido do centro da estrutura por unidade de tempo. Logo a intensidade da comunicação de velocidades, a força atrativa interna, Fai, sofrida por uma estrutura será proporcional à sua energia, U, e à intensidade do campo atrativo interno na região ocupada pela mesma. Fai é proporcional U.Ati.
A estabilidade de um átomo (como ele gira) depende de uma resultante de forças sobre suas partículas no sentido de seu centro. O campo interno não pode ser nulo. Um átomo de hidrogênio leve só será estável como gás, pois é definido como a estrutura constituída pelas camadas 4, 3, 2 e 1. Um líquido não apresenta a camada 1, nestes a camada um é de ligação. Um gás só existe, em forma estável e para certa pressão, em temperatura acima de certo valor, e para certa temperatura em pressão abaixo de certo valor. Mas as condições de pressão e temperatura dependem do campo de forças atrativas. Ati.
O campo atrativo determinará a densidade do sistema de estruturas, pois determina os outros campos internos desses sistemas. Determinando as condições de temperatura e pressão do mesmo. E assim a possibilidade ou não da estabilidade de estruturas apenas de camadas. Na camada zero ocorre a criação de fótons e daí a de átomos de hidrogênio leve e estes tendem a se agregarem por efeito de força atrativa e esta tende a crescer com o crescimento da massa do sistema. Levando, em seus centros, onde a densidade é maior à fusão das estruturas anteriormente apenas de camadas. O crescimento de sistemas de estruturas apenas de camadas leva à desestabilização dos que ocupam a parte mais interna do mesmo. As condições de pressão e temperatura, que permitem a estabilidade de estruturas apenas de camadas, ocorrem principalmente nas extremidades de tais sistemas. As estruturas que criam campo efetivo nulo não atraem os fótons isolados, mas as outras os atraem. Fótons de mesma freqüência se repelem de freqüências diferentes se atraem. Fótons que se repelem podem ser confinados em certos astros por seus campos gravitacionais e assim existirem isolados.
CAMPOS RELACIONADOS À CAMADA UM
A camada um, além de constituir os neutrinos e outras partículas integrais, pode envolver, como camada de ligação, a várias partículas. Tornando-se responsável por força atrativa, em nível de cada partícula, semelhante à gravitacional. As camadas um, com um sumidouro de velocidade comum, fazem parte de um astro, pois serão envolvidas por camada zero. Os fótons (por apresentarem a camada um, e sendo a camada zero de ligação deles) apresentam campo de longo alcance. Seus campos não sendo cancelados por outras camadas, que não existem para os mesmos, apresenta-se como resultante na parte externa deles.
Um fóton ao ser absorvido por um átomo deixa de ser fóton e passa a constituir uma camada e assim deixa de ter ação à distância, embora contribua para o campo efetivo do átomo, que tende a ser nulo.
Um fóton ao ser absorvido por um átomo tem parte de sua energia dinâmica transformada em energia de densidade. Sua massa sofre redução, pois a freqüência de seus unifótons é reduzida. Desta forma ocorre a transformação de massa em massa escura.
A massa escura não contribui para a carga nula de um átomo. Fóton de freqüência mais alta ao ser absorvido tem maior massa transformada em massa escura.
Alterando a densidade de uma estrutura tem-se alterada sua quantidade de massa escura e assim a mesma pode emitir ou absorver unifótons. Perde a estabilidade. Deixa de ser neutra.
A massa escura funciona para o campo interno de uma partícula, mas não para seu campo externo ou de longo alcance. Pois ela funciona como sumidouro de velocidade. Assim, o campo interno não é nulo, mas o externo pode ser. O campo externo ser nulo não implica em campo interno nulo. O que não ocorre.
DETERMINAÇÃO DO VOLUME DAS ESTRUTURAS CONSTITUINTES DE UM GÁS
Como cada estrutura de um gás tem a mesma camada mais externa, que é a que limita o volume das estruturas integrais, a camada um, e como é ela que limita às outras e não é limitada por camada específica de estrutura – a camada zero que a envolve é de massa invariável, com capacidade de limitar o volume de estruturas invariável,- então para quaisquer dessas estruturas, na fase gasosa e em mesma temperatura e pressão, teremos o mesmo volume, ou o mesmo espaço ocupado. Logo, em mesma condição de temperatura e pressão, ao se medir o volume de um gás está-se a medir indiretamente o número de estruturas integrais existentes no mesmo!Cada estrutura de um líquido tem a mesma camada mais externa, a dois, mas confinadas e interligadas por camada um que tende a restringir o espaço do líquido em forma crescente com sua massa, que é variável e de acordo com a massa envolvida por ela, e eficiente conforme a eficiência das por ela envolvida em empacotar-se, criar massa escura. Então para diferentes estruturas, na fase líquida e em mesma temperatura e pressão, não teremos o mesmo volume, ou o mesmo espaço ocupado. A estrutura de um sólido, de maneira semelhante ao que ocorre com os líquidos, poderão ter volumes diferentes.
A ESTABILIDADE DAS ESTRUTURAÇÕES DETERMINADAS PELA CAMADA UM
A estrutura integral, apenas de camadas, mais estável é o átomo de hidrogênio leve. Os neutrinos e os fótons tendem a se estruturarem na forma de átomo de hidrogênio leve, portanto são menos estáveis. O afastamento ou a aproximação ou a estabilidade de sistemas integrais de estruturas dependerá dos valores das forças repulsivas entre sistemas mais simples e da atrativa do sistema mais complexo constituído.
FORMAÇÃO DE ESTRUTURAS IMEDIATAMENTE MAIS COMPLEXAS QUE AS EXCLUSIVAMENTE DE CAMADAS
Se uma estrutura apenas de camadas colide com outra se elas tiverem camadas diferentes irão gerar outra estrutura apenas de camadas. Se de camadas iguais, poderão formar estruturas mais complexas e não só de camadas. Destas a mais elementar seria a que tivesse apenas a camada um como de ligação. Tendo a camada 2 como de ligação de dois átomos de hidrogênio leve, teremos uma molécula de hidrogênio leve. Esta é a estrutura imediatamente mais complexa que o fóton composto completo. Os unifótons dão origem aos fótons, estes aos fótons compostos, estes aos átomos de hidrogênio leve, estes ao hidrogênio molecular.
FÓTONS BÁSICOS E OS COMPOSTOS
Existem apenas três fótons básicos. Os formados pelos maiores unifótons, os nêutrons; os formados pelos unifótons de camada 3, os pósitrons e os formados pelos unifótons de camada 2, os elétrons. Os neutrinos não são fótons. A energia de cada um dos básicos é h. f. Eles formam estruturas de camadas e a energia destas é maior que a soma das energias dos fótons constituintes, pois apresentam matéria escura; vindas de fótons parcialmente absorvidos pelas mesmas.
Não só a camada mais central apresenta massa escura, pois nas outras ocorrem também sumidouros de velocidades. No limite mais interno das camadas suas densidades são máximas e há certa indefinição de suas freqüências. A absorção parcial de fótons ocorre da seguinte maneira: A formação de fótons se dá quando unifótons originadas de uma camada, resultante de uma fusão, por exemplo, atingem a camada zero; em caso contrário, estes são absorvidos por estruturas em quantidades não definidas pelo quanto dado por um fóton. Estruturas podem receber unifótons antes destes se estruturarem em fótons.

A NÃO CONSERVAÇÃO DA CARGA E ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS PREVISTAS APENAS POR ESTA TEORIA.
A carga de uma camada não inclui sua massa escura, mas esta pode se transformar em carga, quando houver redução na densidade de seus unifótons. Por exemplo, na fusão matéria escura da fase sólida transforma em carga negativa (criando excesso de carga negativa) e o processo inverso ocorre na solidificação; carga negativa transforma em matéria escura (criando excesso de carga positiva). Esta é a origem de dois tipos de carga nas tempestades. Onde ocorrem solidificações e fusões em regiões distintas. O mesmo deve ocorrer com fusões e solidificações do magma, por causa das correntes de convecção, que ocorrem no mesmo. Entraremos em maiores detalhes sobre este assunto no próximo capítulo, onde cuidaremos da camada dois (carga elétrica negativa).
É a matéria escura que mantém o campo interno de uma partícula diferente de zero e permite campo externo diferente de zero.

A INTERPRETAÇÃO DA NATUREZA DA MATÉRIA COMO PARTÍCULA-CAMPO-ONDA
A freqüência de uma onda é a de sua fonte. Unifótons se distinguem por suas freqüências. As oscilações, emitidas pelos elementos de uma camada, fazem com que os unifótons, nos quais se propagam, comportem, segundo a direção de propagação delas, como se ali houvesse as partículas (os unifótons) que as geraram. Geram campos de impenetrabilidade. As partículas têm, assim, um caráter de campo.
Campo equivale a oscilações. Toda partícula, mesmo em repouso, gera um campo. Às vezes nulo. Não efetivo.
Uma partícula em movimento provoca onda no campo de impenetrabilidade. No campo genérico criado por toda partícula. Onda em campo de força equivale a oscilação de oscilação.
Uma partícula em movimento gera uma onda e daí seu caráter ondulatório.
Uma onda no campo de impenetrabilidade altera a impenetrabilidade e pode provocar a absorção ou a emissão de partículas por uma estrutura.
Ondas gerando partículas (pacotes de unifótons que se estruturam) são como partículas.
As ondas básicas são as derivadas dos três fótons básicos. As composições destas formam todas as ondas. Assim como as corres, azul, amarela e vermelha, compõem todas as cores visíveis. Um fóton ao ser absorvido por uma estrutura perde seu campo de longo alcance. Não influência à distancia. Não mais afeta nossa visão. Mas quando não é absorvido, sendo então ou repelido, ou movendo em outra estrutura (transparente a ele) continua criando campo de longo alcance e/ou sua onda e assim podendo sensibilizar nossa visão, por exemplo.
Quando uma partícula não pode ser absorvida e nem transmitida através de uma estrutura ela é repelida. E sua onda a acompanha. Assim em tal estrutura ocorre a repulsão de uma partícula e de uma onda.
Uma partícula não pode ser transmitida em outra quando sua freqüência for inferior ao da outra. Freqüências inferiores não podem existir sob superiores. Mas podem ser transmitidas em outra quando sua freqüência for superior ou igual ao da outra. Freqüências superiores podem existir sob inferiores.
Uma partícula é absorvida por outra estrutura quando esta apresenta camada com falta de energia. Apresentando certa carga. Em caso contrário uma partícula não pode ser absorvida.
Quando as camadas enchem. Ficam repletas de energia estas passam a refletirem e conforme suas energias a emitirem radiações, ou partículas, ou melhor, partículas com suas ondas; radiações.

COMENTÁRIO
Como nós já explicamos (ou previmos) a constante, c. Também, a existência da constante h foi, a pouco, inferida dos princípios desta teoria e aqui, ao contrário do que ocorre na física anterior, é fato previsto ou explicado.
Os neutrinos e os fótons, quando absorvidas por outra estrutura, deixam de ser partículas e vão constituir uma camada. E quando emitidos voltam a constituírem-se como partículas. Todos estes entes, por serem formados por unifótons, apresentam caráter oscilatório. Tal natureza “mágica” na física anterior, (pois aparecem desaparecem, e ora são partículas, ora são ondas,) das partículas básicas é nomeada pelos físicos como quântica. Vimos como se estruturam as partículas mais elementares e interpretamos o comportamento das mesmas. Temos a base para o entendimento dos elementos químicos, que são estruturados a partir de nossos fótons. Mas este é assunto dos próximos capítulos.

Sábado, Janeiro 28

Capítulo IX - Estruturações Determinadas pela Camada Dois

CAPÍTULO - 8 - ESTRUTURAÇÕES DETERMINADAS PELA CAMADA DOIS
Neste capítulo cuidaremos de reformulações nas bases do eletromagnetismo.
Como carga elétrica é a energia dinâmica de elétrons, ou de pósitrons, ou de camadas dois, ou três; então ela também não se conserva; podendo transformar-se em energia de densidade. Variando com a densidade dos unifótons nas camadas dois e três; uma vez que a densidade dos elétrons e dos pósitrons não varia. Assim, a carga elétrica de pósitrons e de elétrons é quantizada e conservada, o que não ocorre nas camadas dois e três.
A não conservação da energia dinâmica explica fatos ainda não previstos e não compreendidos. Como a eletrização nas mudanças em densidade da matéria e nas mudanças de fase e daí os dínamos astronômicos.

CAMPOS RELACIONADOS ÀS CAMADAS DOIS E TRÊS.
A camada dois é sempre envolvida pela um. Não ocorre nem falta e nem excesso de unifótons na camada um, pois a camada zero, que sempre a envolve, apresenta a capacidade de receber e ceder a ela os neutrinos que a estabilizam. Estabilizada, a camada um não poderá exercer força de ação à distância. O mesmo ocorrendo com a camada 4, de unifótons maiores que os da três, devido a maior estabilidade dela e, por ser a mais interna, ela é que determinará para as outras o número de unifótons que as estabilizam. Restando apenas as camadas dois e três (e especialmente a dois por ser menos estável que a três) para apresentarem força de longo alcance. Daí a existência de dois tipos de cargas, com ação à distância ou externa às estruturas, que as possuem! Nomeamos a estas cargas como elétricas. A camada 2 ao se fundir perde unifótons, que irão formar um caroço, ao qual nomearemos como elétron, na camada um; ou constituir um fóton, com a camada característica, a que também chamamos elétron na camada zero.
CARGA E CAMPO ELÉTRICO.
Como vimos os unifótons das camadas 3 e 2 são os responsáveis pelas interações elétricas. Forças de longo alcance e muito importantes na interpretação das inter-relações entre estruturas materiais. A camada dois apresenta carga negativa e a camada três apresenta carga positiva. Definiremos como carga elementar negativa à de um elétron. Como carga elementar positiva à de um pósitron. Como carga elétrica de uma estrutura o excesso de um dos dois tipos de carga. Uma estrutura (com quantidades iguais de cargas positivas e negativas) não cria campo elétrico efetivo, seu campo é nulo, não exerce força elétrica. Cada carga elementar positiva ou negativa definirá um número, n, igual de linhas de força, com unifótons ou na freqüência dos que constituem carga positiva, fp, ou na freqüência dos que constituem carga negativa, fn, conforme a carga geradora de tais linhas. Diremos que o sentido das linhas de força das cargas positivas é das mesmas para a vizinhança externa e que o sentido das linhas de força de cargas negativas é da vizinhança externa para as mesmas. Carga positiva sofrerá força no sentido de tais linhas e carga negativa sofrerá força no sentido contrário às mesmas. A força, F, proporcionada em qualquer carga elementar, por qualquer linha, será de uma só intensidade. O que está de acordo com a definição de linha de força, feita na parte sobre o campo genérico. Assim, em uma direção linhas em sentidos contrários se cancelam, uma linha positiva cancela uma negativa ou vice-versa, e desprezando essas linhas que se cancelam teremos as efetivas linhas de força. Sendo razoável considerar como carga elétrica, em uma estrutura, apenas o excesso de um dos tipos de carga!Definiremos o vetor campo elétrico, E, em uma pequena região - em um “ponto” - como de intensidade proporcional à densidade das efetivas linhas de força em tal região e em direção tangente a tais linhas e sentido igual ao delas. Podemos escrever que: E=F/q.Temos, também, que o fluxo das efetivas linhas de força em uma superfície fechada (número destas linhas que passam por esta área - fluxo de campo elétrico em uma gaussiana) é proporcional à carga elétrica em seu interior. !Com a estruturação mínima, em fótons, então temos as cargas elementares! Com a tendência ao estabelecimento de estruturas e campos estáveis temos a equivalência em módulo das cargas elementares negativas e positivas! Cargas de mesmo nome repelem-se, por apresentarem camadas correspondentes. Cargas de nomes diferentes atraem-se, por apresentarem camadas não correspondentes.
O CAMPO MAGNÉTICO.
Como todas as estruturas giram, conforme já explicamos então as camadas portadoras das cargas elétricas também giram; fazendo girar o campo de impenetrabilidade criado pelas mesmas. Assim, é como se existissem, segundo direção perpendicular à radial a uma camada carga elétrica, unifótons da natureza, da freqüência dos da referida camada girando no mesmo sentido dela na região externa à mesma; e perpendicular às linhas do campo elétrico, que são radiais, teremos as linhas do campo magnético; que, portanto serão linhas curvas fechadas e orientadas no sentido de tal rotação se a carga que as criou for positiva, e em sentido contrário se a carga que as criou for negativa. A densidade, das linhas de campo magnético, criada por uma carga elétrica será proporcional ao campo elétrico criado por tal carga em tal ponto. Para uma carga, linhas em sentidos contrários se cancelam e no mesmo sentido se reforçam. As linhas resultantes em uma região constituem as linhas efetivas do campo magnético, a que chamaremos de linhas de indução magnética. Uma carga elétrica, sendo uma camada que gira em uma estrutura, constitui um imã elementar. Imãs elementares de carga de mesmo nome que girem, em torno de uma direção, no mesmo sentido irão repelir-se. Opõem-se como engrenagens que giram no mesmo sentido. A impenetrabilidade entre eles será reforçada e ímãs elementares que girem, em torno de uma direção, em sentidos contrários – não se opõem como engrenagens que giram no mesmo sentido. Irão se atrair. A impenetrabilidade entre eles será enfraquecida. Carga positiva girando em um sentido equivale a carga negativa girando no sentido contrário e vice-versa. Dois imãs elementares girando em torno de direções perpendiculares não interagem magneticamente. Sendo as linhas de indução fechadas, se uma entrar em uma gaussiana ela sairá da mesma. Assim, o fluxo magnético em uma gaussiana será sempre nulo!
Quando uma carga elétrica translada o campo elétrico em sua frente é reforçado e em sua traseira enfraquecido. Como toda partícula gira, conforme já vimos então tal variação do campo elétrico afeta a rotação das próprias partículas que transportam cargas, especialmente a rotação de seus elétrons constituintes. Gerando campo magnético. Por isto, carga em movimento gera e pode sofrer força magnética. Partículas com carga em movimento tendem a girar em torno de eixo na direção de seu movimento; pois girando em outra direção sofrerá torque. Devido à impenetrabilidade há certa resistência ao giro das partículas (o que não as impede de girar, pois a tendência à rotação é mais acentuada). Por outro lado o campo de impenetrabilidade produz força em sentidos opostos para cargas de sinais opostos. Assim, carga positiva tenderá a girar em sentido oposto ao de carga negativa em movimento de translação. A carga elétrica negativa apresenta-se como camada envolvente da camada três e como elétron. Como camada envolvente à carga negativa é fixa à partícula que a carrega e gira com ela, mas como elétron seu giro não é determinado exclusivamente pela rotação da partícula, porém em certa medida pela translação dela. As camadas dois de ligação entre duas partículas giram em sentidas contrárias não gerando nem corrente elétricas, nem campo magnético externo. Nos sólidos, cuja camada de ligação é a dois, apenas o fluxo dos elétrons constitui a corrente real. Que por convenção, ela é pensada como corrente de cargas positivas no sentido contrário. Já nos sólidos, cuja camada de ligação é a três, a camada dois é como um líquido. Nesta situação, o fluxo de carga negativa é o movimento de uma camada, portanto natural e tende a permanecer por si só. Esta é a base da explicação da supercondutividade. A corrente elétrica em um sólido faz girar elétrons deste gerando um campo magnético resultante. Assim, tal sólido pode sofrer e exercer força magnética em outro. As partículas de uma estrutura tendem a girar de tal forma a gerar um campo magnético nulo, pois uma partícula tende a girar no sentido oposto ao de sua vizinha imediata. Mas esta situação se desfaz quando uma carga elétrica translada nas proximidades das mesmas, conforme já tratamos. Assim, partícula ou carga parada não gera campo magnético, não exerce, nem sofre força magnética.
A FORÇA MAGNÉTICA
Nós definiremos o vetor campo magnético, B, como um vetor em direção tangente às linhas de indução e no sentido destas. Gerador de impenetrabilidade perpendicular a tais linhas e decrescente no sentido do afastamento da carga geradora do mesmo e de intensidade em um ponto qualquer, P, proporcional à densidade de linhas de indução na vizinhança próxima a P.Um ímã elementar (o gerado por uma partícula elementar) apresentará uma polarização, por tender a girar em torno de determinada direção. A um pólo nomearemos como Norte e ao outro como Sul. Ímãs elementares com a mesma orientação de rotação, girando em torno de determinada direção, diremos que apresentam o mesmo spin e orientados em sentidos contrários como de spin opostos. Ímãs elementares com o mesmo spin se repelem e com spin opostos se atraem. E se gerados por estruturas que giram em torno de direções perpendiculares nem se atraem, nem se repelem; não interagem magneticamente. Apenas cargas, em movimento, interagirão magneticamente, conforme já vimos. Naturalmente, a medida da força magnética sobre uma carga com velocidade, v, será proporcional a v/c; onde c é a velocidade dos unifótons da região do campo magnético, uma vez que o máximo valor de v é igual a c.
Se v for igual a zero, então a força magnética será nula. Se v for igual a c, então a força magnética será máxima. Naturalmente a força magnética sofrida por uma carga q, em movimento, será proporcional à mesma e a intensidade de B!
A força magnética é devida às linhas de indução e perpendicular a estas no sentido decrescente da impenetrabilidade para carga negativa, e no sentido crescente da impenetrabilidade para carga positiva. Se uma estrutura eletricamente carregada move na direção de um campo magnético ela faz seus elétrons girarem em torno de direções perpendiculares às dos elétrons deste campo e daí não sofrer o efeito magnético dele. A parte da velocidade das cargas que afetam a força magnética que sofrem é a projeção da velocidade delas segundo a direção perpendicular a B. Sendo “a” o ângulo entre v e B então a força magnética será proporcional ao seno de “a”!
Resumindo temos: F= sena.vXB
Só na direção perpendicular ao movimento de uma carga esta cria e sofre efeito magnético. Força magnética.
O CAMPO ELETROMAGNÉTICO, E AS ONDAS ELETROMAGNÉTICAS.
As cargas elétricas afetam a impenetrabilidade externa às estruturas que as possuem. Criando, nestas regiões, campos elétricos e quando as cargas apresentarem movimento são criados também campos magnéticos. Sendo o magnético perpendicular ao elétrico. Movimento oscilatório de cargas elétricas produz perturbações nos campos eletromagnéticos que se propagam pelo espaço. A freqüência destas oscilações é igual à das ondas geradas por elas e se as oscilações são polarizadas também as ondas geradas o serão. Tais ondas tendo natureza eletromagnética poderão exercer forças sobre cargas em seu caminho, comunicando energia às mesmas. Sendo assim úteis na comunicação à distância. A impenetrabilidade tende a uniformidade, assim tende a reagir a alterações. Se a impenetrabilidade cresce em um sentido ela tende a decrescer com o movimento dos unifótons em sentido contrário. Assim, uma perturbação na impenetrabilidade se propaga pelo espaço. É uma onda. Alterando-se a carga elétrica em uma região, altera-se o campo elétrico em sua vizinhança. Cargas que se acumulam em uma região e cargas em movimento alteram o campo elétrico. Vimos o campo magnético como um movimento de campo elétrico; logo, alterando-se o campo elétrico, e para isto é necessário o movimento de carga, produz-se e altera-se o campo magnético. A natureza é auto-reguladora de suas estruturas e de seus campos. Os campos radiais e tangenciais se regulam. Se em uma região o campo magnético estiver reduzindo haverá uma reação natural para aumentá-lo e se estiver aumentando ocorrerá uma reação no sentido de reduzi-lo.Uma alteração em um desses campos produz alteração no outro e o efeito se propaga pelo espaço na velocidade a que tendem os unifótons. Na velocidade máxima possível, na velocidade, c. A onda resultante de alterações nos campos elétricos e magnéticos, as ondas eletromagnéticas se propagam mais efetivamente na camada zero. Como, quem cria ou sofre a ação de um campo eletromagnético, são as cargas elétricas; não é possível uma física ou só de cargas ou só de campos. Sem as cargas não há criação e/ou percepção dos campos, sem os campos não há ação de uma carga em outra. Sem as estruturas não haveria campos e sem os campos não haveria interação entre as estruturas.
ELETRIZAÇÃO POR ALTERAÇÃO DE DENSIDADE
É fato experimental que as correntes de convecção nos astros funcionam como um dínamo, produzindo efeitos eletromagnéticos.
É que a matéria, envolvida nas correntes de convecção, sofre alterações em suas densidades.
Com o aumento da densidade energia dinâmica transforma-se em energia de densidade.
Com a diminuição da densidade energia de densidade transforma-se em energia dinâmica.
E eletricidade é energia dinâmica das camadas dois e três.
A alteração de densidade nas camadas mais externas é mais acentuada. Alterações de densidade alteram mais a carga negativa (camada 2), que a carga positiva (camada 3).
Aumento de densidade reduz mais a carga negativa que a positiva fazendo surgir carga positiva.
Redução de densidade aumenta mais a carga negativa que a positiva fazendo surgir carga negativa.
Quando um fluido sobe sua densidade decresce e quando desce aumenta.
Nas correntes de convecção cargas negativas surgem nas maiores altitudes e cargas positivas nas menores.
ELETRIZAÇÃO POR MUDANÇA DE FASE.
Um mesmo número de unifótons na camada dois apresenta menos carga elétrica que em um elétron, pois no elétron a energia dinâmica é máxima. Por isto, quando uma camada dois emite elétrons há um aumento de carga negativa.
Na solidificação, com a unificação de camadas dois, estas geram elétrons. Temos aparecimento de carga negativa. Temos, assim, uma eletrização que naturalmente depende da massa solidificada. Surge carga negativa. O inverso ocorrendo quando há liquefação.
Observa-se, onde ocorre grande volume de solidificações, eletrização com carga negativa e onde ocorre grande volume de liquidificações, eletrização com carga positiva.
Embora, na solidificação, com a unificação de camadas dois, estas têm suas cargas reduzidas pelo efeito empacotamento. Parte de sua carga, mais que das camadas envolvidas por ela (pois esta sofre maior redução de volume), torna-se matéria escura ou energia de densidade (que não se manifesta). Temos, assim, uma eletrização que naturalmente depende da massa solidificada. É como se surgisse carga positiva. O inverso ocorreria na liquefação. Mas o aumento de carga negativa da geração de elétrons na solidificação é maior que sua redução na camada dois. E a camada três também sofre redução de volume e tem sua carga positiva reduzida. Deve-se observar, onde ocorre grande volume de solidificações, eletrização com carga negativa e onde ocorre grande volume de liquidificações, eletrização com carga positiva.
Nas nuvens devido ao processo de solidificação ocorre o crescimento dos grãos sólidos, estes descem ficando os maiores na parte inferior das nuvens para onde arrastam as cargas negativas geradas através da produção de elétrons. (Lembre-se que os elétrons podem se apresentarem como caroços na camada um).
Assim as partes inferiores das nuvens tornam-se negativas e por indução as superiores positivas.
É fato experimental que: normalmente, as nuvens mais altas, ou em suas partes superiores, apresentam cargas positivas e as mais baixas, ou em suas partes inferiores, cargas negativas. Quando nas nuvens não formam granizos (gelo) não há raios. É que só na solidificação há emissão de elétrons e daí produção de carga negativa. Na condensação há emissão de neutrinos.
Embora, na condensação as camadas 2 e 3 tornam-se mais densas, pois confinadas por camada mais interna que a zero (pela camada um). Assim como a camada 2 sofre maior variação de densidade o aumento de densidade da camada 2 sendo maior que o da 3, então surge mais carga positiva que negativa. Mas insuficiente para a produção de raios.
A geração de carga negativa na solidificação pode ser compensada com o sumiço de carga negativa na fusão, quando ocorrem as duas mudanças de fase. Só que durante um tempo pode prevalecer, na atmosfera, a solidificação da água e aí as cargas negativas geradas podem induzir na terra carga positiva e dependendo da quantidade destas o ar perder a rigidez dielétrica e permitir a descarga elétrica ou raio.
E no tempo que ocorrer mais fusão que solidificação da água com a redução de carga negativa as nuvens tornam-se positivas e daí poder ocorrer também raios.
Os raios são mais freqüentes no início e no fim de uma chuva. É que no início prevalece a solidificação da água e no fim sua fusão.

A ORIGEM DO CAMPO MAGNÉTICO TERRESTRE
As correntes de convecção com o magma fazem surgir cargas negativas nas regiões logo abaixo da crosta terrestre e cargas positivas nas regiões mais profundas. A velocidade linear, devida à rotação da Terra, das cargas negativas, sendo maior que a das cargas positivas faz prevalecer o efeito magnético da rotação das cargas negativas.
Devemos lembrar que o efeito magnético em carga na superfície da Terra se dá, pois a velocidade linear da superfície é maior que a da região logo acima do magma.
Devido às correntes de convecção no magma a parte dele próxima à crosta terrestre esfria o suficiente para solidificar produzindo elétrons livres. Por ser o magma condutor esta carga negativa tende a ocupar a parte mais externa como no efeito da blindagem eletrostática. Esta é mais uma razão da existência de carga negativa na superfície da terra.
A densidade de carga negativa deve ser maior logo acima do magma onde são geradas e decrescer até a superfície da Terra por causa da resistividade do meio. Embora esta deva ser inferior à da atmosfera o que motiva maior densidade de carga negativa na superfície que na atmosfera.
O magma ao descer sofre fusão e daí surgir carga positiva.
A convecção do ar atmosférico produz efeitos eletromagnéticos, só que em menor intensidade que a convecção do magma, pela menor massa envolvida. A eletrização da superfície da Terra é negativa, embora, pela convecção atmosférica, as regiões mais baixas tornariam positivas e as mais altas negativas. Mas o efeito dominante é o da convecção do magma.
Sendo o interior da Terra mais condutora que a atmosfera as cargas geradas em seu interior tendem à sua superfície.

ALTERAÇÕES CÍCLICAS NO MAGNETISMO TERRESTRE
A atração da Lua sobre o magma produz também alterações na densidade e na distribuição deste o que produz alterações no campo magnético terrestre. O mesmo efeito é produzido pelo Sol daí alterações dos campos elétricos e magnéticos com a sucessão dia-noite-dia...e com as fases da Lua.

INVERSÃO DE POLARIDADE DO CAMPO MAGNÉTICO TERRESTRE
A mudança de fase do magma também afeta o balanço de cargas da Terra. Pois o mesmo, através de correntes de convecção, está sempre a solidificar e liquefazer. Havendo um balanço positivo da solidificação em relação à liquefação do magma “surge” na Terra cargas negativas e estas ao girarem também criam o campo magnético terrestre. Se ocorrer uma inversão e o magma liquefazer mais do que solidificar, então “surge” carga positiva e um campo magnético em sentido contrário ao anterior. Além disto, conforme as condições de pressão e temperatura, fusões de camadas três ocorrem com emissão de pósitrons. Se o balanço das emissões e absorções de pósitrons e de elétrons não se equilibrar surgirá carga com o sinal do saldo no astro.
As solidificações e fusões alteram a pressão e a temperatura do interior dos astros resultando em alterações na produção de pósitrons e de elétrons e daí, também, alterações eletromagnéticas; se não a nível de astro, pelo menos em regiões limitadas do mesmo.

CÉLULAS DE POLARIDADE MAGNETICA TERRESTRES E POLARIDADE GEOGRAFICA E MAGNÉTICA
É razoável supor que: A transferência de calor do magma para o exterior da Terra se faz mais rapidamente nas regiões com mais capacidade de transferir calor, ou por serem mais estreitas – regiões mais profundas dos oceanos-, ou por apresentarem materiais melhores condutores de calor, ou por apresentarem maiores diferenças de temperatura - caso dos pólos. Assim, a convecção do magma é mais rápida nestas regiões (e também suas conseqüências magnéticas). Podendo em certas regiões o magma solidificar mais que fundir e vice-versa e o saldo de emissão absorção de pósitrons e elétrons serem diferentes e alterarem com o tempo; o que explica células de polaridades magnéticas diferente em regiões diferentes da Terra. Sendo a Terra não homogenia em relação às produções de cargas elétricas; então, seus pólos magnéticos não coincidirem com os geográficos.

O MAGNETISMO TERRESTRE E O DE OUTROS ASTROS
O magnetismo de outros astros deve ocorrer de forma semelhante ao que ocorre na Terra.
Nas estrelas as reações desestabilizam mais acentuadamente a camada três que na Terra, devido a condições de maiores pressões e temperaturas.

O EFEITO PIEZELÉTRICO
O efeito piezelétrico, eletrização por efeito de variação de densidade em alguns cristais quando sob pressão variável, é devido à conversão de energia dinâmica em de densidade e vice-versa com este processo.
PROCESSO AUTÔNOMO DE INVERSÃO DE POLARIDADE MAGNÉTICA
A fusão de camadas três depende da proximidade delas e então o aumento de pressão as favorece. Já o aumento da temperatura aumenta a repulsão entre elas e prejudica tal processo.
Com as fusões de camadas três há emissão de energia, aquecimento, emissão de pósitrons. Como estas fusões ocorrem na parte mais interna dos astros. Onde há maior pressão. Aí há aquecimento. Resultando em redução das fusões de camadas três e aumento na convecção e daí geração de carga negativa no astro. Logo aumento de fusões com o crescimento de produção de carga positiva faz decrescer tal processo e crescer o inverso com produção de carga negativa. A convecção faz esfriar a parte central do astro e então produz o efeito oposto. Além disto, com as variações de campos magnéticos surgem correntes induzidas que provocam aquecimento. O que torna mais lento o processo de esfriamento de um astro. Já o processo de aquecimento é mais rápido, pois na ocorrência das condições de fusões de camadas três estas se fundem e às vezes em grande escala e com emissão imediata de muita energia. É uma explosão. Sendo o processo inverso lento. O tempo para prevalecer saldo de carga negativa demora e este período também é longo para produzir as condições de nova explosão. Assim ocorrem os ciclos eletromagnéticos dos astros.
No sol o processo autônomo é dominante; e o período é de aproximadamente 11 anos.
A transformação de átomos de hidrogênio em hélio libera energia. Produz aquecimento. Este reduz o ritmo de transformação de H em He. Quando regiões onde ocorrem transformações de H em He estão mais frias o ritmo destas fica alto e com isto há aquecimento, por causa disto o ritmo de tais transformações reduz e daí causar resfriamento. Assim, o ritmo de transformação de H em He altera ao longo do tempo. Com estas reações ocorre a emissão de pósitrons e daí geração de carga positiva. (O mesmo número de unifótons na camada 3 tem menos energia dinâmica que no pósitron). Assim a geração de carga positiva é cíclica e daí ser cíclica a intensidade e até a direção do campo magnético de uma estrela onde tais reações ocorrem.

PROCESSO NÃO AUTÔNOMO DE INVERSÃO DE POLARIDADE MAGNÉTICA
A existência de elementos radioativos, alteração de pressão por movimentos tectônicos, alteração de pressão por variação do volume do astro, a produção de vapores por reações químicas, colisões com outros astros, etc., são causas de alterações nas condições de solidificação ou liquefações. E estas condições podem ao longo do tempo condicionar ora mais solidificações, ora mais liquefações, ora saldo de pósitrons e ora de elétrons devido a absorções e emissões desses e daí inversões de polaridade do campo magnético.
No caso da Terra onde o dínamo do astro é mais fraco a inversão de polaridade do planeta se dá por processo não autônomo.

EFEITO EL NIÑO E LA NIÑA
A transferência de calor do interior da Terra para a atmosfera deve se dar em grande parte através dos oceanos. Por sua maior extensão e profundidade, especialmente pelo oceano pacífico. Alterações nas temperaturas do interior da Terra devem afetar a intensidade destas transferências.
Como vimos, há processos autônomos de inversão de polaridade magnética e de temperatura pelo menos em certas células de um astro. Sendo cíclicas as alterações de temperatura do interior da terra (pelo menos em certas regiões e do tipo autônomas), teríamos influências cíclicas na temperatura e no clima da atmosfera terrestre.
As condições de uniformizações de temperatura e pressão tendem a sincronizar pelo menos em regiões não muito distantes as condições de polarização de suas células magnéticas. Daí certo sincronismo de tais efeitos em termos globais para cada astro.

A “CONSERVAÇÃO” DA CARGA NAS REAÇÕES QUÍMICAS E NUCLEARES
Há a conservação dos unifótons. Unifótons de um fóton absorvido por um átomo (onde um fóton si dilui em uma camada) continuam existindo. Unifótons emitidos por um átomo vão, ao contrário dos absorvidos, constituir um fóton. Então é como se os fótons se conservassem. Como os elétrons e os pósitrons são fótons, como já vimos; então, a “conservação” destes nas rações químicas ou nucleares é natural.
Com a “conservação” dos entes, que veiculam as interações entre átomos, e com as cargas associadas a tais entes invariáveis há então a “conservação” das cargas nestas reações.
As interações entre átomos são através de fótons.
Daí em tais reações ocorrer a conservação da carga medida apenas por tais partículas, mas a devida a densidade é negligenciada por depender, para serem significativas, de grande massa. Para pequenas massas tal efeito é desprezível. E as reações com grandes massas não ocorrem nos laboratórios, por não caberem. Mas onde ocorrem não há conservação da carga. Como na fusão de hidrogênio em hélio no Sol.

CONSERVAÇÃO DA CARGA NOS CIRCUÍTOS ELÉTRICOS
Nos circuitos elétricos em que não há variação de densidade e de estado da matéria ocorre conservação da carga.
COMENTÁRIOS
Neste capítulo nós tivemos finalmente a explicação: dos dínamos astronômicos e de suas conseqüências. Uma nova visão do efeito piezelétrico; do efeito la niña e el nino, e da supercondutividade. Além de termos compreendido e alterado um pouco os fatos básicos do eletromagnetismo.

Quarta-feira, Janeiro 25

Capítulo X - Estruturações Determinadas pela Camada Três

Capítulo X - Estruturações Determinadas pela Camada Três

Neste capítulo, aperfeiçoaremos o conceito de elemento químico. O definiremos nos termos da teoria dos unifótons. Esta definição, além de nos permitir tratar dos aspectos já conhecidos dos átomos (transmutação entre outros), nos levará a uma variedade mais ampla de suas constituições com novas implicações em relação às radiações, inclusive as cósmicas.
ELEMENTO QUÍMICO - ÁTOMO
Nomearemos as camadas 4 como núcleons.
As camadas "quatro" nunca são de ligação e não podem conter outras, pois são constituídas pelos maiores unifótons. A carga positiva (camada 3) é que determina as possibilidades de estruturações dos núcleons. No sentido de transformar de ligação em não de ligação e vice-versa.
A camada um é mais instável que a dois. A dois é mais instável que a três. A quatro é estável. Não pode ser de ligação. A camada três, das instáveis, é a mais estável.
Elementos químicos (ou átomos) são estruturas mínimas constituídas por núleons envolvidos por camadas três e determinadas ou distinguíveis por suas cargas elétricas positivas. Carga de sua(s) camada(s) três.
As variações em carga positiva em cada átomo, de determinado elemento químico, só podem ser menores que a metade da de um pósitron.
Um elemento químico pode compartilhar sua carga com a de outro.
Por sua estabilidade, o número de cargas elementares positivas de um átomo o caracteriza. É o seu número atômico.
A camada zero, embora não seja de um átomo, pode apresentar elementos dele, pois sujeita ao campo do mesmo. Átomos são exemplares de elemento químico.

A CONSTITUIÇÃO DOS ELEMENTOS QUÍMICOS
Os elementos químicos são constituídos (configurados) pelas camadas quatro, três, dois e um; em que a camada um envolve a dois, que envolve a três, que envolve a quatro. Onde a quatro não envolve outras; e a três pode envolver camada(s) quatro; a dois pode envolver camada(s) três, envolventes de camadas quatro, ou sistemas de estruturas constituídas pelas camadas que envolve; e a um pode envolver camada(s) dois, envolventes de camada(s) três, envolvente(s) de camada(s) quatro, ou sistemas de estruturas constituídas pelas camadas que envolve. Cada uma das cargas elementares positivas, não existente no núcleo, também pode envolver números diferentes de núcleons.
Por causa da rotação, as camadas tendem a conter uma potência inteira de 2 como números de suas estruturas. Se tivessem, por exemplo, 5 haveria dois pares delas girando em sentidos contrários e a 5ª giraria no mesmo sentido de uma delas gerando instabilidade.
A camada 2 tende a apresentar uma potência inteira de 2 de estruturas, transferindo as restantes para a camada 1. A camada 1 tende a apresentar uma potência inteira de 2 de estruturas, transferindo as restantes, para a camada zero. A camada zero tenderia para cada sistema de núcleons a apresentar uma potência inteira de 2 de estruturas.
Uma camada tende a apresentar subestruturas de uma só natureza. Tende a apresentar estruturas completas, isto é, com todas as camadas que a mesma pode conter. Ou seja, a camada dois tende a conter estruturas com as camadas 3 e 4. A camada um tende a conter estruturas com as camadas 2, 3 e 4.
Elemento(s) que pode(m) ser contido(s) em uma camada 3: núcleon(s),ou seja, camada(s) 4.
Elementos que podem ser contidos em uma camada 2: núcleon; estrutura formada apenas por unifótons dos que compõem a camada 3 – caroço de unifótons da camada 3- ou pósitron; seminúcleo(s) hidrogênio (estrutura com uma carga nuclear envolvida por uma camada 3 com uma carga elementar); seminúcleo(s) deutério (estrutura com duas cargas nucleares envolvidas por uma camada 3 com uma carga elementar); seminúcleo(s) hélio (estrutura com 2 seminúcleos deutério); seminúcleo berílio (estrutura com 4 seminúcleos deutério).
Uma camada dois dupla (com duas cargas elementares negativas) pode conter: 8 núcleons, 8 pósitrons, 8 seminúcleos hidrogênio, ou 8 seminúcleos deutério, ou 8 seminúcleos hélio, ou 8 seminúcleos berílio...
Elementos que podem ser contidos em uma camada 1: núcleon; pósitron; núcleon-pósitron; estrutura formada apenas por unifótons dos que compõem a camada 2 – caroço de unifótons da camada 2 ou elétron; núcleon-elétron; estrutura formada por um pósitron envolvido por um elétron – pósitron-elétron ou partícula gama; núcleon-pósitron-elétron ou semiátomo hidrogênio (estrutura com uma carga nuclear envolvida por uma camada 3 e uma camada 2, a que nomearemos como nêutron); semiátomo(s) deutério (estrutura com duas cargas nucleares envolvidas por uma camada 3 e uma camada 2); Semiátomo(s) hélio (estrutura com 4 cargas nucleares envolvidas por camada 3 dupla e por camada 2 dupla); semiátomo(s) berílio ( estrutura com um núcleo com 6 cargas nucleares; uma camada três dupla, uma camada dois dupla contendo dois seminúcleos hidrogênio).
Uma camada um dupla pode conter 16 elétrons, 16 pósitrons, 16 núcleons-pósitrons; 16 núcleons-elétrons; 16 pósitrons-eletrons, 16 semiátomos hidrogênio (nêutrons), ou 16 semiátomos deutério, ou 16 semiátomos hélio, ou 16 semiátomos berílio...
Um elemento químico ao trocar energia pode transferir estruturas de uma camada para outra. Assim, um elemento químico pode apresentar constituições alternativas conforme sua energia. Pode apresentar estados de excitação.
Uma estrutura, de elemento químico ou de estrutura formada por elementos químicos, fora do átomo, ou de estrutura destes, cria campo externo resultante e ao mover cria onda nos unifótons (radiação). Daí a diversidade das radiações decorrerem do nível de complexidade dos átomos ou de suas estruturações.
Por causa de sua menor impenetrabilidade as camadas mais externas, de um elemento químico, podem sofrer maior variação em número de unifótons, isto é, em energia. São mais excitáveis. E por apresentarem, normalmente, maior número de subestruturas, elas apresentam maior número de possibilidades de excitação.
O número de subestruturas em uma camada interna dependerá: - da harmonização de suas rotações e então será uma potência inteira de dois; - de sua energia e em sua mínima energia ela apresentará o número máximo de subestruturas.
Uma camada interna, ao receber energia, transferirá à sua camada envolvente potências inteiras de 2 de subestruturas e, ao perder energia, receberá de sua camada envolvente uma potência inteira de 2 de subestruturas.
Estado fundamental de um elemento é aquele em que o mesmo apresenta em suas camadas um número máximo de estruturas. Situação de mínima energia da matéria.
O grau de excitamento de um elemento químico corresponde ao quociente entre o seu número de subcamadas e o número máximo destas para o mesmo.
Um elemento não é excitável quando não apresenta estruturas de subcamadas.
Uma camada não é excitável quando ela não pode perder suas partículas.
Nomearemos ao total de cargas dos núcleons em um átomo como carga nuclear.
Só depois que uma camada três estiver repleta de núcleons (com a carga nuclear máxima) é que estes poderão ocupar a camada dois.
Um átomo com a camada 3 dupla que não chegou a ter 4 cargas nucleares não pode apresentar núcleons em suas outras camadas.
As camadas mais internas tendem a ser mais completas em subcamadas que as mais externas. O mesmo valendo para estruturas de camadas no interior de camada.
A partir de um núcleon, em uma camada três, a massa dos outros é de matéria escura; não apresentando força da natureza deles.
Não se harmonizam em uma mesma camada estruturas com massas diferentes, daí as camadas tenderem a apresentarem estruturas de uma só natureza.
Um mesmo elemento químico pode envolver números diferentes de cargas nucleares, pois um mesmo número de cargas positivas pode envolver números diferentes de cargas nucleares.
Por exemplo, se cada uma das camadas 3, 2 e 1 de uma estrutura apresenta uma carga elementar, então a camada 4 poderá apresentar uma ou duas. Por causa do efeito empacotamento.
A capacidade de conter cargas nucleares de uma camada 3 depende do número de suas cargas elementares.
Se cada uma das camadas 3, 2 e 1 de uma estrutura apresenta duas cargas elementares, então a camada 4 poderá apresentar até quatro. Por causa do efeito empacotamento.
A capacidade de conter cargas nucleares da camada 3 envolvente do núcleo do átomo (a mais central) depende, também, do número das cargas elementares positivas existentes nas outras camadas do elemento.
A cada carga positiva existente nas camadas externas à 3, por causa do efeito empacotamento; a camada 4 mais interna tem sua carga aumentada em, pelo menos, uma unidade e no máximo duas.
Átomos (de um mesmo elemento) com cargas nucleares diferentes são nomeados como isótopos.
DEFINIÇÃO DE HIDROGÊNIO MOLECULAR.
Uma camada dois, envolvida pela um, e sendo de ligação de duas estruturas constituídas pelas camadas quatro e três constituem a molécula de hidrogênio.
A FORMAÇÃO E ESTABILIDADE DO HIDROGÊNIO MOLECULAR.
O hidrogênio molecular resulta da fusão de dois átomos de hidrogênio leve; que se aproximam em colisão casual ou por efeito de campo interno de um sistema gravitacional, ao qual eles pertençam.
O hidrogênio molecular é mais estável que o átomo de hidrogênio leve. Para separar seus átomos constituintes deve-se fornecer energia ao sistema. A formação do hidrogênio molecular é uma reação exotérmica. Quando a camada 2 é formada a partir de duas outras ela transfere unifótons, que constituirão um caroço na camada 1. Então, a camada 1 perderá unifótons, que constituirão 1 neutrino na camada zero; perdendo, desta forma, energia. O hidrogênio molecular apresenta duas cargas negativas. Uma na forma de camada de ligação e outra na forma de um elétron.
Moléculas de hidrogênio sobre alta pressão e temperatura podem perder elétrons, que ocuparão suas proximidade na camada zero. Quando uma molécula perde um elétron a nomearemos como íon.
Em uma molécula de hidrogênio as cargas positivas giram em sentidos opostos e daí se atraírem magneticamente e gerarem campo magnético externo nulo. A camada 2, que envolve e por envolver as cargas positivas da molécula, se constitui em duas partes, na forma aproximada de um 8, que giram em sentidos opostos não gerando campo magnético externo a estrutura. O elétron, girando com a camada um em torno da molécula, cria um campo magnético e rodopiando como um pião cria outro, que pode acrescentar ou reduzir o primeiro conforme rodopie no mesmo sentido da rotação da molécula ou em sentido contrário, respectivamente.
O rodopio do elétron tende naturalmente a ser no sentido contrário ao da molécula e, assim a produzir um campo magnético menor.
INTERAÇÃO MAGNÉTICA ENTRE MOLÉCULAS DE HIDROGÊNIO.
Uma molécula de hidrogênio apresenta campo magnético resultante. As moléculas tendem a formar pares com campos magnéticos opostos e estes a apresentarem campo magnético nulo.
Estes pares podem ou não ocorrer, em forma duradoura; pois dependem do grau de agitação térmica das moléculas. Mas em termos médios nem um gás, nem um líquido apresentam campo magnético resultante.
MUDANÇAS DE FASE PARA O HIDROGÊNIO MOLECULAR.
As estruturas que têm a camada zero como de ligação formam sistemas estruturados pelo campo desta camada, pelo campo zero (gravitacional). São gases constituindo sistemas gasosos.
Para certa pressão, abaixo de certa temperatura teremos o hidrogênio molecular na forma líquida e abaixo de um valor de temperatura menor ainda o teremos na forma sólida.
Na condensação ocorre unificação das camadas “um” das moléculas com emissão de neutrinos. Temos uma reação exotérmica.
Na condensação as moléculas que antes ocupavam espaço indefinido passam a ocupar região limitada pela camada um. Por isto, sofrem aumento em densidade. Na solidificação ocorre a unificação das camadas “dois” das moléculas com emissão de elétrons para a camada 1 e com a emissão de neutrinos desta para a camada zero.
Na solidificação as moléculas que antes ocupavam espaço restrito pela camada um passam a ocupar um espaço mais restrito, pois limitado pela camada dois. Sofrem aumento de densidade.
As estruturas que têm a camada dois como de ligação formam sistemas estruturados pelo campo desta camada, pelo campo dois. São sólidas constituindo sistemas.

TRANSMUTAÇÕES DOS ELEMENTOS QUÍMICOS
Para ocorrer transmutação um átomo deve receber ou perder carga positiva, pois o que caracteriza cada elemento químico é sua carga positiva. Como vimos a matéria se estrutura inicialmente na forma de átomos de hidrogênio e estes se estruturam na forma de moléculas com dois átomos. Mas se uma dessas moléculas, por causa de valores altos de pressão (as que ocorrem no interior de estrelas) e baixos de temperatura (que permitem aproximação suficiente dos átomos) libera um neutrino, um elétron e um pósitron então tal molécula transforma-se em um deutério.
Dois deutérios que se fundem formam um átomo de hélio. Ou duas moléculas de H2, ao se fundirem, emitem 2 neutrinos, 2 elétrons e 2 pósitrons dando origem ao Hélio. A segunda opção é equivalente à primeira e mais provável, pois o átomo de hidrogênio (como o de deutério, ou de trítio) só se estabiliza ao formar uma molécula. Ele não permanece como átomo isolado. Uma fusão de dois hélios é mais difícil, necessita de maior pressão e de menor temperatura, que a de dois átomos de hidrogênio. Pois o elemento hélio apresenta camadas duplas.
Um átomo com semiátomos na camada um se une a outro(s) através das camadas um e dois dos seus semiátomos. A camada um mesmo sendo dupla é penetrável durante tempo suficiente para ocorrer essas ligações. Assim átomos de número atômico superior ao do hélio formam moléculas mais facilmente do que este.
Aumentado a pressão e reduzindo a temperatura pode ocorrer uma ligação molecular entre um átomo e a camada um de um semiátomo, aumentando mais a pressão e reduzindo mais a temperatura a ligação pode se dar com a camada dois com emissão de elétron, reduzindo mais a temperatura e aumentando a pressão a ligação pode se dar com a camada três e emissão de um pósitron. Os átomos originais se transmutaram em um outro. Se a molécula que participou da transmutação (recebida) foi a de H2, de dois átomos de hidrogênio leve, então o novo átomo terá mais dois núcleons e mais uma carga elétrica.
Para os primeiros elementos da tabela periódica o número de núcleons, de pelo menos algum isótopo, é o dobro do número de cargas elementares positivas do mesmo. Ou seja, a transmutação descrita nos últimos parágrafos bate com este fato; dá a cada novo átomo formado o dobro de núcleons em relação à carga positiva (número de pósitrons). O número atômico é aproximadamente a metade do número de massa (que é aproximadamente o número de núcleons).
A absorção de H2 com transmutação não permite a construção de todos os elementos químicos na seqüência da tabela periódica. Mas os iniciais. Os outros apresentam mais do dobro de núcleons. Nem todos os elementos podem receber uma molécula de H2 em suas camadas mais externas. Átomos com potência inteira de 4 de semiátomos de hidrogênio, ou de seminúcleos de hidrogênio, podem transmutar esses semiátomos ou seminúcleos de hidrogênio em semiátomos ou seminúcleos de hélio e camadas incompletas com semiátomos ou seminúcleos de hélio tendem a receber átomos de hélio.
Um elemento químico ao receber um átomo de hélio e emitir um elétron e um pósitron se transmuta em átomo de massa quatro unidades a mais e número atômico uma unidade a mais. Assim se formam os elementos químicos mais massivos. Primeiro ocorre uma ligação química depois é que ocorre uma transmutação como fusão de elementos ou com produção de elemento de maior número atômico. Por exemplo, existiria o enxofre 31 se um fósforo 30 recebesse no lugar de um deutério um átomo de hidrogênio; mas isto não ocorre; porque é quando uma molécula de hidrogênio, H2, que penetrou no fósforo, emiti um pósitron e um elétron transformando-se em um deutério, que ocorre a transmutação do fósforo 30 em enxofre 32. A fusão suposta com um deutério é na verdade com uma molécula H2 que se desintegra emitindo um pósitron e um elétron e se transformando em um deutério.
A condição para ocorrer fusão é diferente da para ocorrer fissão. Fusão é quando átomos dão origem a outro de maior número atômico e fissão é quando um átomo da origem a outros de menor número atômico. A natureza é às vezes simétrica. Sob efeito de aumento de temperatura há substâncias que liberam elétrons. Fusão de camadas dois, de subestruturas existentes em camada um de alguns átomos. Com redução de temperatura pode ocorrer o inverso.
Com aumento de pressão há substâncias que liberam elétrons. Fusão de camadas dois, de subestruturas existentes em camadas um de alguns átomos. Com redução de pressão pode ocorrer o inverso, com fissão de camada dois e absorção de elétrons.
Sob efeito de redução de temperatura há substâncias que liberam pósitrons. Fusão de camadas três, de subestruturas existentes em camada um de alguns átomos (que no caso podem se transmutar, quando há fusão também de núcleons). Quando não há transmutação pode ocorrer o inverso, ou seja, sob efeito de aumento de temperatura há substâncias que absorvem pósitrons. Reversão de fusão de camada três, onde uma camada três dá origem a duas, fissão de camada três.
De forma semelhante materiais absorvem e emitem átomos de hélio. Há as reações de decaimento (alfa, beta, e gama) e também as inversas a essas. A formação de carga escura é outra estória.
Moléculas transformam-se em átomos. Moléculas de H2 que se ligam a algum átomo é o tipo de molécula que pode transformar-se em átomo. O processo artificial de transmutação pode suprir a formação de molécula e atacar o átomo com um íon. Assim, a formação do íon, durante a transmutação como descrita acima, não seria necessária.
A fusão de um hidrogênio a um deutério dá origem a um trítio. A estruturação determinada pela camada zero, a formação de astros, crescendo em massa, cresce, também, em densidade de estruturas, especialmente, em suas partes centrais. Então nestas regiões, e por causa disto, é que ocorre a fusão de camadas 3 . Fusão de camadas quatro. Criação de átomos com maior massa. Nucleossíntese.
As camadas duplas apresentando maior impenetrabilidade que as simples, reagem mais à suas fusões para formar ligações atômicas. As ligações atômicas ocorrem principalmente entre camadas simples. E nas camadas duplas apenas nas mais externas e entre camadas de subestruturas. Estas seguem critérios de complexidade análogos à dos átomos de menor número atômico.
Generalizando o parágrafo anterior, as camadas com mais cargas elementares apresentam maior impenetrabilidade e reagem mais às suas fusões. Cuidamos acima da fusão, agora cuidaremos da fissão; outra maneira de ocorrer transmutações.
Exceto o hidrogênio e o hélio, os átomos são constituídos, além de outras partículas, por seminúcleos e semiátomos. Se estes elementos, eventualmente – por causa de colisões entre suas estruturas constituintes -, se afastam suficientemente, podem se separar e passarem a constituírem átomos de menor massa. É o processo a que nomeamos como fissão nuclear.
A fissão nuclear ocorre quando a inércia dos seminúcleos ou semiátomos estiver elevada – apresentarem muitos núcleons- assim, casualmente, tais estruturas se afastam com muita velocidade e adquirem a distância suficiente para a fissão.
Crescendo o número atômico cresce o número de subestruturas que compõem o átomo; e como estas tendem a conter núcleons e estes ocorrem em maior número que os de subestruturas - estas podem conter mais de um núcleon, crescem em complexidade com o crescimento do número atômico-, então com o crescimento do número atômico há um crescimento maior de núcleons.
A partir de certo número atômico, os átomos tornam-se instáveis e sujeitos naturalmente à fissão, por apresentarem subestruturas com muita inércia. Como dão origem a átomos de menor massa (que podem conter menos núcleons), estes ficam livres e podem atingir outros átomos tornando os mesmos suscetíveis à fissão.
Quando núcleons atingem átomos já suscetíveis à fissão, como é o caso daqueles com número atômico acima de certo valor, estes vão se cindir. E liberam núcleons livres que podem provocar novas fissões podendo gerar uma reação em cadeia.
Estas reações liberam muita energia e, por esta razão, elas são utilizadas nas bombas nucleares e nas usinas nucleares.
Já tratamos da transmutação por fusão e por fissão, mas há também a transmutação por migração.
O nêutron é constituído por um núcleon envolvido por um pósitron e por um elétron. Existente nas camadas um e na zero, onde há influência do átomo. Na camada zero suas cargas não são contadas como do elemento, mas apenas sua massa, pois a camada zero não é determinante do átomo, mas determinada em parte por ele. Se ele é transferido para região da camada zero além da zona de influência do átomo ele deixa de ser constituinte e passa a constituir um elemento químico, ou seja, a ser o átomo de hidrogênio. Podendo se ionizar, por efeito de um campo elétrico, tornando-se um próton e elétron.
Neste caso não houve uma transmutação, mas o surgimento de um átomo. Pois o número atômico, do elemento que perdeu um nêutron, não é alterado, pois a carga positiva do nêutron não é contada na determinação do número atômico de um átomo, quando ele existe na camada zero. Se um átomo de hidrogênio vem a ocupar uma camada zero, na região de influência de um átomo, ele se transforma em um nêutron e o número atômico do elemento não é alterado.
Neste caso não houve uma transmutação, mas o desaparecimento de um átomo de hidrogênio que se converteu em nêutron.
Agora vejamos a transmutação por migração.
Quando ocorre de um nêutron ou outro semiátomo passar da camada zero para a camada um há aumento do número atômico do elemento. Neste caso carga elétrica que não era contada para o átomo passa a ser. Quando ocorre o contrário, isto é, de um semiátomo passar da camada um para a zero há redução do número atômico do elemento, pois assim carga positiva dele deixa de ser contada.
O hélio é constituído por quatro núcleons envolvidos por uma camada três dupla, envolvida por uma camada dois dupla, envolvida por uma camada 1 dupla. Quando existente na camada zero, onde há influência do átomo; suas cargas não são contadas como do elemento, mas apenas sua massa, pois a camada zero não é determinante do átomo, mas determinada em parte por ele. Se ele é transferido para região da camada zero além da zona de influência do átomo ele deixa de ser constituinte e passa a constituir um elemento químico, ou seja, a ser o átomo de hélio. Podendo se ionizar, por efeito de um campo elétrico, tornando-se uma partícula alfa. Átomo de hélio sem sua carga negativa.
Neste caso não houve uma transmutação, mas o surgimento de um átomo. Pois o número atômico, do elemento que perdeu um hélio, não é alterado, pois a carga positiva do hélio não é contada na determinação do número atômico de um átomo, quando ele existe na camada zero.
Se um átomo de hélio vem a ocupar uma camada zero, na região de influência de um átomo, como ele se apresenta neutro, o número atômico do elemento não é alterado.
Neste caso não houve uma transmutação, mas o desaparecimento de um átomo de hélio.
Quando ocorre de um hélio passar da camada zero para a camada um há aumento do número atômico do elemento. Neste caso carga elétrica que não era contada para o átomo passa a ser.
Quando ocorre o contrário, isto é, de um semiátomo de hélio passar da camada um para a zero há redução do número atômico do elemento, pois assim carga positiva dele deixa de ser contada.
ESTRUTURAÇÕES DOS ÁTOMOS
O spin da camada um não pode ser cancelado, pois a camada zero não gira com a estrutura, em forma perfeita, por não ser camada dela. Daí todo átomo isolado apresentar certo spin e por isto tender a se unir a outro.
Os elementos que apresentam em suas camadas mais externas número de estruturas que não potência inteira de dois, para estabilizarem se ligam a outros átomos de mesma natureza ou de outra. E assim adquirirem a configuração harmoniosa.
Moléculas são estruturas formadas por átomos. A ligação entre átomos apresenta força relativa, assim, estas podem ser alteradas ocorrendo alterações moleculares ou reações químicas.
Os átomos se unem através da fusão das camadas envolventes da camada 3 mais interna; assim, eles constituem as moléculas.
As moléculas se distinguem pelos átomos que as constituem.
As camadas, que se fundem ao constituírem uma molécula, terão um número de estruturas de subcamadas, quando totaliza uma potência inteira de dois, igual à soma das existentes nas camadas que se fundiram. Em caso contrário, ou não ocorre essa fusão, ou ao se fundirem perdem estruturas para as camadas envolventes até que ocorra uma potência inteira de dois de subcamadas.
Quando uma camada envolvente da 3 não apresenta uma potência inteira de 2 em número de subcamadas ela pode se unir a outra(s) e com a fusão a resultante passar a apresentar uma potência inteira de 2 em número de estruturas de subcamadas.
Como a camada 1 pode conter elétrons (caroços de unifótons da camada 2), estruturas com as camadas 3 e 2; estruturas com as camadas 4, 3 e 2, semiátomo hidrogênio (nêutron). Onde cada subcamada 3 pode envolver até 4 caroços de unifótons do tamanho dos da camada 4. Suas subestruturas, ou melhor as camadas 2 de suas subestruturas, podem fundirem com as de outra camada.
Como a camada 0 pode conter, entre outras partículas, neutrinos (caroços de unifótons da camada 1), estruturas com as camadas 2 e 1, eletro-neutrino. Suas subestruturas, ou melhor, as camadas 2 e 1 de suas subestruturas, podem fundirem com as de outra camada; pois estas não são limitadas quanto ao número de subcamadas que podem conter.
As ligações entre elementos químicos (átomos, moléculas) que se dão através de subestruturas, ao contrário das que se dão pela fusão de camadas, ocorrem nas direções das subestruturas. Definindo assim ângulos entre as ligações.
A camada zero, embora não seja efetivamente de um elemento, mas quando sob a influência de um, é como se fosse uma extensão do mesmo, funciona como elemento de ligação entre elementos.
A camada zero só funciona como elemento de ligação em certas condições de pressão e temperatura.
A fusão de camadas mais internas resulta em estruturas mais estáveis. Os átomos que se ligam através da camada zero, são, mais facilmente, substituíveis por outros que se ligam por meio da camada um.
As ligações químicas não provocam transmutação, pois é a carga nuclear central de cada átomo que determina sua carga elétrica positiva e vice-versa. Assim há uma autoconsistência dos mesmos. Quando uma ligação química se desfaz as cargas elétricas de cada elemento químico voltam ao mesmo.

EFEITO ELÉTRICO NAS LIGAÇÕES ATÔMICAS
Um átomo pode transferir a outro apenas um número inteiro de fótons, inclusive do fóton carga elementar negativa. Para os átomos existe uma quantidade elementar de comunicação de carga. Por outro lado, a carga de um átomo pode ser diferente de um número inteiro da carga elementar, pois na formação dos átomos estes podem comunicar frações da carga elementar. O que não ocorre depois deles constituídos. E como vimos, no capítulo anterior, a carga elétrica de uma camada 2 ou 3 é a sua energia dinâmica; e esta pode variar com a variação da densidade de unifótons delas. A carga elétrica não se conserva.
Daí a afinidade por elétrons dos elementos químicos poder ser diferente. Alguns ficam mais facilmente com falta de elétrons tornando-se íons positivos; outros, ao contrário ficam mais facilmente com excesso de elétrons tornando-se íons negativos.
Outra razão para os átomos apresentarem afinidade diferente por carga elétrica negativa é o número mínimo de estruturas com tal tipo de carga em falta para completar uma potência inteira de dois destas em sua camada de ligação. (Camada que se funde com a de outro átomo para formar uma estrutura de átomos.) Pois as camadas tendem a apresentarem uma potência inteira de dois de número de subestruturas.
Tendo afinidades diferentes por cargas elétricas, uns átomos as podem tomar de outros e assim se tornarem íons. Átomos com carga elétrica.
Íons com cargas opostas, quando se ligam através da camada 2, são sólidos. Sólidos iônicos. Quando em um líquido, terão a camada 1 como de ligação, separando íons com cargas opostas. Podendo, de acordo com a densidade deles, solidificarem e precipitarem no líquido.
Elementos químicos podem ligar a outros através das camadas 2 ou 1.O caráter iônico fortalece as ligações entre átomos.
Quando as moléculas perdem a camada dois, que se torna de ligação no lugar da um, teremos um sólido molecular, pois este ao recuperar a camada dois, torna-se novamente um líquido, que tem como camada de ligação a um.
A estabilidade das ligações moleculares é menor do que as que ligam as partes do núcleo de um elemento químico, pois estas ocorrem através de camadas mais internas. Os núcleos dos elementos químicos são mais estáveis do que as estruturas moleculares.
A parte mais central de cada átomo, a que contém carga positiva, é indivisível, enquanto não ocorre uma transmutação. Daí a manutenção do termo átomo, que significa indivisível.
A camada 2, quando de ligação, pode ser envolvida pela camada um e esta ser de ligação de fótons com carga negativa - com a camada 2-, que são cargas negativas compartilháveis por mais de um átomo, pois existentes além da camada de ligação dos átomos.
A estabilidade em carga elétrica positiva de um átomo leva o mesmo a tender a apresentar carga elétrica negativa em mesma quantidade. Como esta ocorre em camada mais externa, onde se dão as ligações atômicas, elas servem para determinar as possibilidades de tais reações.

A RADIAÇÃO, A ABSORÇÃO E A TRANSPARÊNCIA PARA NÚCLEONS
Quando ocorre a fusão de núcleons há emissão de parte deles como caroços. Emissão de núcleons; a energia de cada um é tanto maior quanto maior for sua carga nuclear.
Um fóton núcleon pode ser absorvido por um átomo quando encontra uma camada 3 não cheia deles. Pode, também, transformar-se em um hidrogênio leve ao receber as camadas que faltam para isto. Assim, teremos um novo elemento químico. Este poderá receber mais um núcleon.
Quando núcleos se fundem eles emitem um caroço para a camada três. Caso tal camada o comporte, este permanece nesta. Em caso contrário, o caroço é transferido para camada dois, onde ele pode receber camada três e transformar-se em estrutura de camadas. Mas se a camada dois não o pode conter, o núcleon caroço é transferido para a camada um, onde pode receber as camadas três e dois e transformar-se em semiátomo (nêutron), mas, quando não pode ser contido, ele é emitido do átomo. Ocorrendo uma radiação muito energética.
Um núcleon não é absorvido por um átomo, quando o mesmo estiver repleto de núcleons. Não os podendo conter em maior número.
Um núcleon é absorvido por um átomo, quando o mesmo não estiver repleto de núcleons. Podendo os conter em maior número.
Um material é refletor de núcleons quando seus átomos não os podem receber e se apresentam em grande densidade; quando não permitem a passagem dos núcleons através de si. Em caso contrário, átomos em pequena densidade, e que não podem receber núcleons, permitem a passagem de núcleons entre os mesmos.

FORMAÇÃO DE OUTROS TIPOS DE ÁTOMOS, NATUREZA E ORIGEM DOS RAIOS CÓSMICOS
Os átomos, com os quais temos experiência, ocorrem com a fusão de duas camadas três, mas podem ocorrer fusões de maior número de camadas 3, em regiões de maiores temperaturas e pressões e então teremos outros tipos de átomos.
Nas situações de pressão e temperatura, de nossa experiência imediata, uma camada três dupla é estável. Mas em outras regiões não. Nestas a estabilidade dos átomos pode depender deles terem mais cargas elementares em sua camada três mais interna. Teríamos assim outras formas de átomos. Átomos com mais cargas em suas camadas. Superátomos.
Os superátomos e seus fótons são fontes dos raios cósmicos altamente energéticos, pois esses elementos têm maior carga em suas camadas e em suas subestruturas. Suas partículas constituintes e daí suas radiações, (seus fótons) teriam em suas camadas mais cargas. Elétrons com mais cargas, pósitrons com mais cargas, partículas gamas com mais cargas negativas e positivas, nêutrons com mais cargas, etc. Daí serem mais energéticos.
Devido a explosões de astros no passado estes superátomos e seus fótons existem em todo o espaço.
A direção dos raios cósmicos muito energéticos (conforme verificação experimental de 2007) é a de galáxias próximas á Via Láctea. E daí os astrofísicos interpretarem estas como fontes deles.
A radiação, “vinda” dos limites de nosso universo observável, é de baixa freqüência devido ao efeito Doppler, uma vez que astros mais distantes afastam em maior velocidade.
Mas das galáxias vizinhas à Via Láctea embora sofram tal efeito, este é menor e até pode ser superado pela rotação de seus astros. Estes se apresentam carga elétrica criam campos magnéticos e a intensidade destes depende da rotação do astro e de sua carga elétrica e distribuição desta na estrela.
Conforme o astro gire a radiação de um de seus lados pode apresentar, por efeito Doppler maior freqüência de um lado e menor no outro. Um de seus lados poderá apresentar velocidade de aproximação da Terra e o outro de afastamento. As ondas vindas do lado de maior velocidade de aproximação serão de maior freqüência e afetarão a impenetrabilidade dos super-átomos e estes emitirão ou receberão radiações ou fótons. Assim a direção das ondas eletromagnéticas é que define as direções em que ocorrem os raios cósmicos, mas as fontes deles não são distantes.
(Os elementos de número atômico superior ao do ferro são originados de subestruturas de superátomos).
As radiações eletromagnéticas de alta freqüência têm origem em regiões centrais das galáxias vizinhas e como são superfótons os absorvidos ou emitidos, como já explicamos para os fótons estes não perdem energia por causa do afastamento das galáxias (o efeito Doppler é para as ondas de impenetrabilidade e não para tais partículas); logo, tais ondas embora tenham origem distante não têm por isto redução em suas energias comunicáveis através de fótons.
A explosão de estrelas nas galáxias vizinhas também são causas de ondas que podem desestabilizar os superátomos vizinhos a um astro e então gerarem os raios cósmicos que o atingem.
COMENTÁRIOS
Eu não tratei de cada elemento químico em particular, pois este trabalho é muito volumoso e julgo mais conveniente para equipe de pesquisadores. Por conseqüência, e pela mesma razão, não cuidei das estruturas particulares constituídas por átomos.
O detalhamento desta teoria é trabalho para muitos e então, ficarei apenas nas partes mais genéricas.
Neste capítulo obtivemos uma definição teórica de elemento químico. Um elemento químico o qual é conseqüência dos princípios da teoria dos unifótons.
Sendo uma definição não tem as deformações decorrentes dos processos experimentais que nos levam a criar conceitos limitados e deformados da realidade.
Temos (nas físicas anteriores a esta) vários modelos ou conceitos de núcleos atômicos e por tabela de átomos. O que demonstra inconsistência dos mesmos.
A natureza do núcleo atômico não pode ser explorada experimentalmente de forma adequada, pois as forças nucleares são as mais altas. A estabilidade dos núcleos é muito grande. O processo experimental falha.
O que cabe a experiências particulares é checar idéias e não criá-las. E neste ponto, até agora, ou seja, para as propriedades que inferimos de nossa definição de elemento químico há acordo com a experiência.
As definições são criações autênticas, pois que se encaixam em um conjunto coerente de idéias, em uma estrutura de pensamento única. Sua verdade é falível com um todo e autenticada com um todo.
A possibilidade de definir elemento químico é um trunfo da teoria dos unifótons. As outras teorias gerais não têm esta capacidade, por não serem básicas o suficiente. Elas, especialmente a química, ciência que cuida do átomo e de suas estruturações, utilizam conceitos experimentais de átomos.
Em nossa visão mais ampla a Química passa a fazer parte da Física. No caso da teoria dos unifótons, esta define átomo gerando a base da química.
Este capítulo é o que inclui a química à física.
Também, explicamos (ainda que genericamente) a origem e a natureza dos chamados raios cósmicos.